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Seções — Carta ao leitor

Guerras e revoluções — é proibido apavorar!

Ao tratar de assuntos escatológicos — os tempos do fim —, Jesus fez as seguinte advertência: “Quando vocês ouvirem falar de guerras e revoluções, não fiquem apavorados. Primeiro essas coisas devem acontecer, mas não será logo o fim” (Lc 21.9, EP.)

É muito difícil não ficar apavorado. Acabamos de sair de um século que começou com a Guerra dos Bôeres (1899-1902) e terminou com a Guerra de Kosovo (1999). Durante o século 20 tivemos, entre outras, a Primeira Guerra Mundial (1914-18), a Guerra Civil Espanhola (1936-39), a Segunda Guerra Mundial (1939-45), a Guerra da Indochina (1946-54), a Guerra da Coréia (1950-53), a Guerra do Suez (1956), a Guerra do Vietnã (1956-75), a Guerra dos Seis Dias (1967), a Guerra do Camboja (1970-75), a Guerra entre Irã e Iraque (1980-1988), a Guerra das Malvinas (1982) e a Guerra do Golfo (1991).

É muito difícil não ficar apavorado. Nos últimos 100 anos começamos a usar o avião para bombardear cidades inteiras e inventamos o submarino, o tanque, a metralhadora, as minas, os porta-aviões, a bomba atômica, os mísseis de longo alcance e muitas outras sofisticadas máquinas de guerra.

É muito difícil não ficar apavorado. Mal começou o novo século, aconteceu o atentado terrorista em Nova York e Washington, dando ensejo ao combate ao terrorismo em escala mundial.

É muito difícil não ficar apavorado se homens-bomba, todos jovens, não têm a menor dificuldade de dar a vida em atentados suicidas.

É muito difícil não ficar apavorado se os Estados Unidos admitem usar armas nucleares contra sete países (China, Coréia do Norte, Irã, Iraque, Líbia, Rússia e Síria), bem como em resposta a ataques biológicos ou químicos, contra “alvos que poderiam resistir a ataques com armas convencionais” (A opção nuclear, do cientista político Egas Moniz Bandeira, publicado no Jornal do Brasil de 26 de março, baseado na revista alemã Der Spiegel).

É muito difícil não ficar apavorado se, segundo o artigo citado, a Comissão Militar do Comitê Central do PC da China não teme a ameaça americana porque, embora os EUA tenham 8.876 bombas atômicas e a China, apenas 410, “para acabar com a China, os EUA teriam de usar 368 bombas enquanto a China precisaria de apenas 124 bombas para destruir completamente os EUA”. O documento chinês afirma com todas as letras: “A China iria muito confiante para uma guerra atômica com os EUA”.

Porque Jesus mesmo falou em guerras e revoluções, porque as guerras são uma realidade histórica e porque há uma ameaça de guerra pairando no ar — os cristãos devem aceitar as coisas como elas são?

No artigo Diagnóstico e processamento, Valdir Steuernagel denuncia o cristão-avestruz, que enfia a cabeça na terra para não precisar ver nada nem fazer nada. Esse não deve ser o nosso comportamento.

Para que tal coisa não aconteça, é bom que o amável leitor reflita sobre a matéria de capa desta edição de Ultimato: A máquina que faz a guerra, Não havendo adesões não há guerra, Barbara & Jack, O mau agouro do embaixador americano, Grite alto contra a guerra!, Na crista da onda — uma posição de alto risco e Santa oposição.

Leia o artigo do historiador Alderi Souza de Matos (Não por força nem por violência) e as respostas do professor Luiz Roberto França de Mattos a certas questões cruciais sobre a guerra na seção “Perguntas Básicas”.

Shalom!

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