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Colunas — Altos Papos

Nós não somos o tema da nossa mensagem

Conselho Editorial Jovem


Yago Martins é pastor auxiliar na Igreja Batista Maanaim em Fortaleza, CE, escritor e um dos responsáveis pelo canal no YouTube Dois dedos de teologia , onde ele e outros amigos abordam diversas questões teológicas e sua relação com desafios do cotidiano. Tudo é levado muito a sério, mas de uma forma bem descontraída. Ele tem 25 anos e é casado com Isa Cavalcante.

Qual é o propósito do seu canal no YouTube?
Proclamar a glória de Deus por meio da edificação da igreja. Esse é o propósito de tudo o que tento fazer na vida. Começamos o canal para que a igreja seja edificada por meio de boa teologia, racionalidade saudável e leitura cultural.

Você se considera um influenciador digital? Como sua presença nas redes se relaciona com sua vocação?
Em certo sentido sim, mas eu não gosto de me ver como um influenciador digital. Eu me interpreto como um pastor que grava vídeos, alguém que tenta pregar a Palavra de Deus usando todos os meios possíveis, inclusive a internet. Entendo que minha função no mundo é propagar o conhecimento de Cristo, seja escrevendo, pregando, ensinando ou gravando.

Qual o perfil dos seguidores do canal?
Geralmente são jovens adultos, entre 18 e 35 anos. Por mais que o público seja majoritariamente cristão, temos muitos ateus e não religiosos que nos acompanham fielmente porque gostam da forma como pensamos.

Algo que chama muita atenção na internet são as polêmicas. Como você lida com isso?

A única maneira de viver sem polêmicas na internet é nunca produzir nada para a internet. O público é sempre imprevisível, e você precisa ter sangue frio para lidar com isso. Sempre entrego cada confusão que surge de forma específica a Deus em oração.

Ser youtuber pode ser um ministério?
Sim, mas é pouco provável que isso aconteça nos moldes como se interpreta o YouTube hoje no Brasil. Precisamos de uma visão mais engajada e de um trabalho mais sério. O YouTube ainda é um passatempo para os crentes que tentam desenvolver algo na internet, mas deveria ser visto como uma praça pública, um grande Areópago.

Como foi sua experiência com a vocação ministerial?
Vivemos escravos de alguma mensagem divina que nos comissione para alguma obra específica no mundo, e, enquanto essa mensagem não vem, vivemos num perpétuo “stand-by” espiritual. Eu nunca senti uma vocação. Eu simplesmente interpretei que havia muitas necessidades ao meu redor e que eu podia suprir algumas carências. Eu sou, acima de tudo, um cristão ansioso por falar da salvação tentando aproveitar todas as oportunidades para isso. Eu nunca sei qual será o próximo projeto e nunca imaginei para onde eu estaria caminhando, mas sei que o caminho do serviço é sempre recompensador, nesta vida ou na outra.

Quais dicas você daria a um jovem que está “perdido” quanto à sua vocação e não sabe o que fazer da vida?
Meta a mão na massa. Se você não sabe o que fazer da vida, faça tudo o que Deus lhe der a chance de fazer. Existem muitas necessidades à nossa volta que podemos suprir e não o fazemos porque não pensamos que seja nossa vocação. Nossa vocação, acima de tudo, é ser cristão, e isso deve nos levar a obras cristãs no mundo de Deus.

Que orientação ou advertência você daria a quem quer usar as redes sociais para propagar o evangelho?
Nós não somos o tema da nossa mensagem. Nós não somos o conteúdo do nosso discurso. Se queremos usar as redes sociais para a proclamação do evangelho, precisamos de menos personalismo e mais cristianismo.

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