Palavra do leitor
20 de fevereiro de 2013- Visualizações: 4432
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O Reino de Deus
Em Lucas 17.20: “Sendo Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior; nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós.”
O reino, sobre o qual Jesus ensinava, não tinha um conceito político, era inteiramente espiritual. Em João 18.36, Jesus esclareceu: “... O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui.”
Os verdadeiros crentes têm esse reino em seu interior, isto é, sua natureza espiritual é nascida da parte de Deus e Deus lhes governa o íntimo.
Esse ensinamento nos leva a compreender que se faz necessária uma transformação profunda no ser humano. O indivíduo para ser admitido no reino precisa de um novo nascimento. Concluímos, assim, que o reino é uma condição interna. Transformação profunda e novo nascimento são condições indispensáveis.
Em João 3.3, responde Jesus a Nicodemos: “ Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
Ora, a lição é essa: é necessário nascer do Espírito, é necessário ter comunhão com Deus para entrar em seu Reino.
Maravilhosa é a promessa, ou melhor, a confirmação dessa verdade em João 14.23: “ Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada.” Deus não nos nega sua presença, não nos nega uma transformação, um “novo nascimento.” Ele nos aguarda. Não nos diz NÂO.
Fiquemos atentos. Jesus nos aguarda. Diz Ele: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo.”( Apocalipse 3.20 )
Finalizando esta breve reflexão, concluímos que o indivíduo portador do reino de Deus manifestará em suas ações, palavras e atitudes as características do “fruto do Espírito”, conforme o apóstolo Paulo nos ensina em Gálatas 5.22,23: “ o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio”.
O reino literal de Deus não se manifestou durante a permanência de Jesus neste mundo. No futuro, entretanto, ele será literalmente manifesto.
O reino, sobre o qual Jesus ensinava, não tinha um conceito político, era inteiramente espiritual. Em João 18.36, Jesus esclareceu: “... O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui.”
Os verdadeiros crentes têm esse reino em seu interior, isto é, sua natureza espiritual é nascida da parte de Deus e Deus lhes governa o íntimo.
Esse ensinamento nos leva a compreender que se faz necessária uma transformação profunda no ser humano. O indivíduo para ser admitido no reino precisa de um novo nascimento. Concluímos, assim, que o reino é uma condição interna. Transformação profunda e novo nascimento são condições indispensáveis.
Em João 3.3, responde Jesus a Nicodemos: “ Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
Ora, a lição é essa: é necessário nascer do Espírito, é necessário ter comunhão com Deus para entrar em seu Reino.
Maravilhosa é a promessa, ou melhor, a confirmação dessa verdade em João 14.23: “ Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada.” Deus não nos nega sua presença, não nos nega uma transformação, um “novo nascimento.” Ele nos aguarda. Não nos diz NÂO.
Fiquemos atentos. Jesus nos aguarda. Diz Ele: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo.”( Apocalipse 3.20 )
Finalizando esta breve reflexão, concluímos que o indivíduo portador do reino de Deus manifestará em suas ações, palavras e atitudes as características do “fruto do Espírito”, conforme o apóstolo Paulo nos ensina em Gálatas 5.22,23: “ o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio”.
O reino literal de Deus não se manifestou durante a permanência de Jesus neste mundo. No futuro, entretanto, ele será literalmente manifesto.
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