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Seções — De hoje em diante...

Não vou ser egoísta em minhas orações de confissão de pecado!

A partir de hoje e com a ajuda de Deus, minhas confissões de pecado serão feitas tanto na primeira pessoa do plural (“temos pecado”) como na primeira pessoa do singular (“tenho pecado”).

Aprendi com Neemias que posso usar o “eu confesso” para confessar os meus pecados e os pecados dos outros no meio dos quais estou. Neemias orou: “Eu confesso que nós, o povo de Israel, temos pecado. Os meus antepassados e eu temos pecado. Com os nossos atos, temos pecado contra ti e não temos obedecido aos teus mandamentos” (Ne 1.6-7).

Os pregadores não falam muito em confissão de pecado. Quando falam, eles ensinam mais a confissão do “meu pecado” como indivíduo, e não do “meu pecado” como grupo de indivíduos. Agora, mais do que antes, vou procurar o perdão assim:

Eu confesso que eu e meus antepassados temos pecado
Eu confesso que eu, meus pais e tios, meus irmãos e primos temos pecado
Eu confesso que eu, minha mulher e meus filhos temos pecado
Eu confesso que eu e minha denominação temos pecado
Eu confesso que eu, meu pastor e meus irmãos na fé temos pecado
Eu confesso que eu e meu país temos pecado

O “eu confesso” de Neemias e o “eu pequei” de Davi (2Sm 12.13), do publicano (Lc 18.13) e do filho pródigo (Lc 15.21) não são exatamente a mesma coisa. O “eu pequei” pode significar apenas que finalmente enxerguei com nitidez o meu pecado e o pecado da minha casa (família, lar, igreja e nação). O “eu confesso” significa que caminhei mais um pouco e contei isso a Deus. O “eu pequei” de Judas Iscariotes (Mt 26.4) foi um passo muito grande, mas não completo. Ele foi obrigado a admitir sua fraqueza pessoal -- a paixão pelo dinheiro -- que o levou a subtrair algumas moedas do gazofilácio dos doze apóstolos (Jo 12.6) e a trair Jesus por trinta denários (Mt 26.15). Entendo que, segundo a narrativa de Mateus, Judas não chegou ao “eu confesso”. Creio que, se tivesse chegado até lá, ele não teria se enforcado (Mt 27.5).

Em alguma ocasião, os personagens das Sagradas Escrituras, desde Adão a Filemon, foram todos obrigados a declarar “eu pequei”. Alguns continuaram e falaram também “eu confesso”. Todos, menos um, como afirma a carta aos Hebreus: “Temos um Grande Sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou” (Hb 4.15).

Dou graças a Deus pelo exemplo de Neemias. Graças a esse exemplo, de hoje em diante, não vou ser egoísta em minhas orações de confissão de pecado: vou confessar os meus próprios pecados e os pecados dos outros, caso eu esteja no meio deles!

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