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Igrejas que vivem e que florescem

N. T. Wright expressa assim seu anseio por uma igreja viva: “Prefiro uma igreja viva com problemas a uma igreja morta, que só tem a oferecer a paz espúria do sepulcro”. Composta por homens e mulheres imperfeitos alcançados pela graça, a igreja continua sendo o principal meio pelo qual a ação de Deus é expressa. Uma igreja é viva quando persevera na “doutrina” e no “ensino”, na “adoração”, na “comunhão” e exerce “impacto” à sua volta.

Eu creio na Igreja de Cristo, nas centenas e milhares de congregações de discípulos e aprendizes do Cristo, gente que se reúne para amar a Deus, servir uns aos outros e à sociedade, reconhecer num carpinteiro humilde da Galileia o Deus vivo, Criador e Redentor do universo. Creio na igreja autêntica, sobretudo a que adora ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó, um Deus que se revelou na história. Que se tornou carne e sangue e entrou na nossa escravidão para nos redimir em Cristo. Creio na igreja de verdade em que Deus é o Deus Triúno da Graça: Pai, Filho e Espírito Santo. [Gerson Borges]

A adoração em uma igreja viva provém de uma disposição do coração e cumpre muitas funções: um processo pelo qual todos os passos e ritos de um culto público afirmam conteúdos da fé que se professa; um espaço em que se propicia a confissão, a súplica, os votos e decisões profundas, sejam coletivas ou individuais; o ensino, seja pela letra de um cântico, pela bênção impetrada, pelo sermão proferido; um momento devocional em que sou perguntado sobre o que eu vou oferecer, que decisão tomarei e a resposta que me encanta é algo assim: “Levantar-me-ei e irei ter com o meu pai; e lhe direi...”. [Rubem Amorese]

Precisamos lembrar que a igreja consiste em um agrupamento de seres humanos feridos que necessitam ser resgatados, redimidos e que caminham num constante processo de transformação e conversão de seu próprio coração ao coração de Deus. Embora uma comunidade ideal não exista, uma comunidade deve ser onde as pessoas entendem que são aceitas, apesar de suas fraquezas e limitações existentes. Onde seus dons e possibilidades são incentivados e ativamente envolvidos. Onde oferecemos oportunidades de recomeço e reconciliação. [Karen Bomilcar]

Em nossa igreja local, pessoas têm encontrado direção e conteúdo para o seu envolvimento e compromisso neste mundo. Pensamos assim: se a nossa igreja existe para proclamar o evangelho do reino, na expectativa de que o que foi afetado pela “queda” passe a funcionar conforme as intenções de Deus, temos de fazer alguma coisa pela comunidade. Por isso, cada necessidade é percebida como uma oportunidade de serviço e missão, o reino se manifesta, vidas são transformadas e o Pai é glorificado. [Bebeto Araújo]

* Fragmentos de matérias da campanha “Igreja viva”. Para ler os textos na íntegra acesse aqui.

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