Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Colunas — Aconteceu Comigo - Meu Encontro com Jesus

Demorei, mas sedento abri a porta

Asaph Borba

Nasci em um lar evangélico na cidade de Coronel Fabriciano, MG, em 5 de outubro de 1958. Meu nome, Asaph, minha mãe escolheu na Bíblia antes de eu nascer. Até os 10 anos eu e meus irmãos fomos criados na Igreja Congregação Cristã do Brasil. Apesar de o nosso pai não ser crente, nunca se opôs à orientação materna que nos levou a conhecer os princípios bíblicos desde criança. No começo da década de 1970, eu vim de Santa Rosa, interior do Rio Grande do Sul, para Porto Alegre, a fim de estudar no Colégio Militar. Nessa mesma época minha mãe afastou-se da Igreja e passou a frequentar o espiritismo, e com isso a casa toda desandou. Pouco tempo depois perdi o interesse pelos estudos, o que me levou a abandonar a escola e me envolver com uma turma de hippies usuários de drogas, na vizinhança onde morava. Com 13 anos eu já fumava, usava drogas, bebia frequentemente e vivia na rua. Foi com essa turma que aprendi a fazer artesanato de couro e metal e assim passei a ter algum dinheiro com o qual ia sustentando aquela vida.

Minha mãe, orientada por um amigo da família e preocupada com a situação que se agravava em sua casa, resolveu voltar para uma Igreja que ficava relativamente perto de nossa casa e, ali, pedir ajuda ao pastor dessa comunidade. O pastor me procurou uma vez e eu não abri a porta. Outra vez, mas novamente eu não o atendi. Num determinado dia, depois de muito a minha mãe insistir, disse então a ela que eu iria falar com ele e foi assim que tudo começou.

Erasmo Ungaretti, na época pastor da Igreja Metodista Wesleyana em Porto Alegre, numa atitude ousada e muito incomum ao conservadorismo de seu tempo, sabendo de meu gosto pela música, convidou-me para tocar violão na reunião de jovens naquele mesmo dia. No dia seguinte haveria um culto na igreja e eu estava lá. Uma sede desconhecida e inesperada por Deus foi me levando a compreender quanto eu precisava de transformação e, assim, passei a estar e conviver com aqueles jovens, mesmo sem ter uma experiência mais profunda com Cristo. Alguns meses depois, no dia 14 de agosto de 1974, em uma reunião de jovens, tive o entendimento da obra da cruz e assim me converti.

Logo fiquei envolvido na área musical da igreja. Em 1976, passei a viajar com Erasmo, ministrando o louvor em igrejas pelo Brasil, e é a contar desse ano que, em 2016, comemorei quatro décadas de ministério. Mais tarde passei a caminhar com aquele que até hoje é também meu pastor, Moises Moraes, que, assim como Erasmo, mora no mesmo prédio que eu e outros quatro pastores de nossa comunidade em Porto Alegre.

Nesse início, conheci o missionário americano Don Stoll, com quem, em 1978, gravei o primeiro álbum, Celebraremos com Júbilo -- quando o álbum era álbum mesmo, de vinil --, na cidade de Bay City, Michigan, Estados Unidos. Formamos então a dupla Don & Asaph. Nessa época nossa gravadora, Life, foi formada e até agora é onde produzimos nossos discos. Hoje, depois de quarenta anos de trabalho, o que eu mais quero é nunca me ausentar do primeiro amor, por Jesus e por minha família e irmãos. Peço a Deus para eu nunca perder a perspectiva do chamado: levar a igreja a uma adoração genuína.

 

• Asaph Borba é músico e escritor.

LEIA MAIS

Leia outras histórias de encontro com Jesus

ultimato.com.br/ultimas/assunto/aconteceucomigo

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.