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Como Anunciar o Evangelho Entre os Presos

Teologia e Prática da Capelania Prisional

Antonio Carlos Júnior, Cristiano Rezende Franco e Elben Magalhães Lenz César

Páginas 152
ISBN 978-85-7779-151-4
Formato 14x21
Assunto Aconselhamento, Evangelização, Missões
Ano 2016
Editora Ultimato
Código 42.23
Preço
sugerido
37,20
R$ 37,20
Não sabemos e não queremos saber nada sobre os presos. Aliás, costumamos ouvir – e até pensar – que “bandido bom é bandido morto”...

Na verdade, quase ninguém enxerga os presos. E essa invisibilidade é, talvez, o pior tratamento. Queiramos ou não, todos os que estão atrás das grades serão soltos um dia. Como retornarão? Quem pode mudar suas vidas? O que a igreja deve fazer?

Como Anunciar o Evangelho entre os Presos é uma ferramenta de capacitação teológica e prática para pastores, líderes e, especialmente, aqueles que se dedicam à visitação em prisões e os que querem evangelizar os encarcerados.
 Introdução

1. A teologia da capelania prisional

2. A capelania prisional na prática

3. A experiência da revista Ultimato

Considerações finais
Notas
Referências
Doutor e mestre em ciência da religião, especialista em ciências penais e em direito e relações familiares, Antonio Carlos da Rosa Silva Junior é bacharel em direito e em teologia. Autor de livros sobre capelania prisional e sobre as interfaces entre direito e religião, dentre os quais 5 Motivos para se Envolver com Capelania Prisional e A Verdade os Libertará, primeiro livreto para evangelização em unidades prisionais produzido pela Sociedade Bíblica do Brasil, Antonio Carlos coordena o site www.direitoereligiao.com.br e é presbítero na 5ª Igreja Presbiteriana de Juiz de Fora, MG.


Cristiano Rezende Franco, bacharel e mestre em teologia, é pastor na 5ª Igreja Presbiteriana de Juiz de Fora, MG.


Elben Magalhães Lenz César foi o fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato até a sua morte, em outubro de 2016. Fundador do Centro Evangélico de Missões e pastor emérito da Igreja Presbiteriana de Viçosa (IPV), é autor de, entre outros, Por Que (Sempre) Faço o Que Não Quero?, Refeições Diárias com Jesus, Mochila nas Costas e Diário na Mão, Para (Melhor) Enfrentar o Sofrimento, Conversas com Lutero, Refeições Diárias com os Profetas Menores, A Pessoa Mais Importante do Mundo, História da Evangelização do Brasil e Práticas Devocionais. Foi casado por sessenta anos com Djanira Momesso César, com quem teve cinco filhas, dez netos e quatro bisnetos.
 
 "Quando fui preso, em junho de 2008, achei que o mundo tinha acabado para mim. Três dias depois tomei a decisão de me enforcar. Tentei por três ou quatro vezes e não consegui. Depois de tudo isso, entendi que a vida não acaba quando achamos que ela acabou. Comecei a viver um dia após o outro. Hoje sou feliz. Conheci a palavra de Deus."

"Um dia me afastei do Senhor e manchei as minhas vestes, que ficaram iguais às vestes dos leprosos do tempo de Jesus. Tudo parecia estar perdido, mas o Senhor teve misericórdia de mim e me salvou. Hoje, mesmo encarcerado, sou feliz."

"Cumpro pena desde outubro de 2003. Moro numa cela só de cristãos (somos doze). O Senhor tem me posto como pastor dessa cela. Minha conversão se deu logo no início da minha detenção, no final de 2003. Antes, sentia tanta dor e angústia que pensei que ia ter um infarto. Então alguém me deu uma Bíblia e eu comecei a me apegar a Deus, lendo a Palavra, orando e confessando meus pecados."

"Crime e drogas não dão futuro a ninguém. Por causa deles fui condenado a 29 anos de prisão. Já cumpri cinco anos. Neste período, comecei a frequentar os cultos e a abrir meu coração e deixar Deus trabalhar em minha vida. O resultado foi que, apesar de ter perdido tudo ao vir para a cadeia, considero-me a pessoa mais feliz do mundo."

"Sou de família de classe média alta do estado do Espírito Santo. Quando tinha 14 anos fugi de casa, onde tinha tudo que um garoto da minha idade poderia desejar. Fui preso várias vezes quando era menor. Após completar 19 anos, me envolvi no tráfico de drogas e acabei no Carandiru. Fugi algumas vezes e sempre era recapturado. Hoje, sou um servo do Senhor e congrego aqui no presídio com mais quinze irmãos em Cristo."

"Perguntei a Deus se ele poderia perdoar os meus pecados e ele me respondeu: “Farei cicatrizar o seu ferimento e curarei as suas feridas” (Jr 30.17). Hoje sou dirigente da cela Assembleia de Deus. Meu grande sonho, digo com lágrimas nos olhos, é ser um grande pregador."

"Sou ex-preso da Penitenciária de Itaí, SP, nascido em berço evangélico da Igreja Presbiteriana Jardim de Oração, em Santos, SP. Com 19 anos entrei no caminho do crime e lá fiquei por trinta anos. Agora digo: chega de crime!"

"Fui alcançado pela graça salvadora de nosso Pai Celestial. Estou preso na Penitenciária de Ribeirão Preto, cumprindo pena por receptação e assalto à mão armada, condenado a onze anos e dez meses. Converti-me aqui e sirvo o nosso Senhor Jesus Cristo, evangelizando e pregando o evangelho, além de orar muito pela vida daqueles que aqui vão rumo à perdição eterna. Considero-me recuperado, não pelo sistema carcerário (pois esse não recupera ninguém), mas pelo poder transformador do evangelho. Sou missionário na prisão."

Opinião do leitor

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