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Capa

Os pregadores da esperança e os pregadores da descrença

Certos profetas do tempo de Jeremias espalhavam a descrença pelo país inteiro (Jr 23.15). Eram os pregadores da descrença, da desesperança: os “desevangelizadores”. Os pregadores da desesperança estão entre nós, como no tempo de Jeremias, alguns atuando abertamente contra o conteúdo da fé cristã, outros -- o que é mais grave -- desevangelizando dentro dos arraiais cristãos ao distorcerem com suas palavras e suas vidas o conteúdo da esperança. Parte dos textos da matéria de capa desta edição alerta para a existência desta ação poderosa e persistente totalmente oposta à evangelização.

O significado do verbo evangelizar é anunciar as boas novas de esperança de que “Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho, seu único filho, pela seguinte razão: para que ninguém precise ser condenado; para que todos, crendo nele, possam ter vida plena e eterna” (Jo 3.16, AM). Os pregadores da esperança (os evangelizadores) são aqueles que ajudam o outro a enxergar, de fato, quem é Jesus Cristo, que lutam para acabar com a incredulidade, a indiferença, a resistência, e instam com amor para ninguém ficar de fora do âmbito da esperança.


Outros textos da matéria de capa chamam atenção para a especificidade da esperança do evangelho. A marca distintiva do cristianismo é a fé em um Cristo histórico, que se encarnou, viveu, morreu, ressuscitou e retornará. Deus, por meio de seu Filho, esteve entre nós e clareou e reforçou as promessas de esperança. É em suas palavras que se baseia a nossa esperança de um futuro completo. E é esta esperança que nos ajuda a suportar uma jornada cheia de angústias e incertezas hoje.


Os pregadores da esperança, além de espalhar as boas novas, zelam por seu conteúdo. Eles estão certos de que a esperança é para “hoje” [“vida plena”, citada em Jo 3.16 e 10.10] e para o “futuro” [“vida eterna”, 1Jo 5.11-12] e de que a visão que se tem do futuro nos inspira à ação hoje.


Que Deus use estes artigos para nos reanimar a sermos pregadores da esperança por meio de nossa vida, nossas palavras e ações, onde quer que estejamos, enquanto esperamos a vinda de Jesus e, com ele, a consumação da esperança.

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