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Deus no superlativo

Eles não se conformaram em chamar Deus de amante (a pessoa que ama), gracioso, justo, misericordioso, puro, santo, sábio e terrível (aquele que é extraordinário). Eles colocaram todos esses adjetivos no superlativo: Deus é amantíssimo, graciosíssimo, justíssimo, misericordiosíssimo, puríssimo, santíssimo, sapientíssimo e terribilíssimo.
Quem escreveu essa declaração de fé? Mulheres beatas? Homens ignorantes? Fanáticos religiosos? Pessoas curadas de algum mal incurável? Alguém que acabou de escapar de um tsunami?
 
Não foi nenhuma dessas pessoas. Trata-se de uma declaração oficial de fé elaborada na Abadia de Westminster, em Londres, em meados do século 17, por mais de 150 pessoas procedentes da Inglaterra e Escócia. Dessa assembleia, aberta em 1º de julho de 1643 e encerrada cinco anos e meio depois (22 de março de 1648), participaram os mais brilhantes teólogos da época, pastores, leigos, dez membros da Casa dos Lordes e trinta membros da Câmara dos Comuns. O primeiro moderador foi Willian Twisse, de 68 anos, doutor em teologia.
 
A Assembleia de Westminster, considerada a mais notável assembleia protestante da história, aconteceu sob o reinado de Carlos I, da família Stuart, numa época de turbulência civil, política e religiosa. Cada uma das 1.163 sessões iniciava-se com oração e durava sete horas (das 9 da manhã às 4 da tarde). Gastava-se muito tempo com oração e cânticos de salmos metrificados. Às vezes, as orações eram muito compridas, como a de Stephen Marshall, que orou por duas horas. O mais influente membro da Assembleia e o mais apreciado pregador de seu tempo, Marshall é autor de “Meroz Cursed”, que reúne os sermões que ele pregou para o Parlamento inglês.
 
A Assembleia de Westminster produziu a Confissão de Fé, o Catecismo Maior, o Breve Catecismo e outros documentos até hoje usados por muitas igrejas ao redor do mundo. Cada participante assumiu o seguinte compromisso: “Solenemente prometo e faço voto diante do Deus Todo-Poderoso que, nessa Assembleia de que sou membro, nada sustentarei em matéria de doutrina senão o que eu creio ser mais de acordo com a Palavra de Deus”.
 
Foi por isso que eles escreveram que Deus é amantíssimo, graciosíssimo, justíssimo, misericordiosíssimo, puríssimo, santíssimo, sapientíssimo e terribilíssimo! (Veja O teólogo a serviço de Deus e não da teologia.)

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