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Opinião

5 filmes para assistir nas férias

Fim e início de ano, criançada em férias escolares, oportunidade para sair um pouco da rotina. Uma excelente maneira de relaxar e distrair é vendo – ou revendo – filmes. Neste sentido, eis uma lista sugestiva, com dicas de possibilidades mais ou menos recentes (com uma exceção), boas como passatempo e, quem sabe, poderão servir também como instrumento de reflexão.


SETE HOMENS E UM DESTINO (Antoine Fuqua, 2016, com Denzel Washington) – Remake do filme homônimo de 1960, que por sua vez é inspirado no clássico Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa, de 1954. Logo, a produção de 2016 é uma releitura da releitura. O gênero western anda um tanto em baixa há alguns anos, mas nunca perdeu de todo seu interesse. Neste remake, claro, há efeitos especiais impossíveis de serem feitos em 1960, e, por conta do elemento politicamente correto, a inclusão de elementos étnicos ausentes no filme original, como um índio comanche e um negro, que lidera o grupo. Talvez seja o apelo do direitor Fuqua (que tem muitos filmes de ação em seu currículo) para que a sociedade estadunidense se convença das vantagens de se ter uma democracia racial.


MAR NEGRO (Kevin McDonald, 2015, com Jude Law) – O mote deste filme é a busca por um navio alemão da Segunda Guerra Mundial carregado de ouro que naufragou em um ponto qualquer do Mar Negro. Segue-se daí a angústia de dois grupos, um de ingleses, outro de russos, que por necessidade estão confinados no espaço minúsculo de um submarino em uma missão que não pode ser descoberta por nenhum governo. O bonitão inglês Jude Law, no que talvez seja seu melhor trabalho até agora, foge por completo do perfil que o consagrou, pois está em um filme que não é uma comédia, e nem interpreta o galã. Nas profundezas do mar surgem as coisas que o ser humano tem de pior, como egoísmo, violência gratuita, mesquinhez e insanidade, e de melhor, como lealdade, abnegação e auto sacrifício.


SULLY – O HERÓI DO RIO HUDSON (Clint Eastwood, 2016, com Tom Hanks) – Só a assinatura de Clint Eastwood garante que vale a pena pagar o ingresso e passar duas horas em um cinema. Neste drama, com o grande Tom Hanks no papel-título, é contada a história verídica do piloto de aviação comercial Chesley Sullenberger (“Sully”) que em 2009, poucos minutos após a decolagem para um voo doméstico nos Estados Unidos, enfrentou um problema, e fez o que foi considerado impossível: aterrissou no Rio Hudson, e todos a bordo, passageiros e tripulantes, escaparam com vida. O filme concentra a atenção nos desdobramentos posteriores ao fato: o Comandante Sully foi um herói ou um irresponsável?


ROGUE ONE – UMA HISTÓRIA STAR WARS (Gareth Edwards, 2016) – O primeiro filme desta lista, não poderia ser diferente, é a grande sensação do momento em todo o mundo: um spin off da franquia Star Wars. Enquanto você lê esta breve dica, alguém em algum lugar do planeta está em um cinema assistindo Rogue One. A trama é manjada e surrada, é mais do mesmo, mas como diversão pura e simples, não tem igual. Muito acertada a escolha de Donnie Yeh, um dos melhores artistas marciais em atividade hoje, como um lutador ao estilo dos Cavaleiros Jedi. Afinal, os Jedi são os Mestres Shaolin de uma galáxia muito, muito distante...


BLADE RUNNER – CAÇADOR DE ANDROIDES (Ridley Scott, 1982, com Harrison Ford) – O último desta lista é um clássico, cult movie, uma ficção científica que entrou para o rol dos chamados “filmes cabeça”. Muitas cidades ainda oferecem serviço de vídeo locadoras, então, este não é um filme difícil de conseguir. A história é baseada no romance “Androides sonham com ovelhas elétricas?”, de Philip K. Dick, um dos principais nomes da ficção científica na segunda metade do século passado. O que o filme apresentou como mera possibilidade há três décadas e meia é algo hoje cada vez mais próximo da realidade. A grande questão de Blade Runner é: que é a vida?


Espero que esta pequena lista lhe seja útil. Prepare a pipoca, e divirta-se!

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É doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo e bolsista do PNPD-CAPES na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, em Belo Horizonte (MG).
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