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Economista condena os escorregões cotidianos

Claudio de Moura Castro, economista e colunista da revista Veja, tenta listar nossos escorregões não eventuais, mas cotidianos: Pregar mentira, errar no troco, vender gato por lebre, roubar, subornar o guarda, chegar atrasado, não cumprir o prometido, só trabalhar quando vigiado, não pagar dívidas, atrapalhar a vida dos outros, bloquear o trânsito para dar um recado, dirigir depois de um uisquinho, jogar lixo na rua, ser grosseiro por quase nada.

 

Mais no passado do que no presente, os crentes eram constantemente exortados não só a não adulterar, matar e assaltar, mas também a se guardar dos escorregões mencionados acima. A luz deles nas trevas da sociedade brilhava muito mais e o sal deles salgava muito mais.

 

O descaso generalizado por esses escorregões aparentemente insignificantes, acrescenta Claudio de Moura Castro, “fica sugerido pela noção de que esse bom comportamento do cotidiano é uma ‘moral careta’ ou uma ‘moral burguesa’”.

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