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Enfermeira cristã toca violino para colegas que estão na linha de frente contra a Covid-19

Igreja em Ação
Por Cássia de Oliveira


“Paz em meio ao caos”, assim foi descrito o momento por quem ouvia o lindo som do violino de Sâmela Lopes no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre, RS na última semana de junho.

Sâmela, membro da Assembleia de Deus de Guaíba (RS) e violinista da Orquestra Filarmônica da igreja, é técnica de enfermagem e instrumentista cirúrgica no Hospital Moinhos. A pedido de sua coordenadora, ela tocou “Aleluia” , de Handel, para os profissionais da saúde que estão na linha de frente atendendo os casos do novo coronavírus.

Com a pandemia da Covid-19, o Hospital adotou um momento de reflexão com os profissionais para aliviar a tensão e o medo que ronda o ambiente de trabalho. Assim, todos os dias, após passar a atualização dos casos de coronavírus, as equipes se reúnem para tentar relaxar.

Uma colega de Sâmela relatou em seu perfil pessoal no Facebook sobre a importância dessa iniciativa para os profissionais da saúde: “Esse momento tem acalentado nossos corações, tem sido muito importante nesse enfrentamento. Eu não via tanta união assim há algum tempo. Estamos no mesmo barco!”. Outra enfermeira também comentou: “A colega Sâmela dispôs de algum tempo para agraciar a todos com essa belíssima música. Um momento de encher os olhos de lágrimas e sentir a pele arrepiar”.

É a Igreja sendo luz para um mundo em trevas, levando o evangelho de salvação e esperança nesses dias difíceis.

Até o fechamento desta matéria (14), Guaíba registrou 318 casos de Covid-19, com 9 óbitos e 10 pessoas em internação hospitalar. A cidade faz parte da região metropolitana de Porto Alegre, RS, a mais crítica no Estado durante a pandemia, e já está na quinta semana de distanciamento controlado, classificada na bandeira vermelha.

O Rio Grande do Sul adotou o recurso de bandeiras para classificar o risco de contágio e a capacidade de atender aos casos de contaminação. A bandeira vermelha indica risco alto e apenas os serviços essenciais funcionam nessas regiões. Depois dela vem a bandeira preta de risco altíssimo e é quando se decreta o lockdown.

Guaíba foi classificada com a bandeira vermelha pelo aumento significativo de casos em relação ao seu índice populacional de cerca de 95 mil habitantes. Além disso a situação se agrava porque o município não possui hospital com leitos para internação, apenas um pronto atendimento que faz o recebimento inicial dos casos. Portanto, os guaibenses dependem de Porto Alegre para o tratamento hospitalar.

Hoje, 73% dos gaúchos estão em bandeira vermelha com protocolos mais restritivos pela 10° semana. O número representa 8,2 milhões de pessoas em 149 cidades.

• Cássia de Oliveira, jornalista formada pela UFRGS, noticiando boas novas. Fã de Jane Austen, defensora dos direitos das mulheres e cristã com senso crítico até dizer chega. Congrega na Assembleia de Deus de Guaíba/RS.
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