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A peneira de Satanás

É preciso sobreviver frente a Satanás, reconhecido na história bíblica e na teologia cristã como o maioral dos anjos decaídos. Satanás não é aquela figura ridícula do obscurantismo, com chifres, rabo e um tridente na mão — mas ele existe. Possui vários nomes e cada um deles põe em relevo algumas de suas características. A Bíblia se refere a ele como “o Diabo” (Mt 4.1), “o tentador” (Mt 4.3), “o Maligno” (Mt 5.37), “o inimigo” (Mt 13.39), “o acusador dos nossos irmãos” (Ap 12.10), “o príncipe deste mundo” (Jo 12.31), “o deus desta era” (2 Co 4.4), “o pai da mentira” (Jo 8.44), “a antiga serpente” (Ap 12.9) e também “o anjo do Abismo”, cujo nome é Abadom, em hebraico, e Apoliom, em grego, que significa destruidor (Ap 9.11).

Na parábola do semeador, o Diabo é o ladrão da semente primeiramente plantada (Mt 13.19). Na parábola seguinte, o Diabo é o inimigo que semeia o joio no meio do trigo durante a noite (Mt 13.39), “enquanto todos dormiam” (Mt 13.25). Na história de Jó, o Diabo é quem tira todos os bens, todos os filhos e toda a saúde do patriarca da terra de Uz (Jó 1.6–2.10). Na teologia paulina, o Diabo é capaz de disfarçar-se de anjo de luz para ser bem-sucedido em seus intentos (2 Co 11.14). Nas Epístolas de Pedro, o Diabo anda ao redor dos crentes “como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar” (1 Pe 5.8).

Para “apagar todas as setas inflamadas do Maligno”, o cristão não pode dispensar aquilo que Paulo chama de “toda a armadura de Deus” — o cinto da verdade, a couraça da justiça, os calçados da “prontidão do evangelho da paz”, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito (Ef 6.10-18).

No afã de conservar a fé e a ética cristãs frente a Satanás, é preciso saber com absoluta certeza que Satanás é uma criatura sobre-humana, mas não divina e que ele depende da permissão de Deus para invadir certos limites. Satanás só causou aqueles danos a Jó porque Deus foi lhe abrindo progressivamente as portas (Jó 1.12; 2.6). Além do caso de Jó, Jesus deixou bem claro a Simão que ele e os demais apóstolos seriam peneirados como trigo por Satanás somente porque este solicitou ao Senhor permissão para tanto (Lc 22.31). O poder do Diabo sempre está restrito àquilo que Deus permite. Ele não tem poder para agir fora da área da permissão divina e além da capacidade de sobrevivência de cada um (1 Co 10.13). Diante da tentação, não do pecado do lado de dentro nem do lado de fora, mas do domínio maligno de Satanás, o candidato à sobrevivência precisa desprezar tanto a idéia da não existência do Diabo como a supervalorização do seu poder sobre os homens. Precisa também ter a coragem e a rapidez de tratar o Diabo como Jesus o tratou: “Retire-se, Satanás!” (Mt 4.10).

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