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Notícias — --

Ontem e hoje nunca se viu coisa assim!

Nos dias em que não havia rei em Israel, um levita tomou para esposa uma jovem de Belém. Ela, porém, brigou com ele e voltou para a casa de seu pai. Quatro meses depois, o levita resolveu ir a Belém atrás da moça. Feitas as pazes, o casal partiu em viagem e só parou quando chegou em Gibeá, onde foi hospedado por um homem daquela região. Durante a noite, sob ameaça de estranhos, o levita entregou-lhes a jovem. Eles abusaram dela a noite toda. Depois de morta, mais uma tragédia: o levita pegou uma faca, cortou o corpo da moça em doze pedaços, para cada uma das doze tribos de Israel, e foi dito: “Nunca se viu coisa tão horrível, desde que Israel saiu do Egito! Pensem! Ponderem! Temos de fazer alguma coisa!” (Jz 19.30).

Artemisia Gentileschi foi uma jovem pintora italiana nascida no século 15. Aos 18 anos, Artemisia foi vítima de estupro. Para reparar o escândalo e recuperar a dignidade da filha aos olhos da sociedade, o pai obrigou-a a se casar com o pintor Pierantonio Stiattesi. Por ser mulher, a pintora sofreu com a indiferença e a rejeição do mundo artístico e viu a autoria de seus quadros ser atribuída a seu pai e a outros pintores. Quatrocentos e quinze anos depois, em novembro de 2016, o Museu de Roma abriu uma exposição dedicada à artista. “Artemisia e seu tempo” reúne quase cem quadros de Artemisia e outros pintores do século 17. “Susana e os Velhos” e “Judite Decapitando Holofernes”, quadros da pintora, retratam cenas dos livros apócrifos de Daniel e Judite.

“Nunca me calarei” é o título da exposição de fotos promovida pela organização cristã Rio de Paz. Fernanda Vallim Martos, coordenadora da ONG, afirma que a “cultura do estupro” é uma das fatias da cultura violenta do Brasil, um país que aprova o comportamento agressivo. Em cada dez casos de violência desse tipo contra mulheres, apenas um é denunciado e 70% dessas ocorrências acontecem dentro de casa ou em ambientes como a escola ou o trabalho. Os agressores são identificados como parentes próximos, e, até mesmo, os próprios pais. A cada onze minutos, uma mulher é vítima de estupro no Brasil e a cada três horas, três mulheres são mortas no país, vítimas de violência.

Romper o silêncio, denunciar abusadores, procurar ajuda -- desafio para as vítimas. Conhecer melhor o problema, prevenir e combater a violência, rever valores e princípios sobre a dignidade humana, identificar a legislação de proteção e combate à violência e recorrer a ela, orientar as famílias e as crianças, garantir espaços de acolhimento, ajudar a encontrar uma nova casa, um novo trabalho, curar as feridas, anunciar esperança, coibir abusadores -- desafio para a sociedade e igreja. AG

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