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Os procrastinadores

A julgar pelo número de livros, cursos e ferramentas oferecidos na internet para lidar com ela, a procrastinação, se fosse considerada uma doença, seria um problema de saúde pública. Já no caso dos jovens acadêmicos, seria uma epidemia. Segundo o psicólogo e pesquisador do assunto Tim Pychyl, da Universidade de Carleton no Canadá, a procrastinação é, “na atualidade, o problema mais grave da educação”.

Protelar tarefas acadêmicas pode ser o aspecto mais inofensivo da “doença”. Procrastinar nada mais é que deixar para outro dia uma decisão, um compromisso, uma ação ou uma atitude. Quem tem natureza procrastinadora gosta de adiar quase tudo. Sua conduta se baseia na premissa da possibilidade de deixar para depois. Na prática, o “inadiável” não faz parte do seu vocabulário. O procrastinador é um otimista: acredita que amanhã se sentirá mais disposto a, mais motivado a. Chega a contar com algum evento “mágico” que o isentará da necessidade de realizar ou de decidir, ou pelo menos chega a desejá-lo. É insubordinado a prazos e metas, até mesmo aos que ele próprio estipulou. Vive “ensaiando” (fazer, dizer, reagir a isto ou aquilo). Não que seja premeditado ou calculado; mais frequentemente, trata-se de um autoengano.

A procrastinação é um mal antigo: procrastinar o plantio de uma lavoura poderia ser um desastre para o sustento da família; procrastinar o enfrentamento de um exército poderia ser fatal para um império. Nos tempos modernos, é um problema mais sério. As alternativas cresceram, as distrações estão em todo lugar e as decisões têm de ser tomadas em menor tempo.

Os bem-sucedidos não só evitam a procrastinação, como também tomam a decisão certa (de nada adiantaria tomar a decisão errada). No campo espiritual, protelar pode ser fatal. Isaías adverte: “Procurem a ajuda de Deus enquanto podem achá-lo; orem ao Senhor ‘enquanto’ ele está perto” (Is 55.6). O ladrão na cruz correu sério perigo, mas não tardou. Já o jovem rico procrastinou. KF

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