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Notícias — Nacionais


Aproximadamente novecentos universitários reúnem-se na Universidade Federal de Viçosa para reforçar a esperança viva em Jesus

Na quarta-feira, o pastor Ariovaldo Ramos, de São Paulo, presidente da Visão Mundial, afirmou enfaticamente que logo após a queda do gênero humano, em Adão, o mal tornou-se natural e o bem tornou-se especial. O mal não respeita nada, nem a ética nem a moral. A queda é uma tragédia e só escapamos dela porque a salvação é um ato absoluto da graça de Deus. E a graça é a negação do nosso esforço. Compreender a graça é tudo. A salvação não é só sair do inferno, mas acontece quando o inferno sai de nós.

Na quinta-feira, a socióloga Regina Célia Reys Novaes, presidente do Conselho Nacional de Juventude, em Brasília, discorreu sobre os três maiores medos da juventude latino-americana: o medo de sobrar (“na contemporaneidade, as profundas mutações no mercado de trabalho atingem de maneira particular os jovens”); o medo de morrer (“aí estão as estatísticas para comprovar as mortes de jovens atingidos por armas de fogo ou acidentes de trânsito”) e o medo de sentir-se desconectado em um mundo conectado (“nunca houve tanta integração globalizada e, ao mesmo tempo, nunca foram tão profundos os sentimentos de desconexão e agudos o os processos de exclusão”).

Na sexta-feira, a senadora Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, narrou com simplicidade e ternura sua história de vida, desde quando, menina ainda, ajudava o pai a extrair látex de seringueiras na Amazônia até quando passou por uma experiência de conversão aos 37 anos. Não escondeu sua origem humilde, sua profissão de empregada doméstica, seus cursos noturnos (para poder trabalhar de dia), seus sérios problemas de saúde, sua carreira política, seu casamento e maternidade, sua fé e entusiasmo por Jesus Cristo.

No sábado, a missionária Antonia Leonora van der Meer, diretora do Centro Evangélico de Missões, ponderou que não devemos imaginar que a vida seja só de dias tranqüilos, prósperos e felizes. Desde o início de sua Carta, Pedro menciona o fogo do sofrimento que já acontecia entre eles e a expectativa de dias mais difíceis. Todavia “não devemos estranhar, não desanimar nem duvidar do amor de Deus”.

No domingo, o galês Lindsay Brown, secretário-geral da Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos (CIEE), lembrou o genocídio de Ruanda, acontecido há 12 anos, e disse que todos os 60 líderes dos grupos bíblicos universitários do país estavam entre os muitos estudantes assassinados. Apesar da tragédia (cerca de 10 mil pessoas eram mortas diariamente, incluindo bebês, mulheres grávidas, mães em período de resguardo e idosos), o movimento estudantil evangélico nunca esteve numa fase tão boa como agora. A atual liderança consegue reunir num único campus, cada sábado, três mil estudantes (três quartos da população universitária) para estudo da Bíblia. Brown lembrou que em apenas cem dias, de abril a junho de 1994, pelo menos um milhão de ruandeses foram mortos.

Tudo isso e muito mais — seja através da exposição diária da Primeira Carta de Pedro, das conferências matinais e vespertinas, e dos muitos e variados seminários e oficinas — encheram a cabeça e o coração de cerca de novecentos estudantes secundaristas, universitários e recém formados de várias denominações evangélicas provenientes de 130 cidades brasileiras e de outros 16 países, por ocasião do Missão 2006, Congresso Missionário Estudantil da Aliança Bíblica Universitária, realizado na Universidade Federal de Viçosa, de 3 a 8 de janeiro de 2006.

O Missão 2006 aconteceu 30 anos depois do congresso anterior, reunido em Curitiba, em 1976. Participantes desse primeiro encontro estiveram presentes também no segundo e a juventude atual teve oportunidade de conhecer a história e o desempenho deles a serviço do reino de Deus. Entre os veteranos que foram encorajados e tiveram suas vidas mudadas por ocasião do Congresso de Curitiba, é possível destacar o empresário Bráulio Craveiro Filho (tesoureiro da CIEE), Valdir e Silêda Steuernagel, Uriel Heckert, José Miranda Filho, Dieter Brepohl, Antonia Leonora van der Meer (Tonica), Péricles Couto, Jony Almeida e outros. Humanamente falando, se não fosse o congresso de Curitiba, não haveria certos projetos sociais no Nordeste, em Goiás e outros lugares, nem o CPPC (Corpo de Psiquiatras e Psicólogos Cristãos), por ele inspirados. Nem Tonica teria ido para a África, onde fundou em alguns países o equivalente da Aliança Bíblia Universitária do Brasil.

O congresso começou e terminou com a celebração da Ceia do Senhor. Na abertura, quem a presidiu foi o bispo anglicano Robinson Cavalcanti.


Missão 2006: um canteiro de obras 
Natanael Alves de Souza

Entre os dias três e oito de janeiro, por causa do Missão 2006, congresso missionário estudantil da ABUB, Viçosa, em MG, tornou-se um canteiro de obras no qual fomos ao mesmo tempo desconstruídos e reconstruídos. Muito entulho, como falsos paradigmas e crenças, começaram a dar lugar à estruturação de uma postura cristã de missão integral; aquela realmente ensinada por Jesus. Mais uma vez, nós, os comprados por ele “por preço dobrado e pagamento adiantado”, como disse a ministra Marina da Silva, fomos confrontados com a responsabilidade de “andar como Ele andou”. Andar assim como Ele andou... Como a nossa falta de preocupação com os ainda perdidos contrasta com a misericórdia do Mestre? “Miseráveis homens que somos...”

Nos deparamos, ainda, com grandes feridas na nossa religiosidade, como a adequação da Escritura ao nosso secularismo em detrimento da nossa conformação ao que a Palavra de Deus estabelece.

A cada manhã, em pequenos grupos, debruçamo-nos sobre a Primeira Carta de Pedro e nos surpreendemos mais uma vez com a imensa graça do nosso Deus. Aprendemos com os peregrinos receptores de Pedro; sentimo-nos num mundo que tem seu dia e hora marcados.

Pudemos, assim, compreender um pouco mais a importância e o significado do “Ide” de Jesus. Falta-nos agora produzir os frutos dessa compreensão. Só assim estaremos totalmente disponíveis para trabalhar na seara; só assim as pessoas compreenderão o significado das marcas de Cristo; só assim o nosso colega de faculdade poderá também ter a Esperança Viva que só Jesus pode dar.

Natanael Alves de Souza, 24 anos, mora em Carandaí, MG, e cursa o terceiro ano de medicina na UFMG.

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