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Reforma -- Para tirar o mofo das Escrituras

Em todo o mundo, os 500 anos da Reforma Protestante estão sendo comemorados. A apresentação das 95 teses de Lutero em 31 de outubro de 1517 é um marco de um movimento de quase dois séculos que alterou profundamente a história da Igreja. A ênfase na autoridade das Sagradas Escrituras e na salvação somente pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo, ressaltada pela Reforma, continua relevante hoje!

Ultimato segue o caminho dos reformadores e quer incentivar que, pessoalmente e como igreja, tiremos o mofo das Escrituras e nos comprometamos de novo com as doutrinas redescobertas há cinco séculos.

É importante lembrar e comemorar a Reforma:

Para torná-la mais conhecida
Há um sem-número de crentes hoje -- nascidos no contexto de grupos denominacionais que se desenvolveram fora desta herança -- que não conhecem a história e não se reconhecem em seu legado. Os extratos do livro A Reforma -- O que você precisa saber e por quê e a linha do tempo da Reforma (ao longo das páginas) dão a contribuição neste sentido.

Para agradecer a Deus
A Reforma foi um movimento levantado por Deus e realizado por homens e mulheres, testemunhas -- fracas e falhas -- que defenderam corajosamente a verdade da graça de Deus. Não devemos nos conformar à amnésia histórica tão em moda hoje.

Para reconhecer seu impacto e seus percalços
As consequências da Reforma Protestante reconhecidamente extrapolam o mundo protestante. O missiólogo Timóteo Carriker dá um panorama sobre isto em Algumas das grandes contribuições da Reforma Protestante para o mundo e, reconhecendo as falhas humanas, o historiador Lyndon Santos fala sobre A Reforma contra a Reforma.

Para voltar aos princípios
Não se trata apenas de recordar a história, mas de retornar aos princípios básicos da fé e aplicá-los. O artigo do pastor William Lane As Escrituras, ontem e hoje, como o centro da Reforma reforça a necessidade de voltar à Palavra. E o professor Martin Weingaertner aplica a leitura sob a ótica dos reformadores a um texto bíblico específico.

Para fortalecer a identidade dos herdeiros da Reforma
Nestes tempos de fluidez e relativização de conceitos, precisamos renovar e fortalecer a identidade evangélica. Há doze anos, Robinson Cavalcanti já clamava:

"O “livre exame”, como acesso universal dos crentes às Escrituras, foi desvirtuado por uma ‘livre interpretação’, que fragmenta [...] A cultura pós-moderna, com seu liberalismo revisionista, descrente de toda verdade, doutrina ou valores -- absolutamente relativista --, somente tende a agravar essa tragédia hegemônica no protestantismo dos países desenvolvidos, já exportada para nós, os povos periféricos [...] Sem a valorização da história (pré e pós-Reforma), e absorvendo usos e costumes das diversas culturas em que nos inserimos, vamos nos tornando uma pálida imagem da Reforma [...] Com esse presente -- sem passado e sem identidade --, qual será o seu futuro? O Senhor da Reforma, em sua providência, poderá outra vez reformá-la." (Protestantismo -- O que restou da Reforma?, Ultimato, edição 298, janeiro/fevereiro de 2006).

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