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Notícias

Justiça e liberdade para as vítimas do tráfico de pessoas

Por Ariane Gomes
 
Escrito há tanto tempo, o trecho de um dos salmos de Asafe ainda cabe muito bem: “Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado” (Sl 82.3).
 
Atualmente, além dos fracos, órfãos, aflitos e desamparados, há outros grupos prejudicados por diferentes razões que precisam de uma oportunidade de justiça. O anúncio recente do lançamento da Rede Mundial de Liberdade, pela Aliança Evangélica Mundial e Rede Europeia de Liberdade, é uma resposta cristã ao desafio bíblico para as vítimas do tráfico de pessoas. O objetivo da nova rede é reunir organizações e especialistas de todo o mundo para ajudar igrejas a entenderem como podem se envolver e desempenhar um papel único no enfrentamento do tráfico humano em seu contexto local.
 
Estima-se que 43 milhões de pessoas em todo o mundo sejam vítimas dessa forma de escravidão, na qual mulheres, homens e crianças são comprados e vendidos para ganho econômico, seja pelo trabalho forçado ou pela exploração sexual. 
 
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Ariane Gomes atua como coordenadora de produção de Ultimato e gestora de conteúdo do Portal Ultimato.
  • Textos publicados: 3 [ver]

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