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Nem o jeitinho resolve o problema básico da natureza humana

Por que usamos cadeados em nossas bicicletas? Por que colocamos grades em nossas janelas? Por que instalamos um sistema de alarme em nossos carros e em nossas lojas? Há tantos ladrões assim à nossa volta e à volta de nossos pertences? Meu vizinho é ladrão? Eu sou ladrão aos olhos do meu vizinho? Por que senhas para fazer retirada bancária e para abrir a porta de nossa própria casa?

 

Os cadeados e as senhas são a nossa maior vergonha, são a maior evidência de que o mal habita em nós, são a maior prova da pecaminosidade latente. Não temos como negar aquilo que biblicistas e teólogos chamam de queda (o pecado inicial).

 

Em 2017, a Constituição Americana vai completar 230 anos. Os autores desse documento histórico estavam bem por dentro da corrupção alojada no interior de cada cidadão americano. O mais notável deles, James Madison (1751–1836), o quarto presidente da nação, pergunta: “O que é o próprio governo, se não a maior das críticas à natureza humana?”. Em seguida ele acrescenta: “Se os homens fossem anjos, não seria necessário governo algum. Se fossem governados por anjos, o governo não precisaria de controles externos nem internos”.

 

O jornalista Helio Gurovitz cita James Madison ao escrever o artigo “Nenhuma reforma política muda a natureza humana”, publicado em sua coluna na revista Época de 16 de maio de 2016.

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