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Colunas — Altos Papos

Evangelho à beira-mar

Conselho Editorial Jovem

Yohan Ignas Baltrusaits tem 30 anos, é casado com Vanessa e é um dos pastores da Igreja Batista Central de Fortaleza, CE. Ele faz parte da liderança do Sal Surfistas, um movimento que busca compartilhar o evangelho, de forma alternativa, com diversos grupos de pessoas que frequentam a beira-mar da cidade.

 

Como surgiu a ideia do Sal Surfistas?

O Sal surgiu a partir de jovens surfistas que desejavam pregar o evangelho para a “tribo do surf” e para pessoas que não frequentariam uma igreja tradicional. Isso aconteceu em 2003. Sal traduz o que devemos ser como cristãos e ao mesmo tempo é uma palavra familiar para os jovens que curtem praia e surf. As programações contam com boa música, mensagem bíblica e abordagem de outros assuntos relevantes para a sociedade.

 

Vocês enfrentaram dificuldades no início do projeto?

Sem dúvida. Éramos um grupo de amigos com muita vontade, porém com pouca maturidade. Mas a perseverança, o desejo de aprender e a abertura para andarmos com pessoas mais velhas que nos ajudavam foram muito importantes para o nosso desenvolvimento. 

 

Como tem sido o envolvimento das pessoas alcançadas pelo Sal com igrejas locais?

Num primeiro momento são acolhidas por membros da igreja da qual fazemos parte e convidadas a participarem dos nossos GRs (grupos de relacionamento), onde a vida da igreja acontece. Outros possuem amigos em outras comunidades; não limitamos isso, mas reforçamos a importância de viverem o Corpo de Cristo em uma igreja local.

 

Como a cidade e os demais cristãos veem o projeto?

O Sal é um projeto que ganhou a “simpatia do povo”; muitas pessoas não evangélicas admiram o projeto. Algumas igrejas já estão implantando projetos semelhantes em outros bairros da nossa cidade. Temos abertura perante a prefeitura, que respeita o trabalho e nos autoriza a realizá-lo semanalmente. Além disso, participamos de um festival em que palestramos e interagimos com adolescentes e jovens da rede pública de ensino sobre o amor como tema central. Como juventude cristã podemos fazer muito por nossa cidade e a disposição de servir é um “ingresso” para podermos ocupar vários lugares.

 

Que frutos vocês colhem depois de treze anos de projeto?

Nosso trabalho não envolve números, e sim histórias. Os frutos são histórias transformadas. Do morador de rua ao empresário, do ateu ao padre com crise de fé; nos relacionamos e proclamamos a Cristo para todo tipo de gente. E na jornada vamos sendo moldados também. Muitos dos jovens que no início do projeto estavam sem muita perspectiva hoje constituíram família, se formaram e continuam envolvidos. 

 

Quais são os desafios atuais do projeto?

Para os que chegam ao Sal o nosso desafio é acolher e apoiar cada pessoa no cumprimento de sua missão, sendo “sal” em sua rotina, realidade e relacionamentos. 

Para a comunidade é ser uma referência cristã de amor e integridade que se preocupa com as questões da cidade. Para a Igreja é servir como apoio para difusão desse movimento em outros bairros e cidades. Sonhamos em ter mais iniciativas como essa acontecendo em vários outros lugares, ver jovens cristãos ocupando os espaços da cidade como igreja, servindo e amando pessoas.

 

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