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Vamos ler!

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Engolidos pela Cultura Pop

Steve Turner
Ultimato (no prelo)

Steve Turner é um escritor e jornalista inglês bastante versado em cultura popular. Escreveu livros sobre os Beatles e U2, além de diversos artigos para revistas e jornais.

“Engolidos pela Cultura Pop -- arte, mídia e consumo: uma abordagem cristã” é seu mais recente trabalho. Turner trata de várias expressões de nossas manifestações culturais e nos leva a uma jornada pelos campos da fotografia, da moda, do cinema, entre outros. Cada capítulo começa com um panorama histórico e, quase imperceptivelmente, o leitor é levado a pensar no assunto com uma mente cristã. No final, há perguntas para reflexão e discussão, sugestão de livros e sites sobre o assunto do capítulo, e sugestões de ação.

É difícil não se identificar. Turner faz uma brilhante análise do jogo da fama e nos faz perceber o quanto a cultura da celebridade, tão arraigada em nós e cuidadosamente cultivada pela mídia, é devastadora. Ele trata da nossa busca por adrenalina, nosso medo do tédio e o fato de a indústria do entretenimento e do turismo se aproveitarem disso. Mostra também como a cultura popular tem visto e representado o cristianismo com estereótipos baseados em uma triste realidade -- temos nossa parcela de culpa ao sermos retratados como cristãos chatos, ranzinzas e legalistas.

No livro há traços explícitos do pensamento de Hans Rookmaaker (o valor da arte por si mesma) e de C. S. Lewis (a busca por um cristianismo crítico).

“Engolidos pela Cultura Pop” foi escrito para encorajar cada leitor a ser não apenas um consumidor e admirador de sua área de interesse, mas também um crítico e produtor de cultura, disposto a usar seus dons e sua inteligência para proclamar os valores do reino a um mundo que precisa desesperadamente deles.
Paula Mazzini

A Morte da Razão
Francis Schaeffer
104 páginas
ABU Editora e Ultimato, 2014

Seja bem-vindo “A Morte da Razão”.
Edith, a esposa de Francis Schaeffer, uma vez disse que “é preciso escutar o que a próxima geração está dizendo, escutar as palavras das músicas que estão ouvindo, escutar o significado por trás das palavras. Se é para conseguir uma verdadeira comunicação, há uma linguagem a ser aprendida” (“Francis Schaeffer -- an authentic life”, tradução livre).

O livro “A Morte da Razão” é um exemplo do que foi a vida de um homem que buscou fazer exatamente isso na geração em que viveu, os conturbados anos 60. Foi publicado, pela primeira vez, em março de 1968, fruto das fitas de gravação de suas palestras a universitários da ABU na Inglaterra.

Schaeffer talvez seja um personagem pouco compreendido hoje, vulnerável aos estereótipos que simplificam uma figura extraordinária, que deixou um legado importante na formação de líderes em vários continentes. Quanto ao livro, talvez se poderia discordar das “culpas” que ele distribui a certos personagens da história. Porém é preciso reconhecer que ele faz o importante exercício de buscar ler o que está nas entrelinhas, no não dito, sobre como as mentalidades mudam e as implicações dessas mudanças na vivência e na proclamação da fé cristã.

Schaeffer buscava desvendar o pano de fundo histórico das tendências do pensamento moderno. O pensamento humano teria se tornado fatalmente autônomo da revelação bíblica. O ser humano e sua pretensa autonomia estariam agora no centro do conhecimento e da definição da realidade.

Ele foi um profeta de seu tempo e dos tempos que ainda viriam, incluindo o nosso. Quem o conheceu revela-nos que ele era não só um leitor voraz, mas também um profundo conhecedor da cultura popular de sua época, o tipo de pessoa que subia uma montanha para passar horas discutindo com hippies sobre o que norteava suas vidas. Uma pessoa sensível, um coração evangelista, um livro bem-vindo para nos inspirar a seguir a exortação de Edith de que sejamos fiéis e conectados com a nossa própria geração.
Ricardo Wesley M. Borges

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