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Seções — Abertura

“O cumpridor da lei morreu pelos descumpridores da lei”



Em 2013, certo pastor americano fez uma palestra abençoadora. Ele abordou um assunto difícil: O papel da lei e o papel da graça. Ele não diminuiu a importância de uma nem de outra. Não distanciou as duas palavras nem colocou a primeira acima da segunda nem a segunda acima da primeira. Logo em seguida, uma adaptação foi publicada em uma das mais relevantes revistas evangélicas americanas, a Christianity Today (setembro de 2013). Logo depois, a revista brasileira Cristianismo Hoje também publicou a mencionada palestra.

 

Entre outros assuntos, o palestrante disse:

 

Cada um de nós, ao abrir a Palavra, provavelmente encontrará uma das duas coisas: ou uma passagem que parece requerer algo de nós, ou seja, uma ordem, como “honra a seu pai e sua mãe”. (Êx 20.12); ou uma passagem que aparentemente nos oferece um benefício, como o texto de João 3.16. As duas palavras são boas e necessárias (afinal de contas, provêm de Deus), mas desempenham papéis bem diferentes.

 

O caminho da graça (mais especialmente, do evangelho) só se torna indispensável quando percebemos que o caminho da lei é inflexível.

 

Todo mérito, toda justificação, todo significado -- enfim, toda importância e segurança que desejamos -- são nossos por causa do que Jesus faz por nós. O Filho de Deus veio nos libertar do fardo que tentamos nos libertar por conta própria. Nosso pecado pode ser grande, mas a graça e a misericórdia são maiores.

 

O criador da lei se tornou o cumpridor da lei e morreu por nós, os descumpridores da lei.

 

A palestra anteriormente citada foi proferida em fevereiro de 2013 por ocasião do evento Liberate 2013, em Fort Lauderdale, na Flórida. O palestrante é muito conhecido, não tanto por ser xará e neto de Billy Graham, o notável evangelista do século passado, mas por ter sido professor visitante do Seminário Teológico Reformado, editor do Leadership Journal, fundador do Liberate (o ministério que promove as conferências da Liberate) e pastor da famosa Coral Ridge Presbyterian Church, além de ser autor de livros. O nome dele é William Graham Tullian Tchividjian.

 

Ainda bem que Tullian, na tão divulgada palestra, não diminuiu o significado da lei nem da graça. Porque, no ano seguinte, ele quebrou fragorosamente a lei sendo infiel à esposa e aos três filhos, o que o levou a passar por uma grande vergonha pública e perder o pastorado da igreja anteriormente pastoreada por James Kennedy, o conhecido autor de "E Se Jesus Não Tivesse Nascido?".

 

Tullian está se tratando. Antes da queda, ele dizia que o crente precisa acreditar na promessa de que a graça “nos liberta de nosso passado de culpa e vergonha; nos liberta do cativeiro da amargura, insegurança, autoconfiança e medo; e nos liberta para a alegria de adorar a Deus e servir o próximo”. Agora, é a vez dele de acreditar na promessa e suportar o processo gracioso da restauração diante de Deus e diante dos homens, que não é de uma hora para outra nem indolor.

 

É possível que em meio à traumática experiência pela qual está passando, Tullian se lembre da esperança absolutamente certa de que, quando tocar a última trombeta, seu corpo, ou pela ressurreição ou pela súbita transformação, ficará livre da presença do pecado de uma vez por todas (1Co 15.50-52). Aleluia!

 

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