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Especial — Carta aberta a John Stott

Carta aberta a John Stott

Mui querido John Stott,

Hoje, 31 de dezembro de 2008, bem antes de o sol nascer, acabei de ler a última devocional de seu precioso livro A Bíblia Toda, O Ano Todo. Sem deixar de lado a costumeira leitura bíblica, não passei nem um dia sem ler, com grande proveito, suas meditações de Gênesis a Apocalipse.

Por uma questão pessoal, destaco e copio à mão as frases que mais me falam ao coração quando leio. No caso de A Bíblia Toda, O Ano Todo, preenchi 202 páginas de papel ofício. São ao todo 585 frases curtas e precisas. A primeira foi tirada da meditação da página 15: “De acordo com a narrativa da criação, percebe-se que Deus vai transformando a desordem em ordem, o caos em cosmos”. A última, tirei da leitura de hoje: “O supremo ministério do Espírito Santo é dar testemunho de Cristo e o supremo desejo da noiva [a igreja] é dar as boas-vindas ao Noivo [o Senhor Jesus Cristo]” (p. 432).

O que me mais encanta em seu devocionário, e nos demais livros de sua autoria, é o cristocentrismo, apresentado com simplicidade e com profunda e visível admiração pela pessoa do Senhor Jesus Cristo. Em minha opinião, o senhor é o autor mais cristocêntrico da atualidade. Se os seus livros fossem mais lidos, protestantes e católicos abririam as portas de suas igrejas, eventualmente fechadas, para Jesus entrar e o colocariam em seu devido lugar: acima das estruturas eclesiásticas, acima de qualquer outro nome, acima da tradição, acima tanto do academicismo teológico como da ignorância teológica e acima do pentecostalismo sem o Espírito Santo.

Os “best-sellers” de hoje não falam em pecado, não anunciam o juízo final, não mencionam o nome de Satanás, não pregam a necessidade de negar-se a si mesmo para seguir a Cristo nem explicam o que é evangelho integral. O senhor fala sobre tudo isso em A Bíblia Toda, O Ano Todo. É admirável que essa pregação venha da Europa pós-cristã, de uma Inglaterra fria e apática. São as tais surpresas do Espírito Santo, que sopra onde quer e como quer (Jo 3.8).

“Jesus não é Deus disfarçado de homem nem homem disfarçado de Deus” é o sermão que mais tenho pregado. Saiba que ele foi inspirado na leitura de Cristianismo Básico, seu primeiro livro publicado em português (1964).

Tive o prazer de me encontrar com o senhor em duas conferências realizadas em Amsterdã (1983 e 1986), por iniciativa da Associação Evangélica Billy Graham, e no Congresso Internacional de Evangelização Mundial (Lausanne II) realizado em 1985 em Manila, nas Filipinas. No primeiro encontro, o senhor teve a delicadeza de preencher de próprio punho um formulário com notas biográficas para o arquivo da revista Ultimato.

Em outra ocasião, pedi-lhe que me enviasse, como capelão da rainha da Inglaterra, algumas informações sobre a família real. O senhor delicadamente me respondeu que não seria ético atender ao meu pedido.

Li em A Bíblia Toda, O Ano Todo que o senhor abriu a porta de sua vida para Jesus em fevereiro de 1938, quando tinha 17 anos. Desde então, o ilustre amigo tem ajudado muitos pecadores, dos seis continentes, a abrirem mente e coração para o mesmo Jesus, aquele que “apareceu por um breve período de tempo na história (a epifania da graça) e desapareceu, para aparecer novamente em outra ocasião (a epifania da glória)”, como o senhor mesmo registra na página 382.
Deus seja glorificado!

Atenciosa e agradecidamente,
Elben M. Lenz César

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