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Por que os cristãos falam tão pouco sobre gratidão?

Jogue a palavra “gratidão” no Google e se surpreenda com as escassas fontes cristãs com referência ao assunto. É incrível como nós cristãos falamos pouco sobre gratidão de maneira aprofundada. Só para confirmar: Qual o último artigo ou livro que você leu sobre o assunto? Qual o vídeo ou música mais recente que você apreciou? Está difícil lembrar? Será que isso revela que estamos aquém do que deveríamos, quando o assunto é agradecer? É oportuno levar a sério o conselho de Paulo aos cristãos de Tessalônica: “Em tudo dai graças” (1Ts 5.18).

Querer ter mais se confunde com ser mais importante e nos faz incapazes de sermos gratos. Imaginamos algo que não temos, ou não somos, como possibilidade futura, perdendo os pés do presente. Não aceitamos o presente tempo, não valorizamos o presente recebido. Amargor e rancor vão sendo semeados em nosso ser. Sermos gratos, porém, areja, ilumina, nos torna graciosos. É ter graça sem ser tolo ou ingênuo, mas sim dotado de sabedoria, dando foco e brilho ao que se vive e se recebe, acolhendo a graça com humildade, sem se dar mais importância do que ao outro. Gratidão anda de mãos dadas com a alegria; sem negar a falta ou a dificuldade, aceitar o que se tem faz a vida leve. [Ruth Heckert]

O sofrimento vai passar! Jesus nos adverte que teremos aflições, mas devemos ter bom ânimo! Só é grato no sofrimento quem conhece a Deus, seu caráter, sua soberania e seu amor. Somos gratos não pelo sofrimento, mas porque, “ainda que andemos no vale da sombra e da morte”, sabemos que o Senhor está conosco! Sua vara e seu cajado nos consolam. Somos gratos pela companhia do consolador. Sua promessa é que estaria conosco todos os dias. [Paulo Brito]

A ação de graças não é um simples “muito obrigado”. Não se resume a reconhecer que Deus atendeu a um pedido e súplica. É muito mais do que isso. Paulo exorta os cristãos a darem graças em todas as situações. Mais do que uma forma de oração ou um testemunho por uma oração respondida, a ação de graças é um modo de oração incessante, isto é, uma atitude de vida, uma disposição de constante gratidão e exaltação diante das diversas circunstâncias da vida. Uma disposição de submissão e adoração a Deus. [William Lane]

A gratidão como um divisor de águas. O mundo das lutas, problemas e privações é habitado por dois tipos de pessoas: aquelas que glorificam a Deus e lhe dão graças e aquelas que, nas mesmas circunstâncias, não o fazem. As primeiras são apontadas pelo apóstolo Paulo como bem-aventuradas; as segundas, como loucas. A ingratidão, segundo ele, é causa de soberba e degradação. Ele apresenta a gratidão como um divisor de águas. Ou melhor, como um divisor de almas. [Rubem Amorese]

*Fragmentos de matérias da campanha “Em Tudo, Dai Graças”.
Para ler os textos na íntegra acesse: goo.gl/ou5I8r

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