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Capa

Introdução

A felicidade é um conceito -- e uma aspiração -- tão antigo como a história da humanidade. O clamor é geral: alegria, alegria, por favor!

Esta é a angústia existencial básica. Porém, a despeito da busca frenética, tudo indica que não somos mais alegres (ou felizes) hoje. O assunto é mais complexo do que parece. Não é fácil definir o que é a felicidade, identificar suas causas e, muito menos, descobrir o “segredo da felicidade”.

A felicidade seria a paz contemplativa ou a alegria ruidosa? Algo que nos acontece por acaso ou algo a ser buscado? Fruto de virtudes e contemplação ou da fruição do sofisticado cardápio de prazeres à disposição? Algo que se relaciona à supressão ou contenção dos desejos e das aspirações? Algo a ser desfrutado apenas depois desta vida? Um direito da humanidade ou sorte e destino de alguns? Uma recompensa ou um presente? Resultado do mapeamento genético ou do equilíbrio bioquímico? Induzida ou natural?

A felicidade tem sido cantada por poetas, literatos e músicos. E também dissecada por biólogos, neurologistas, psicólogos e economistas. Já em 1780, o filósofo Jeremy Bentham inventou o “cálculo felicífico”, uma fórmula matemática que tentava medir, sem muito sucesso, a felicidade resultante de uma ação qualquer. China e Reino Unido anunciaram neste ano a intenção de medir o grau de felicidade de seus habitantes.

A despeito dos avanços na compreensão dos aspectos fisiológicos e genéticos da felicidade e das ferramentas científicas para analisá-la, muita coisa continua em aberto, pois a felicidade possui dimensões relacionadas ao significado da vida. Não é incomum a sensação de que quanto mais se pensa ou se sistematiza a felicidade mais distante ela fica. O inglês Stuart Mill, que passou boa parte de sua vida estudando o tema, descobriu a certa altura que quando um homem se pergunta se é feliz ele deixa de sê-lo.

O cristianismo explica a busca por felicidade como a aspiração da humanidade pela eternidade. Alienado de Deus, o homem procura a felicidade perdida. A esperança cristã é o caminho do reencontro.

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