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A ascensão de Jesus

Quarenta dias depois que se apresentou vivo com muitas provas incontestáveis, Jesus foi elevado às alturas à vista de seus discípulos (Mc 16.19; Lc 24.50, 51; At 1.9). A esse acontecimento histórico dá-se o nome de ascensão. Ele marca o término da missão visível de Jesus, quando o Verbo se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.14). Jesus é o Pão que desceu do céu (Jo 6.33) e que, depois de morto e ressuscitado, retorna ao céu (Jo 20.17). A ascensão põe fim à convivência objetiva e familiar de Jesus com os discípulos, até seu regresso no final dos tempos. No intervalo entre a ascensão e a segunda vinda de Jesus, a comunhão do crente com Ele é subjetiva.

A ascensão de Jesus é muito mais do que uma simples despedida. Ela significa a restauração da glória que o Filho de Deus tinha antes da encarnação. No momento da ascensão, “Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11, NVI). É isso que declara o evangelista: “O Senhor Jesus foi elevado aos céus e assentou-se à direita de Deus” (Mc 16.19). Assentar-se à direita do Pai é ocupar a posição de Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Depois da ascensão de Jesus, é muito fácil entender o Salmo 110, atribuído a Davi (Mt 22.44): “O Senhor [Deus, o Pai] disse ao meu Senhor [Deus, o Filho]: Senta-te à minha direita até que eu faça dos teus inimigos um estrado para os teus pés.” A ascensão é o cumprimento dessa profecia inconsciente de Davi (ele falou pelo Espírito, como o próprio Jesus admitiu).

Os escritores do Novo Testamento entendem que o ato de sentar-se à direita de Deus significa a exaltação máxima de Jesus. Em seu discurso no dia de Pentecostes, Pedro declara: “Este Jesus, a quem vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo” (At 2.36). Ao se referir à ascensão, Paulo escreve que Jesus está “muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, não apenas nesta era, mas também na que há de vir” (Ef 1.21).

Essa exaltação de Jesus não é estática, mas dinâmica. O fim dos tempos virá quando Jesus “entregar o Reino a Deus, o Pai, depois de ter destruído todo domínio, autoridade e poder” (1 Co 15.24). A redenção não estará completa “até que todos os seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés” (1 Co 15.25). Esses inimigos não são inimigos físicos, mas poderes cósmicos e invisíveis da maldade. A morte é “o último inimigo a ser destruído” (1 Co 15.26). Os antigos cananeus “entendiam a morte como um deus, cujo lábio inferior toca a terra e o superior o céu, de modo a engolir tudo” (Bíblia de Genebra). É por essa razão que Bildade se refere à morte como “o rei dos terrores” (Jó 18.14). Por aí se vê o tamanho da autoridade de Jesus.

Jesus não está assentado no pó nem no chão, por falta de trono, como aconteceu com a Babilônia (Is 47.1), mas à direita da Majestade nos mais altos céus.

A ascensão de Jesus aconteceu no Monte das Oliveiras (At 1.12), nas proximidades de Betânia (Lc 24.50). Ao ser elevado aos céus, Jesus estava com as mãos erguidas para abençoar os circunstantes (Lc 24.51). Quando Ele desaparecia nas alturas, dois anjos surgiram diante dos discípulos para lhes dizer: “Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir” (At 1.11, NVI).

Opinião do leitor

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