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Seções — Cartas

Cartas



Esperança -- a cruz é síntese da vida, não da morte

A edição de novembro/dezembro deu um tratamento discreto à despedida do fundador da revista. Sóbria e edificante.

André Ricardo, Brasília, DF

 

A tua graça é melhor do que a vida

Ler sobre o reverendo Elben César na edição de novembro/dezembro de 2016 fez-nos ver mais uma vez a grandeza desse homem de Deus que marcou a história da igreja evangélica brasileira. Quis me entristecer pensando que não leríamos mais os seus artigos, mas vi que ele tem milhares de devocionais, suas anotações diárias como estudante incansável das Escrituras. Então, meu coração alegrou-se.

Durvalina Bezerra, São Paulo, SP

 

Sua presença e nada mais

Muitas vezes nos envolvemos tanto com o “Deus que serve” para ou isso ou aquilo e não celebramos, não gozamos a “koinonia” a nós oferecida, como mostrou Rubem Amorese no artigo Sua presença e nada mais. Misericórdia, Senhor! Faze-nos abrir os olhos e a mente simplesmente para o Senhor.

Jonas Firmino Filho, Apodi, RN

 

Vida cristã e cultura

Excelente o artigo Por que os crentes brasileiros desprezam elementos culturais?, oferecido como conteúdo extra na seção Arte e cultura da edição de novembro/dezembro de 2016. Uma verdadeira interpretação sobre os impedimentos às culturas. O autor soube interpretar muito bem a maneira cristã de viver e as manifestações culturais. “Examinai de tudo e ficai com o que é bom.” Fui enriquecido com essa leitura.

Jairo Miranda

 

Transformando vidas

Sou estudante de teologia e graduado em gestão ambiental. Tenho grande interesse pela área de tratamento de resíduos, de que tratou o artigo Transformando vidas, oferecido como conteúdo extra na seção Meio ambiente e fé cristã da edição de novembro/dezembro de 2016.

Cleuber Alves dos Santos, Rio de Janeiro, RJ

O perdão nosso de cada dia

Depois de ler a matéria de capa da edição de setembro/outubro de 2016, pensei: “Por que é tão difícil interiorizar no coração o perdão?”. Se cometemos um deslize grave contra alguém e este parte para a eternidade sem que lhe peçamos o perdão, perdemos a chance da reparação. Carregar este fardo não é fácil. Deveríamos ter olhado nos olhos do ofendido e escutado dele um sincero “eu perdoo”. Bom seria não ter falhado, não ter pecado. Ter vigiado mais, ter amado mais. E isso sem cessar!

Nilson S. Ferreira, Governador Valadares, MG

 

Quilombolas cada vez menos invisíveis

Na edição de setembro/outubro de 2016 acabam as histórias do Mineiro com Cara de Matuto. Valeu, pastor Elben, por ter deixado a história desse povo tão lindo fazer parte da revista e nos presentear com essa reportagem.

André e Miriam, Belo Horizonte, MG

 

Tratar o ser humano como “raça” é constrangedor. Li esta expressão no artigo O tamanho da dívida que a sociedade brasileira tem com a raça negra (setembro/outubro de 2016).

Elaine Cristina R. C. Pontes, São Paulo, SP

-- Cara Elaine, o uso do termo “raça” no artiguete não pretendeu tom pejorativo algum. Sabemos que os estudiosos divergem quanto ao uso da palavra como categoria social. Ainda assim, talvez pudéssemos ter pensando em outro título. Obrigado pela leitura atenta.

 

Tudo se fez opressivo

Ed René Kivitz teria sido mais honesto se, em vez de usar circunlóquios e floreios com verniz cristão em seu artigo Tudo se fez novo (“Reflexão”, setembro/outubro de 2016), tivesse escrito simplesmente que o céu bíblico não existe e que ele aguarda ansiosamente pela ditadura do proletariado, o “céu marxista”. Ed René e os demais asseclas da famigerada e espúria teologia da missão integral, com ardileza retórica, tentam transmudar a transcendência cândida e vivificante do evangelho libertador, na imanência enodoada e genocida do marxismo opressivo. A missão integral é o “ovo da serpente gramsciana” depositado no meio evangélico. Uma pseudoteologia a serviço do diabólico marxismo cultural concebido por Antonio Gramsci (filósofo comunista italiano, 1891-1937). Vale o alerta do Nosso Senhor Jesus Cristo: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane” (Mt 24.4).

Túllio Marco S. Carvalho, Belo Horizonte, MG

 

A tão famigerada missão integral

Peçam a Paul Freston para continuar seus escritos sobre missão integral. Achei interessante e rico o artigo A tão famigerada “missão integral” (“Ética”, setembro/outubro de 2016). Acredito que exista muita confusão hoje entre pastores sobre o que seja missão integral em relação ao que estão pregando e praticando; práticas estranhas à Palavra de Deus.

Luiz Gustavo M. Lanca, Vitória, ES

 

Do lar

De maneira serena, sábia e cristã, o pastor Ariovaldo Ramos discorreu em comentário breve, porém rico em conteúdo, o papel do seguidor de Cristo independente de gênero no artigo Do lar (setembro/outubro de 2016). Parabéns, pastor Ariovaldo – eu nunca tinha ouvido ou lido a explanação de Lucas 10.38-42 sob essa ótica –, e obrigada por me ajudar a entender melhor a Bíblia. Parabéns também a Ultimato. Que Deus continue capacitando-os para honra e glória do seu nome.

Rosinete Aquino, Recife, PE

 

“Nossa Senhora” e seus títulos

Estou trabalhando na paróquia Santa Terezinha. Lutando até tombar. O senhor Francisco Orlando O. de Medeiros, de Feira de Santana, BA, escrevendo a respeito dos títulos de Nossa Senhora (Cartas, março/abril de 2016), diz: “No Brasil a primazia da fé romana é inquestionavelmente dada a inúmeras ‘Nossas Senhoras’, bem como à Rainha do Céu”. Os católicos possuem uma e única Nossa Senhora com diversos títulos, ou invocações da Virgem: Nossa Senhora do Carmo, de Lourdes, do Rosário, referentes tais expressões (como ministro, rei, imperador, presidente, que essencialmente nada alteram no ser humano) aos diversos acontecimentos históricos ocorridos em muitos lugares ou circunstâncias, mistérios de sua vida na Igreja de Deus, católica, apostólica, romana. E os protestantes que não possuem Maria de Nazaré, como ficam? Cortaram da árvore do presépio a mãe do Filho de Deus. Perderam o fruto salvífico. Ficaram apenas com o Jesus polígamo da Reforma Protestante com incontáveis agremiações religiosas falsificadas pelos seres humanos, desaprovadas, descredenciadas divinamente, e órfãos sem mãe.

Artur Betti, Blumenau, SC

 

Arte e cultura

Tenho lido com satisfação e alegria as contribuições sobre arte e cultura na revista Ultimato. São textos produzidos por pessoas que amam a arte e a literatura e sabem comunicar-se, e que amam nossa cultura brasileira, que, apesar de manchada pelo pecado, ainda é rica em beleza e criatividade que honram o Criador.

Antônia Leonora van der Meer, Carambeí, PR

 

“Estamos juntos!”

Fui assinante de Ultimato há alguns anos e é uma alegria continuar recebendo os boletins online. Também acesso regularmente o portal e os blogs e sempre saio uma cristã melhor com isso. Ultimato permanece sendo uma presença boa na minha vida e as publicações de vocês me abençoam até hoje. Fiquei muito feliz com a retomada do boletim “Vamos Juntos?” e este é mais um motivo da minha admiração e carinho por vocês: saber que disponibilizam publicações tão incríveis para tantos missionários e presidiários que de outra forma pouco teriam acesso a material cristão regular e de qualidade. Que Deus continue abençoando grandemente todos da família Ultimato. Obrigada por continuarem incluindo-me nessa caminhada. Estamos juntos!
Clarissa Souza, Curitiba, PR

 

Será muito bem-vindo!

Sou assinante recente da revista Ultimato e faço questão de expressar minha gratidão a Deus e a toda a equipe da editora pelo empenho em sua vocação. Imagino que não seja nada fácil, pois o trabalho de vocês não é meramente uma profissão, mas um chamado divino. Continuem firmados na esperança gloriosa da consumação do reino eterno de Cristo. Que o Espírito Santo continue inspirando e capacitando-os. Estou feliz e edificado pelo trabalho de vocês no Senhor. Espero um dia poder visitar e conhecer a rotina e estrutura onde os trabalhos são desenvolvidos.

Rafael Souza, São Paulo, SP

-- Venha, sim, nos visitar! Este convite é extensivo a todos os leitores. Será uma oportunidade para orarmos juntos à mesa do café.

 

Tolerantes, cordiais, inclusivos

Aceitem meus sinceros agradecimentos por presentear-nos com artigos e matérias tão desfrutáveis. Vocês são inclusivos, o que traz muita satisfação. Vocês são tolerantes, cordiais, e espero, em Cristo, que não percam isso, jamais.

Airton Vieira

 

Deus cuida dos detalhes

Louvo a Deus pela revista Ultimato, que tem nos edificado. Que o Senhor continue transbordando as mais ricas bênçãos sobre suas vidas. Ele cuida de cada detalhe, pois sempre está no controle de tudo.

Agenora Almeida

 

49 anos de fragilidade

Parabéns, Ultimato, por mais este ano! Apesar da grande perda recente... É possível sentir aqui do outro lado como esse abalo foi forte em vocês. Mas é uma alegria comemorar mais este aniversário com vocês (já caminhamos juntos há alguns anos). Mais uma vez, feliz aniversário, e viçosos anos de vida!
Gabriel F. Vieira, Belo Horizonte, MG (25 anos)


A longevidade de Ultimato se deve a vários fatores, dos quais o mais importante é a sua fidelidade aos princípios do reino de Deus.
Sylvio Raphael A. Macri, Rio de Janeiro (71 anos)


Tenho a impressão de que Ultimato se mantém fiel às convicções que abraçou, aos seus ideais e à sua consequente linha editorial, evitando decididamente até mesmo pensar na tentadora ideia de buscar agradar a todos. Então, acredito que durante os 49 anos de existência esta editora tenha formado um público cativo de leitores, entre os quais eu me encontro. Isso é digno de nota, esse é um diferencial comemorativo a ser levado em conta. Que o Senhor conceda sejam tão prolíficos nos próximos anos, até a volta de Jesus, quanto o foram até aqui.
Nyander Kaizer S. Reis, Rio de Janeiro (50 anos)

 

Há quarenta anos

À redação de Ultimato agradeço a gentileza da remessa regular, por cortesia, da publicação que vejo com interesse pela franqueza de importantes colocações.

Cardeal Vicente Scherrer, Porto Alegre, RS

Setembro de 1976

-- Ultimato continua sendo enviada a paróquias e líderes católicos, graças ao projeto de assinaturas patrocinadas. Para participar desta ação acesse ultimato.com.br/revista/assinatura-patrocinada

 

Cartas da prisão

Adorei o livro Como Anunciar o Evangelho entre os Presos, que me enviaram junto com a revista Ultimato de setembro/outubro de 2016. Achei muito interessante a matéria de capa A Ação Terapêutica do Perdão de Pecados. Fiquei impressionado com os depoimentos no livro. Nele há referência a várias leis e me pergunto: “Será que um dia isso vai acontecer?”. Acho que não.

Alex de Jesus, Sorocaba, SP

 

Cada página do livro Como Anunciar o Evangelho entre os Presos acendeu o meu coração para a questão da evangelização no cárcere. Entendi que, independente de estar preso, sou livre para anunciar o evangelho de Cristo e trabalhar no resgate daqueles que estão perdidos.

Davi Curti, Mirandópolis, SP

 

Portal Ultimato

Que iniciativa maravilhosa (Igreja em Roraima oferece café da manhã a migrantes venezuelanos, Blog do Paralelo 10, 21/9/2016)! A igreja, corpo de Cristo, seguindo o cabeça. Onde poderia haver hostilidade, trazendo acolhimento; onde ocorre exclusão, incluindo. Amém.

Samuel Macedo

 

Gostei muito do estudo Jesus, modelo de liderança (blog Estudos Bíblicos). Apliquei-o na Igreja e funcionou muito bem, graças a Deus. Oro por vocês para que o Senhor continue usando-os de forma maravilhosa.

Leandro Fernandes dos Santos

 

Capelania hospitalar

Excelente o livro Capelania Hospitalar e Ética do Cuidado! Parabéns a Maria Luiza Rückert por cada pesquisa feita e por compartilhar suas experiências clínicas pastorais como capelã. Identifiquei-me profundamente com a mensagem, pois vivencio isso na minha prática clínica como fisioterapeuta, sempre buscando levar consolação, empatia e companheirismo aos que adoecem, aos seus familiares e a outros profissionais. Obrigado por contribuírem com minha formação ética, humana e profissional. Mas quem mais agradecerá, sem dúvida, serão os pacientes e seus familiares.

Renato Murayama, São Paulo, SP

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