Palavra do leitor
23 de novembro de 2010- Visualizações: 2778
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Psiu, você aí! É, você mesmo. Vamos fazer um pacto?
Passeando por muitos sites evangélicos, lendo livros e revistas Cristãs, cheguei a uma triste conclusão. Existe muita coisa escrita sobre um Deus que não há o que se escrever. É curioso, mas o que existe de publicações evangélicas não é brincadeira. De relacionamentos a planos mirabolantes de tomada do poder. É tanta coisa que o plano "original" de adoração à Deus fica pra escanteio. Diante de tantos escritos e divagações, faço uma proposta aos que lêem este texto e aos milhares que se atrevem a colocar Deus em linhas e páginas: Vamos parar de escrever sobre Deus?
É talvez uma alternativa das mais simples e radical possível, mas talvez a única solução para acabar com uma prática que reduz Deus à perspectiva humana. Traçando uma comparação com uma coisa tipicamente nossa, mas que traduz bem minha proposta, é o fato de existirem vários filósofos que tentaram colocar em papéis o que suas idéias queriam dizer. Alguns foram bem sucedidos e deixaram marcas que se perpetuam até hoje. Outros foram de tão grande fracasso que ou morreram loucos ou nem sequer tiveram suas obras publicadas. Essas filosofias nada são se comparadas à Sã Doutrina.
Seria de tão grande valia que nossos escritos servissem pra alguma coisa. Talvez edificar, evangelizar, instruir baseado na Bíblia. Ou talvez simplesmente parar de inventar doutrinas e mais doutrinas que tomam o lugar das Escrituras Sagradas.
Pensando melhor, uma alternativa que traria maior efeito seria nos adaptar. Ou melhor ainda, reinventar nossas idéias. Deveríamos parar de colocar Deus em uma caixinha e o espremer com nossas próprias convicções e que de nada se baseiam na Palavra. Que bom seria se deixássemos de lado imagens de um Deus compreensível e passássemos a expressar um Deus que de tão maravilhoso que é torna-se impossível de falar; ou que causasse um receio de pronunciar seu nome em vão. Nome esse que causa o temor de nações inteiras, que devido ao seu nome se prostram e o adoram.
Que tal se todos parássemos por um instante e pedíssemos que nossos olhos passem a ver e nossas mãos a escrever sobre o Grande e Maravilhoso Deus que é maior do que letras em um papel? Pode soar incoerente, mas é isso mesmo! O Deus que escrevemos hoje é, na maioria das vezes, um deus com “d” minúsculo, enquanto o verdadeiro DEUS é intraduzível. Pedir também que esqueçamos como é conspirar para nos tornar grandes em detrimento daquele que verdadeiramente é. O Pr. Caio Fábio escreveu um texto em 2004 que traz a seguinte afirmação: “Deus é Deus, e todos tem que aprender a dormir com este barulho”. Mas nós infelizmente somos incapazes de dormir e meditar sobre tal “barulho”, querendo traduzi-lo e elaborar conclusões sem conhecê-lo realmente.
Que oremos e peçamos ao Pai da Luzes que nossas mentes não fiquem prszas a uma concepção humana de Deus. E que muito mais que nossas mentes, nossa vida seja marcada pelo viver segundo um Deus que é maravilhoso, correto, justo e que é impossível de ser imitado, mas que quer que o imitemos.
E que seja Deus, somente Ele, que passemos a retratar em nossos humildes registros escritos. Um Deus que é, e que sempre foi Senhor do Tempo e de tudo que existe. Senhor de toda Glória, e que se alegra quando damos o melhor para Ele, e não quando escrevemos aquilo que se torna um lixo religioso.
Pois bem, gostaria de propor um novo pacto: Vamos escrever mais sobre o Deus verdadeiro?
É talvez uma alternativa das mais simples e radical possível, mas talvez a única solução para acabar com uma prática que reduz Deus à perspectiva humana. Traçando uma comparação com uma coisa tipicamente nossa, mas que traduz bem minha proposta, é o fato de existirem vários filósofos que tentaram colocar em papéis o que suas idéias queriam dizer. Alguns foram bem sucedidos e deixaram marcas que se perpetuam até hoje. Outros foram de tão grande fracasso que ou morreram loucos ou nem sequer tiveram suas obras publicadas. Essas filosofias nada são se comparadas à Sã Doutrina.
Seria de tão grande valia que nossos escritos servissem pra alguma coisa. Talvez edificar, evangelizar, instruir baseado na Bíblia. Ou talvez simplesmente parar de inventar doutrinas e mais doutrinas que tomam o lugar das Escrituras Sagradas.
Pensando melhor, uma alternativa que traria maior efeito seria nos adaptar. Ou melhor ainda, reinventar nossas idéias. Deveríamos parar de colocar Deus em uma caixinha e o espremer com nossas próprias convicções e que de nada se baseiam na Palavra. Que bom seria se deixássemos de lado imagens de um Deus compreensível e passássemos a expressar um Deus que de tão maravilhoso que é torna-se impossível de falar; ou que causasse um receio de pronunciar seu nome em vão. Nome esse que causa o temor de nações inteiras, que devido ao seu nome se prostram e o adoram.
Que tal se todos parássemos por um instante e pedíssemos que nossos olhos passem a ver e nossas mãos a escrever sobre o Grande e Maravilhoso Deus que é maior do que letras em um papel? Pode soar incoerente, mas é isso mesmo! O Deus que escrevemos hoje é, na maioria das vezes, um deus com “d” minúsculo, enquanto o verdadeiro DEUS é intraduzível. Pedir também que esqueçamos como é conspirar para nos tornar grandes em detrimento daquele que verdadeiramente é. O Pr. Caio Fábio escreveu um texto em 2004 que traz a seguinte afirmação: “Deus é Deus, e todos tem que aprender a dormir com este barulho”. Mas nós infelizmente somos incapazes de dormir e meditar sobre tal “barulho”, querendo traduzi-lo e elaborar conclusões sem conhecê-lo realmente.
Que oremos e peçamos ao Pai da Luzes que nossas mentes não fiquem prszas a uma concepção humana de Deus. E que muito mais que nossas mentes, nossa vida seja marcada pelo viver segundo um Deus que é maravilhoso, correto, justo e que é impossível de ser imitado, mas que quer que o imitemos.
E que seja Deus, somente Ele, que passemos a retratar em nossos humildes registros escritos. Um Deus que é, e que sempre foi Senhor do Tempo e de tudo que existe. Senhor de toda Glória, e que se alegra quando damos o melhor para Ele, e não quando escrevemos aquilo que se torna um lixo religioso.
Pois bem, gostaria de propor um novo pacto: Vamos escrever mais sobre o Deus verdadeiro?
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dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.
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