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O conta-gotas de John Stott

A Bíblia Toda, O Ano Todo, publicado pela Editora Ultimato pela primeira vez em 2008, precisa ser lido e relido. Único em seu conteúdo e proposta metodológica (ele tem como pano de fundo o calendário litúrgico cristão que se inicia em setembro), o devocionário de John Stott traz um amplo e profundo material bíblico, sem deixar de aquecer o coração. Uma amostra de quem foi o seu próprio autor, falecido em julho de 2011.
 
Porque você já pode começar a lê-lo em setembro, reproduzimos abaixo uma resenha bem pessoal do pastor Elben César que confirma a verdade: você não sabe o que está perdendo por não ler o devocionário de Stott!
 
 
Fui muito abençoado com as leituras do devocionário de John Stott A Bíblia Toda, O Ano Todo.
 
Há muitos anos eu não lia devocionário algum. Ficava só com a leitura demorada e proveitosa da Bíblia. Em 2007 resolvi não substituir a leitura bíblica pela leitura de devocionários, mas fazer ambas as leituras, lembrando-me do bem enorme que me fez o antigo devocionário “Ouro, Incenso e Mirra”, da missionária americana Rosely Appleby, no início da minha juventude. 
 
Este devocionário de John Stott, como o próprio nome indica, é “sui generis”. Ele é, ao mesmo tempo, devocionário e manual bíblico. Traz à tona ensinos bíblicos que já sabemos, outros que estavam no esquecimento e mais alguns que nunca antes tínhamos percebido. As 365 meditações diárias misturam conhecimento bíblico e piedade cristã, que devem ser inseparáveis, em benefício mútuo. 
 
Em menos de dois meses, selecionei e anotei 67 frases de Stott, retiradas de A Bíblia Toda, O Ano Todo, para memorizar e distribuir com outras, como costumo fazer. Compartilho com o leitor pelo menos oito dessas frases: 
 
“Satanás fez com que aquilo que era permitido se tornasse insatisfatório e o que era proibido se tornasse desejável” (p. 31). 
 
“Todo o nosso senso de desorientação se origina de nossa alienação de Deus” (p. 34). 
 
“Noé se destacava em meio à depravação generalizada como uma flor perfumada sobre um monte de esterco” (p. 41). 
 
“Deus nos obriga a fazer o que deveríamos ter feito voluntariamente” (p. 44). 
 
“Há quem confia mais em sua astúcia do que na providência de Deus” (p. 51). 
 
“Deus luta conosco para derrubar nossa obstinação; nós lutamos com ele para buscar suas promessas” (p. 51). 
 
“Só é possível fazer a vontade de Deus do jeito dele” (p. 54). 
 
“Deus só endurece aqueles que endurecem a si mesmo” (p. 56). 
 
O devocionário de John Stott não é apenas um depósito de coisas bonitas e agradáveis. A Bíblia Toda, O Ano Todo tem o valor de arrancar os crentes sinceros da confusão atual frente à ética cristã. Veja os seguintes exemplos: 
 
Quanto à “questão ambiental”: “Estamos vivendo além dos recursos de que dispomos, consumindo rapidamente, esgotando, poluindo e destruindo os recursos naturais dos quais depende a nossa própria sobrevivência” (p. 24). 
 
Quanto à questão do “machismo e feminismo”: “Não existe nenhuma base bíblica para posições extremas, quer da supremacia masculina (homens dominando as mulheres) quer do feminismo radical (mulheres prescindindo dos homens)” (p. 24) 
 
Quanto ao “casamento” gay: “O casamento é a união entre um homem e uma mulher. Uma parceria homossexual jamais poderia ser vista como uma alternativa legítima” (p. 28). 
 
Quanto ao “aborto e experiências científicas com embriões humanos”: “O embrião é, em última análise, um ser humano em formação e, portanto, deve ser protegido. Por esta razão, a maioria dos cristãos é favorável à vida e não ao direito de escolha. Para os cristãos, a destruição do embrião por meio do aborto é uma forma de assassinato, exceto em situações especiais, cuidadosamente definidas. Eles rejeitam também o uso de embriões humanos em experimentos e defendem a sua proibição por lei” (p. 65).
 
Quanto ao “sexo solto”: “Deus instituiu o casamento como o contexto adequado para a satisfação sexual, e é por isso que o relacionamento sexual é proibido em todos os outros contextos (...). Tanto as relações sexuais antes do casamento como o sexo sem casamento são experiências que envolvem uma relação sem compromisso” (p. 66). 
 
Se dermos oportunidade ao conta-gotas de A Bíblia Toda, O Ano Todo — apenas uma gota por dia — e nos deixar persuadir por esse devocionário, faremos uma leitura da Bíblia com o coração (a parte devocional) e com a mente (a parte doutrinária). Não se tenha dúvida do resultado final — para nós, para nossa família e para a igreja brasileira!
Equipe Editorial Web
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