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Santa Ceia transformada em comes e bebes

Os cristãos de Corinto, “das cidades gregas a menos grega e das colônias romanas a menos romana”, acharam por bem associar a Santa Ceia a uma refeição propriamente dita, tomada em grupo, denominada ágape ou “festa de amor” (uma espécie de junta-panelas). Cada família providenciava o seu próprio alimento. Os mais abastados levavam comida sofisticada e em maior quantidade. Os mais pobres levavam comida simples e em menor quantidade. Os pratos dos ricos não eram misturados com os pratos dos pobres. Os mais gulosos começavam a comer antes dos outros. Alguns ficavam empanturrados e outros, com fome. Certos irmãos bebiam além da medida e ficavam bêbados. Além de tudo, havia divisões na igreja, fundada por Paulo na metade do primeiro século. Tudo indica que o ágape dos coríntios era uma grande hipocrisia e a Santa Ceia, uma profanação.

Diante de tão grande irreverência, Paulo registra em sua primeira carta, escrita lá pelo ano 55: “As reuniões de vocês mais fazem mal do que bem”. A cerimônia da qual participavam de forma alguma poderia ser chamada de Ceia do Senhor. Os coríntios tinham transformado a Santa Ceia em comes e bebes. Eles participavam da ceia “indignamente”, uma vez que ela estava comprometida com glutonaria, bebedeiras e discriminação (1 Co 11.17-34).

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