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Seções — Cartas

Cartas

É tempo de lamentar
A matéria de capa da edição de março/abril é como um despertar, um chamado à compreensão da importância de lamentar, se arrepender, se quebrantar. Ricardo Bitun e Timóteo Carriker retratam de modo esplêndido quão distante o nosso foco como Igreja está do próprio Cristo. Que Deus nos conceda a graça de nos aproximarmos daquele que ainda está perto e pode ser achado. Peço ainda que o Eterno nos permita honrar o legado de homens como Elben, que partiu, não sem antes deixar um último chamado ao arrependimento -- o verdadeiro evangelho.
Otávio Corrêa, Belo Horizonte, MG

500 anos
Com todo o respeito ao pastor Ed René Kivitz, tenho que discordar do posicionamento no seu artigo “500 anos” (“Reflexão”, março/abril de 2017). Dizer ser cartesiana a visão reformada, especialmente a calvinista, é simplesmente ignorar os princípios bíblicos restaurados por meio da própria Reforma Protestante. Os processos liberalizantes que acometeram a igreja a partir do século 20 deram margem para o nascimento de interpretações que descambaram, por exemplo, para a lamentável teologia da prosperidade. Propor afastar-se dos fundamentos originários da Reforma é propor a aceitação de certas heresias que são incompatíveis com a Palavra, torná-las normais e assim levar o crente aos modismos teológicos característicos do nosso século, afastando-o do reconhecimento da soberania de Deus.
Pablo P. Louzada Lima, Aparecida de Goiânia, GO

Convidados para a festa
Na seção “Redescobrindo a Palavra de Deus”, quando se diz: “Toda a família cristã é convidada para a festa [...]” (março/abril), eu gostaria de saber onde será essa festa. Festejar algo que contraria a palavra do Cristo em João 17.21 (“que todos sejam um”), onde ele apontou para os discípulos dizendo qual era a sua vontade para com a sua Igreja, que foi ordenada pelo próprio Cristo na pessoa de Pedro em Mateus 16.18... Penso que Lutero não previu aquilo que está ocorrendo hoje, igrejas divididas, pessoas interpretando a Palavra de Deus, seguindo orientações do tipo “o livre exame da Bíblia”... Pergunto: isso é a unidade tão esperada por Cristo? Alguns desses fundadores tiveram morte de cruz? Alguns desses fundadores ressuscitaram dos mortos? Insisto na pergunta: festejar o quê? Sou assinante de Ultimato desde a década de 1980. Sempre gostei de apreciar as matérias da revista; embora eu seja um católico perseverante na fé, reforço que continuo fiel à minha assinatura para o próximo ano.
José Mário Luciano da Silva, Cuiabá, MT

Na seção “Redescobrindo a Palavra de Deus”, existe um erro, acredito, de digitação. O texto afirma: “O marco dos 500 anos se desenha em torno da figura de Martinho Lutero e do momento em que, no dia 31 de outubro de 1917...” (março/abril). Acredito que a data correta que se pretendia indicar no texto é 1517.
Janaína Flávia S. Azevedo, Belo Horizonte, MG
-- Erramos. A data correta é 31 de outubro de 1517, e não 31 de outubro de 1917, como se lê na página 34.

O cristianismo antigo para tempos novos
No artigo O cristianismo antigo para tempos novos (“Ética”, março/abril), ao falar sobre os cristãos pró-Trump, o autor diz que eles só votaram em Trump por sua posição antiaborto. Eu posso assegurar que não foi só por causa disso; andei visitando várias igrejas nos Estados da Flórida e Califórnia e verifiquei que o que pesou também foram as causas envolvendo o homossexualismo. Trump é sabidamente contra; no dia 22 de fevereiro ele revogou uma lei assinada por Obama que autorizava uma pessoa homossexual a entrar em banheiro masculino ou feminino de acordo com sua orientação sexual e por isso foi chamado homofóbico. Trump venceu a eleição porque ele, com todos os defeitos, não é hipócrita -- americano não gosta de pessoas que mentem --, ele é o que é. Quanto à imprensa, ela vai persegui-lo, como persegue todos que se levantam contra o homossexualismo; isso acontece aqui no Brasil também.
Márcio P. Portela, Volta Redonda, RJ

Não fica bem para Ultimato
Fiquei feliz em receber a edição de março/abril. Li na seção Cartas a carta de Túlio Marcos Carvalho, de Belo Horizonte, e acredito que cartas com um tom tão agressivo não devam ser publicadas, especialmente aquelas dirigidas a alguém em especial. Não faz bem. Destoa do tom dado por Ultimato.
Jônatas B. Rodrigues, Botucatu, SP

Entrevista

Congratulo o irmão Antonio Carlos Rosa pela entrevista concedida a Ultimato sobre a temática da assistência religiosa aos presos (março/abril). Aproveito o ensejo para compartilhar uma visão oficial: “A religião era uma prática de extrema relevância para a reintegração social dos indivíduos, colaborando para uma mudança radical de comportamentos e com o estado de tranquilidade e harmonia na prisão” (O Desafio da Reintegração Social do Preso -- Uma pesquisa em estabelecimentos prisionais, Ipea, 2015).
Gilberto Garcia, São João do Meriti, RJ

Mais do que “informação”
O primeiro número de Ultimato de 2017 traz textos maravilhosos, inteligentes, repletos de fé. Ao longo dos anos, já usei, por diversas vezes, ideias da revista em palestras, bem como adquiri diversos livros anunciados por ela.
Ivo Adamatti, Caxias do Sul, RS

Ontem recebi minha revista em casa. Ultimato é excelente. Que o Senhor os capacite para continuar com essa publicação que edifica, informa e nos deixa antenados com tudo que está acontecendo no Brasil. Que ele abençoe cada um que se dispõe a trabalhar num material tão excelente.
Ana Beatriz S. I. de Jesus, Rio de Janeiro, RJ

Envio à redação de Ultimato os votos de melhores dias em 2017. Sinto-me omisso em não ter agradecido o envio regular da revista para usufruir de sua leitura, nestes últimos anos. Ultimato merece aplausos pelas informações e atualização sociológica, filosófica, teológica. Sucesso sempre para a continuidade de sua publicação.
Clovis Antunes, Recife, PE

Prossigam!
Quando fui informado da partida do pastor Elben para as mansões celestiais, confesso que fiquei preocupado no tocante à continuação da revista Ultimato. Depois descansei, pois sei que o projeto é de Deus e ele permanece vivo eternamente. Prossigam firmes e vigorosos na continuação desse glorioso empreendimento celestial que alcançou o Brasil por intermédio de um homem que resolveu crer de forma incircunstancial no Senhor e, agora, terá sua continuidade por meio de uma geração preparada por Deus para este tempo. Vale salientar que acalento o veemente desejo de ver uma coluna bimestral assinada por leitores que, assim como eu, acompanham o crescimento vertiginoso dessa publicação durante décadas.
Almir da Silva Lima, Porto Calvo, AL

Que Deus abençoe e capacite os irmãos para que, na dependência dele, superem a ausência do Mineiro com Cara de Matuto! Que os objetivos de Ultimato sejam alcançados e possam impactar a vida de muitos.
José Antonio Ferreira, São Paulo, SP

Então, a revista impressa será mantida. Temi, e muito, que com a morte do fundador esta ideia fosse implantada: nos últimos anos, revistas que eu assinava ou comprava nas bancas de jornal foram detidas na internet. Que Ultimato nunca cometa esse erro.
Wagner Augusto C. Accioly, Campinas, SP

Com grande alegria estamos constatando a força e determinação da equipe Ultimato para tocar adiante o sonho do pastor Elben César. Ultimato continuará sendo fonte de verdadeiro conhecimento bíblico, aliado a uma visão de união dos cristãos de todas as tendências. Louvamos a Deus pela existência desta revista. Deus está com vocês.
Wilson de Oliveira Junior, Recife, PE

Ultimato para os missionários

Ultimato está comigo como companhia de leitura e de ministério desde 1997. Atualmente, como secretário executivo da Missão Evangélica aos Índios do Brasil (MEIB), temos recebido essa revista e ela tem nos ajudado como ferramenta eficaz na atualização e formação de opinião dos nossos missionários e parceiros. Temos presenteado líderes indígenas autóctones bilíngues com alguns exemplares para começarem a ter contato com um bom conteúdo teológico e missionário por meio desta revista.
Gilson Ricardo, Ananindeua, PA

Dia nacional da luta antimanicomial
Como integrante da subcomissão intersetorial de saúde mental do Centro Municipal de Saúde de minha cidade, deixei para aprovação do médico do Centro de Atenção Psicossocial local um questionário por mim elaborado a partir da matéria de capa Doenças que pouco matam e muito fazem sofrer (março/abril de 2013). Na semana ou dia nacional de luta antimanicomial (18 de maio), quatro entidades responderão sob minha orientação o referido questionário. As perguntas são sobre saúde mental e trabalho e saúde mental e comportamento.
Daniel Borges, Santa Cruz, RN

Cartas da prisão
Recebi por duas vezes a revista Ultimato. Gostei muito. Todos os meus irmãos falaram muito bem dela. Tenho visto que nela há bons conteúdos de leitura que farão com que eu cresça na graça e no conhecimento das coisas do reino de Deus.
M. M. S. , Sorocaba, SP

Recebi Ultimato de uma forma inusitada que não me deixou dúvida de que foi Deus quem agiu para que eu a lesse. Havia pegado a revista na mão, mas nunca tive o olhar que deveria ter tido. Na Carta ao leitor da edição de março/abril, atentei para quinze palavras: anúncio, consolo, admoestação, encorajamento, desafio, denúncia, juízo, conceito, perdão, oferecimentos, exigência, história, beleza, imagem e poemas, que fazem jus ao nome da revista. É raro uma empresa evangélica que ora para começar o dia.
T. H. P., Iperó, SP

Portal Ultimato
Gostei muito do artigo Vozes femininas na Reforma, de Rute Salviano (“Opinião”, 3/3/2017). Foi muito bom ler sobre mulheres de valor que tiveram um papel importante na Reforma, principalmente por meio de um serviço de amor aos necessitados, mas também manifestando claramente sua fé evangélica. Muito bom e necessário completar esse lado esquecido da história.
Antonia Leonora van der Meer, Carambeí, PR

O artigo Um carnaval de euforia ou de alegria? (blog Ultimato Jovem, 24/2/2017) me ajudou a pensar que fazer a diferença entre alegria e euforia é no mínimo de salutar importância. Vivemos em uma sociedade eufórica, mas que se sente “feliz”. Eufóricos sem saúde, sem uma boa educação, sem segurança e com a taxa de desemprego em crescimento. Eufóricos sem a presença do verdadeiro Deus, mas se sentindo “felizes” pelas escolhas que fazem. Felicidade é um estado de graça que a alma recebe quando teve a oportunidade de ser visitada pelo supremo pastor.
Meirilene Prazeres Gomes, São Luís, MA

Livros Ultimato
John H. Walton, autor de O Mundo Perdido de Adão e Eva, dá a impressão de saber até onde podem ir os neurocientistas e até onde eles extrapolam, invadindo um terreno que não é deles, mas da metafísica e da revelação. Não acredito que o Verbo de Deus, o Logos, se tivesse feito homem se este -- a criatura humana -- fosse apenas um animal aperfeiçoado, até mesmo aperfeiçoadíssimo. Na minha opinião, os exegetas e teólogos podem pleitear quanto quiserem a continuidade biológica entre o animal e o homem, mas continuo a acreditar, com os Pais da Igreja e os melhores teólogos do passado, que a alma humana, ou o espírito humano, significa algo mais do que um triunfo neuronal. Significa um dom de Deus mediante o qual Jesus tornou cada ser humano capaz de tornar-se filho adotivo do Pai Celeste e de ter até os fios de seus cabelos contados, como o evangelho o afirma. A revelação não foi dirigida a nenhum primata ou antropoide. A elevação sobrenatural só poderia ser acrescentada a uma centelha espiritual preexistente, a algo que pudesse suportar o peso de uma filiação divina. Parabéns a Walton por ter tido a lucidez -- a fé humilde -- de não abrir mão de tal dado da revelação.
Armindo Trevisan, Porto Alegre, RS

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