Palavra do leitor
05 de março de 2013- Visualizações: 1801
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O ultimato tão antigo quanto novo
O sermão, Pecadores nas Mãos de um Deus Irado, pregado a cerca de 270 anos atrás, pelo teólogo e missionário calvinista, Jonathan Edwards, à Igreja em Enfield, Connecticut-EUA, longe de ser uma pregação ultrapassada e antiquada, é mais atual e necessária do que muitas "pregações" ministradas hoje por pastores e pregadores.
Baseado inicialmente em Dt 32; 35 Edwards traça quatro questões relativas à punição que os ímpios israelitas estavam sujeitos, e que sem dúvida, se aplica também a nós: A constante exposição a uma repentina destruição, a queda dos ímpios como consequência de seus atos e a Vontade e determinação de Deus como único impedimento desta queda e destruição iminentes.
Em relação a este último ponto, Jonathan considera outros dez transparentes pontos que reafirmam o poder de Deus para condenar os ímpios, o inferno como merecimento dos pecadores, a providência de Deus evitando a condenação destes, inclinação ao pecado como princípio próprio da natureza carnal do homem, a inevitabilidade, ainda que não tão aparente, da destruição que espreita os ímpios, a falibilidade dos recursos humanos em evitar a morte e a desobrigação que Deus possui com o homem natural.
Mesmo naquela época, em 1741, Jonathan Edwards trata da devastação da natureza como consequência do pecado do ser humano e projeta uma realidade que nos acompanha no presente século, ilustrada em meio à grandes e violentos desastres naturais.
O pregador considera também mais quatro aspectos da cólera que aguarda os pecadores que a caracterizam como uma ira eterna pertencente ao Deus infinito, dotada de uma enorme ferocidade, cujo fim é demonstrar tanto a severidade de seu furor, quanto a excelência do seu amor.
Visando alertar e despertar tanto crentes como não-crentes, Jonathan Edwards não suaviza suas palavras e expressões usadas para retratar aspectos tão verdadeiros do inferno, do Diabo, da Ira de Deus e dos pecados dos ímpios, e mesmo reconhecendo em seus ouvintes crianças, jovens, adultos e pessoas experientes, convida cada faixa etária, em seus respectivos contextos, a buscarem a salvação e se firmarem na convicção de que o inferno existe, é formado pelo "furor da ira de Deus", do qual só Ele poderá os livrar.
Por fim, Jonathan apresenta a oportunidade de arrependimento e reconciliação em Cristo, sem nunca afastar a urgente necessidade de buscarmos ao Senhor. Diferentemente de muitos pregadores atuais e tão populares, Jonathan não camufla uma verdade de tormento e condenação futura com um pouco de teoria da prosperidade imediata. Ele termina seu sermão não apenas com um convite, mas com um ultimato:
"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." Is 55; 6
Baseado inicialmente em Dt 32; 35 Edwards traça quatro questões relativas à punição que os ímpios israelitas estavam sujeitos, e que sem dúvida, se aplica também a nós: A constante exposição a uma repentina destruição, a queda dos ímpios como consequência de seus atos e a Vontade e determinação de Deus como único impedimento desta queda e destruição iminentes.
Em relação a este último ponto, Jonathan considera outros dez transparentes pontos que reafirmam o poder de Deus para condenar os ímpios, o inferno como merecimento dos pecadores, a providência de Deus evitando a condenação destes, inclinação ao pecado como princípio próprio da natureza carnal do homem, a inevitabilidade, ainda que não tão aparente, da destruição que espreita os ímpios, a falibilidade dos recursos humanos em evitar a morte e a desobrigação que Deus possui com o homem natural.
Mesmo naquela época, em 1741, Jonathan Edwards trata da devastação da natureza como consequência do pecado do ser humano e projeta uma realidade que nos acompanha no presente século, ilustrada em meio à grandes e violentos desastres naturais.
O pregador considera também mais quatro aspectos da cólera que aguarda os pecadores que a caracterizam como uma ira eterna pertencente ao Deus infinito, dotada de uma enorme ferocidade, cujo fim é demonstrar tanto a severidade de seu furor, quanto a excelência do seu amor.
Visando alertar e despertar tanto crentes como não-crentes, Jonathan Edwards não suaviza suas palavras e expressões usadas para retratar aspectos tão verdadeiros do inferno, do Diabo, da Ira de Deus e dos pecados dos ímpios, e mesmo reconhecendo em seus ouvintes crianças, jovens, adultos e pessoas experientes, convida cada faixa etária, em seus respectivos contextos, a buscarem a salvação e se firmarem na convicção de que o inferno existe, é formado pelo "furor da ira de Deus", do qual só Ele poderá os livrar.
Por fim, Jonathan apresenta a oportunidade de arrependimento e reconciliação em Cristo, sem nunca afastar a urgente necessidade de buscarmos ao Senhor. Diferentemente de muitos pregadores atuais e tão populares, Jonathan não camufla uma verdade de tormento e condenação futura com um pouco de teoria da prosperidade imediata. Ele termina seu sermão não apenas com um convite, mas com um ultimato:
"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." Is 55; 6
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