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Notícias — Conexões

Conexões

Uma bicicleta, uma paixão e uma missão
Sem dinheiro e sem formação teológica, mas com muita força física, paixão pela obra de Deus e uma... bicicleta. Foi assim que o pedreiro e agricultor Ubiratã de Souza, após sua conversão aos 22 anos, assumiu a missão de pregar as boas novas do sul do Piauí ao oeste da Bahia sobre as duas rodas de uma bicicleta. Pelo menos uma vez por mês, ele percorria mais de 200 quilômetros e visitava dezenas de lugares, como Júlio Borges, PI, e Campina Dourada, BA. Ele chegava e oferecia seu serviço: construía casas, limpava quintais, fazia amizades, falava de Jesus.

Mesmo com uma família grande (nove filhos) e com poucos recursos financeiros para sustentá-la, Ubiratã não conseguia parar de pedalar, servir e pregar o evangelho. “Eu saía anunciando e nem mesmo pensava que um dia seria pastor. Só sabia que Deus estava me enviando para pregar” – disse ele. “Ele não deixou coisa ruim. Só deixou saudade e a Palavra de Deus” – disse dona Terezinha, moradora de um dos lugarejos no Piauí.

Ubiratã de Souza tinha 50 anos quando fez sua última longa viagem evangelística numa bicicleta. Sua trajetória chamou a atenção do fotógrafo Ricardo Reis, que o conheceu durante um evento da Igreja Cristã da Família. Reis, então, convidou o diretor Matheus Ortega para produzir o documentário “Pedalando no Sertão”, sobre a vida do pastor Ubiratã.

O filme conta lindas histórias de conversões, milagres e compaixão. É tocante e ensina muito. Vendo a biografia de Ubiratã, caberia bem substituir a última palavra do seguinte versículo: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na escassez” (2Co 12.9). De quase nada, brotaram frutos eternos.
Assista ao documentário.

A preservação de uma língua (1)
Apenas mil pessoas falam a língua Yuhup. Seus falantes são os indígenas do povo Yuhupdeh (pejorativamente chamados de “Maku”, termo que pode significar “sem fala”), espalhados em pelo menos nove comunidades no Amazonas e outras na Colômbia. Em maio de 2006, o casal de missionários-linguistas Cácio e Elisângela Silva enfrentou o grande desafio: preservar a língua Yuhup. E estão conseguindo – em parceria com a Secretaria de Educação de São Gabriel da Cocheira, AM, e outras instituições. Durante cinco anos (2006–2011), eles analisaram a fonologia, grafaram a língua, abriram escolas, auxiliaram na formação de professores indígenas e escreveram, com o apoio desses professores em formação, um dicionário com 3.217 entradas em 592 páginas.

A preservação de uma língua (2)
Com o título “A língua dos Yuhupdeh: introdução etnolínguística, dicionário Yuhup-Português e glossário semântico-gramatical”, o dicionário teve a supervisão da doutora Alexandra Aikhenvald, uma das maiores autoridades internacionais em linguística, e ganhou espaço no “International Journal of American Linguistics”, o maior periódico internacional de linguística, fundado em 1917. Para Cácio, que é pastor presbiteriano e ex-aluno do Centro Evangélico de Missões (CEM), melhor ainda é saber que o dicionário será útil tanto para a academia quanto para o povo que fala a língua Yuhup.

Deixamos e recebemos
Saimonton, Renata e seus filhos Estevão (10) e Beatriz (6) chegaram em Luanda, Angola, em fevereiro deste ano. Deixaram para trás casa, família, amigos, conforto. Mas não se queixam por isso. Ouviram o chamado de Deus e em terras angolanas já receberam muitas outras coisas: suprimento, amizades, virtudes e um forte senso de missão. A família, que no Brasil ajudava a pastorear a igreja Caverna de Adulão, em Belo Horizonte, MG, agora serve na ONG Fenador (Felicidade na Dor), que trabalha na promoção da dignidade das pessoas com deficiência física. O projeto completa 13 anos neste mês. Leia mais relatos no blog da família.

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