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Os agradecidos

As perdoadas de Jesus
Ao longo de sua caminhada, Jesus encontrou-se com três mulheres sem nome: a mulher samaritana, a mulher adúltera e a mulher pecadora. As três foram perdoadas por ele. As três ficaram muito agradecidas a ele.

A mulher samaritana não parava com marido algum. Jesus sabia que ela já tinha vivido com cinco companheiros e que o atual não era seu marido. Alguns minutos de conversa, a mulher descobriu que aquele estranho era o Salvador do mundo e bebeu da água viva que lhe fora oferecida (Jo 4.1-30).

A mulher adúltera passou o vexame de ser apanhada em adultério e foi trazida à presença de Jesus. Acusadores queriam que o Senhor autorizasse o apedrejamento dela, mas isso não aconteceu. Jesus a perdoou e pediu que ela não pecasse outras vezes (Jo 8.1-11).

A mulher pecadora, por ter sido perdoada por Jesus numa ocasião anterior, muito emocionada, irrompeu na casa de Simão, o fariseu, e lavou os pés de Jesus com suas lágrimas, enxugou-os com seus cabelos e os ungiu com óleo (Lc 7.36-50).

Os ressuscitados de Jesus
O recado que Jesus mandou para João Batista é explícito: “Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho” (Mt 11.4-5). A essa altura, Jesus já havia ressuscitado dois jovens, a filha de Jairo (Lc 8.40-56) e o filho da viúva de Naim (Lc 11.11-17). A ressurreição de Lázaro ocorreria mais tarde (Jo 11.1-46).

É possível que Jesus tenha ressuscitado outros mortos. Os Evangelhos mencionam apenas essas três ressurreições, talvez por uma questão didática. Elas mostram o poder de Jesus sobre a morte quando ela acaba de ocorrer (caso da filha de Jairo) e quando ela já provoca mau cheiro (caso de Lázaro). No meio dos dois extremos está o caso do filho da viúva. O corpo do rapaz não está nem no leito de morte, nem no túmulo -- está entre um e outro, a caminho do cemitério. Os ressuscitados de Jesus mostram que os mortos não sofrem discriminação de gênero, faixa etária nem condição social.

Os anfitriões de Jesus
A menos de três quilômetros de Jerusalém, havia um povoado chamado Betânia. Lá moravam três irmãos: Maria, Marta e Lázaro. Não se sabe ao certo se eram casados ou solteiros. Provavelmente solteiros. Apesar da diferença de temperamento entre as duas irmãs, era de fato uma família muito unida. Talvez tivessem mais recursos do que muitos outros, pois Maria teve dinheiro suficiente para comprar um perfume que valia o equivalente ao trabalho de quase um ano inteiro de um trabalhador braçal (Jo 12.3-5).

Era também uma família muito crente. Por ocasião da ressurreição de Lázaro, Marta fez uma confissão de fé que deixaria arrepiados os cabelos dos saduceus: “Eu sei que ele [Lázaro] há de ressurgir na ressurreição do último dia” (Jo 11.24).

A essa altura, Jesus já tinha se hospedado com aquela família, a convite de Marta (Lc 10.38). Algum tempo depois, na tarde do dia da entrada triunfal em Jerusalém, Jesus “saiu para Betânia com os doze” (Mc 11.11), certamente para a casa de seus costumeiros anfitriões.

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