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Notícias — Conexões

Conexões

“Deus não é o culpado”

O jovem cristão Lucas Gomes, 27, não imaginou que, ao socorrer famílias pobres vítimas das enchentes em Nova Friburgo, RJ, em 2011, ele estaria diante de um desafio maior: ajudá-las a combater a injustiça econômica. Os chamados “atravessadores” compram a colheita dos agricultores de Vieira, um bairro da cidade, por preços mínimos e a revendem na capital com lucros que chegam a 1.000%. A JOCUM empresta o carro e Lucas, junto com a sua equipe e com os agricultores, organizam feiras de alimentos em três igrejas do Rio. Itens como brócolis, tomate e alface são comprados pelos membros das igrejas que vão à escola dominical e, de quebra, ajudam os agricultores a eliminar os atravessadores. “A feira é um símbolo para unir os agricultores contra a injustiça econômica” – diz Lucas. “Quando veio a enchente, eu briguei com Deus. Perdi quinze parentes. Agora entendo que Deus não é o culpado. Ele nos deu o socorro” – conta Djalma, um dos agricultores.
 
O reino não é conto de fadas

“Escorregou, tá dentro”. Não é uma gíria; este é o nome de uma pequena comunidade na região de mangue em Igarassu, PE. Lá, filhos sem pai dependem do trabalho pesado das mães, que, ao pescarem mariscos em alto mar, arriscam a vida. Em época de chuva, o quintal vira mangue. Não há governo, só um posto de saúde precário.
 
Quatro missionárias, com poucos recursos, mas movidas pelo amor de Deus, iniciaram há três anos o projeto Semente da Paz, para cuidar das crianças do mangue.
 
Vinte e quatro crianças com idade entre 10 e 16 anos saem de casa de manhã, a pé, e chegam ao projeto Semente da Paz. Lá se alimentam, estudam a Bíblia, aprendem artesanato e recebem reforço escolar. “O reino de Deus não é um conto de fadas. É o dia a dia, com pequenos gestos, abraços, preocupações, dores, cidadania, saúde. A reconciliação de Deus faz toda a diferença” – diz Irla dos Anjos, 43, uma das missionárias.

CURTAS
 
Quer uma revolução?
 
Que tal mais de cem grupos de estudo da Bíblia em ambientes seculares, conectando pessoas com a realidade e promovendo a reconciliação integral com Cristo? A Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB) encerra 2012 com 107 grupos filiados – 88 de estudantes universitários, quatorze de secundaristas e cinco de profissionais – em 91 cidades do país.
 
Revolução é reconciliação

Em Marabá, PA, o grupo da ABUB, com perfil pentecostal, tem forte atuação na defesa de direitos. Em Campinas, SP, os estudantes ajudam a acolher universitários de outros países. O maior grupo está em Belo Horizonte, MG, com atuação significativa, promovendo debates sobre temas difíceis, como homossexualidade. “A reconciliação de Deus é uma cadeia, uma rede infinita que causa impacto no relacionamento com as pessoas, com as famílias, com a universidade” – diz Giovanna Amaral, assessora de comunicação da ABU.
 
Missão de ponta-cabeça

Mais de 2.600 quilômetros separam São Luís, MA, de Viçosa, MG, mas Eduardo, Rodrigo e Thaísa encararam a aventura. Eduardo e Rodrigo só tinham dinheiro para a passagem de ida. Beneficiados por bolsas do projeto Paralelo 10, os três jovens participaram do Encontro Missionário Estudantil e Profissional (EMEP) em 2011. “O encontro me trouxe um grande conhecimento de como Deus trabalha neste mundo onde se vive um caos sem limites” – disse Rodrigo. “Viajei cheio de preocupações, incertezas e querendo ouvir algo sobre mim e Deus. Voltei saltitante e com profunda paz e algumas respostas” – falou Eduardo. A nova edição do EMEP acontecerá no período do Carnaval, de 9 a 12 de fevereiro. O tema será “Missão de ponta-cabeça”, com base no livro de Atos. Estudantes secundaristas e universitários e profissionais podem participar. Mais informações no cem.org.br.

Opinião do leitor

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