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Imaginação combina com fé cristã

Para Eugene Peterson, “a imaginação é a capacidade interna de reunir, arranjar e conectar todos os dados da existência numa totalidade correta e adequada. Não se pode desprezar o intelecto, mas cabe à imaginação a obra mais pesada na adoração”. E para Francis Schaeffer, “Tendo sido feitos à imagem do Criador, somos chamados à criatividade”. Rookmaaker é ainda mais ousado: “O cristão é alguém cuja imaginação deve voar além das estrelas”.

 

É a imaginação que nos impulsiona para o óbvio não dito. Entendo a “imaginação teológica” como um movimento mental de lançar hipóteses, inferir, concluir, associar ideias e imagens. Em que pese a criatividade envolvida, minha imaginação teológica tem compromisso com a biblicidade e consistência com o relato bíblico. Trata-se de uma “imaginação instrumentada”, ou seja, não totalmente livre, mas ligada ao bom-senso, à técnica, ao conhecimento, ao método. Com essas restrições e cuidados, ela permite voos e ligações mais ousadas entre dois temas. Sem a imaginação não há descobertas, não há ciência, não há progresso. É ela que nos impulsiona para o desconhecido, para o não óbvio (ou para o óbvio não dito). RA

 

Sou cristão. Até onde devo ir com a minha imaginação? A pergunta, antes de ser teológica, é antropológica. Seria como perguntar ao peixe até onde ele deve ir na água. Será que ele poderia se afogar? Ora, ele foi criado na e para a água [...] Somos uma imagem por excelência, criados como um reflexo de Deus. A nossa imagem é o que temos em comum com Deus [...] Então, onde está o limite da imaginação? No mesmo lugar em que está o limite da comida, da bebida, das amizades e de tudo o que é humano: no excesso. Quando a imaginação serve para se alienar da vida e nunca mais voltar à realidade dos fatos; quando ela serve para satisfazer desejos e fantasias que não temos a coragem de realizar na prática; quando serve para promover o mal e uma moral depravada e desviada; quando substitui a Bíblia e se torna mais importante que a doutrina, então aí está o limite. GG

 

Mudados pela imaginação, voltamos à realidade. Lewis entendeu que a imaginação começa com o que todos nós temos em comum e avança pelos cenários e narrativas cada vez mais distantes e improváveis. Sabia que podia contar com a cumplicidade do leitor desde que as sequências e as emoções possuíssem o tilintar da autenticidade. E, quando naturalmente abrimos um sorriso de reconhecimento ou de memória de infância, somos mais facilmente persuadidos. Lewis nunca deixou de usar a imaginação como caminho para chegar à alma para que esta voltasse, mudada, à realidade. MC

Créditos: RA -- Rubem Amorese, GG -- Gabriele Greggerson, MC -- Mark Carpenter

Opinião do leitor

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