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Seções — Cartas

Cartas

 

As muitas espiritualidades em São Thomé das Letras e a graça de Deus

Gostei demais da matéria de capa da edição anterior. Só consegui parar de lê-la quando cheguei ao final. Estou encantado com o pique do Mineiro com Cara de Matuto. Que Deus continue dando-lhe esse vigor.

Edson P. Fassoni, Campinas, SP

 

Mineiro com Cara de Matuto, parabéns pela iniciativa de escrever uma matéria de capa sobre São Thomé das Letras. Que bom saber que Ultimato se sensibilizou para Deus mostrar-lhe esse desafio. Vou logo dizendo que gostei bastante. Muito bem escrito, narração envolvente e, o melhor de tudo, compartilha os sentimentos que o Espírito Santo colocou em seu coração nessa visita a São Thomé.

Matheus Aleixo, Alto Paraíso, GO

 

Muito oportuna a reportagem sobre As muitas espiritualidades em São Tomé das Letras. O Mineiro esteve magnífico. Mais uma vez. Leitura prazerosa sobre interessante assunto, que recomendei a outros. O pastor Bicudo, hippie convertido citado na reportagem, declara: “Vamos crer em Deus, a intercessão quebra barreiras, remove muralhas, atravessa fronteiras e chega onde há grande necessidade e poucos recursos”. No mesmo sentido, o Mineiro nos lembra, observando uma placa na saída da capital da espiritualidade esotérica no Brasil: “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador – lugar mais alto, numa sala –, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”.

Derval Dasílio, Vitória, ES.

 

Manhã após manhã

Tive uma surpreendente alegria ao ler a pastoral da edição de maio/junho. Manhã após manhã, de fato, nasce uma linda chance de ser ensinado, inspirado a viver desde o escuro da aurora, o ato mais significativo do dia: a oração. Nada novo, tudo Novo! É assim que faz-nos sentir essas pérolas da vida devotamente diária em Jesus de Nazaré.

Marciel Diniz, São Miguel do Iguaçu, PR

 

Tucker

A nota Missionário (Hugh Tucker) de mãos dadas com médico (Oswaldo Cruz) é muito curta para se fazer jus ao que esse missionário realizou em prol do povo brasileiro, tanto no âmbito evangelístico quanto no âmbito da assistência social.
Sugiro que Ultimato publique um estudo mais amplo ou quem sabe até a autobiografia desse ilustríssimo missionário.

Fábio S. de Faria, Goiânia, GO

 

Pobre e limpinho

Gostei muito do artigo Sou pobre, mas sou limpinho, de Bráulia Ribeiro. Fez-me recordar meu tempo de criança, quando morava em uma casa de pau a pique, na roça, mas era tudo muito limpinho. Sobre ser corrupto ou não, seria utopia pensar diferente, à luz de Jeremias 17.9.

Abel A. Campos, Planura, MG

 

Lúlio, o santo que abandona a família?

Não entendo às vezes os desvios do homem. Desvios ou acertos? Tenho esposa e filhos, que um dia em amor decidi ter com a bênção de Deus. Eles dependem de mim, não no dinheiro, mas na emoção e no coração. Minha família é meu maior legado. Uma vida de literato, intelectual, missionária, mas nada disso aplicado à família? Abandona-a? Santo? Quem sou eu para críticas... Só queria entender esse caminho de legado compensador.

Nilson S. Ferreira, Governador Valadares, MG

 

Um convidado muito especial

Sou assinante de Ultimato e leio, atentamente, de ponta a ponta, todas as edições. Tenho tirado proveito para a minha vida pessoal e espiritual. Aprecio todas as considerações e reflexões do Mineiro com Cara de Matuto, que de matuto não tem nada. Quero referir-me, especialmente, ao artigo Um convidado muito especial. Achei excelentes as colocações por trazerem, para uma linguagem atual, o cerimonial das bodas de Caná, onde Jesus realizou o primeiro milagre. Porém, tenho uma ressalva ao texto quando o articulista afirma: “Há gente que vive dizendo que se deve honrar Maria, e a adora”. Sei que há cristãos que adoram a mãe de Jesus, mas se o fazem, certamente, não é por maldade e sim por ignorância religiosa (aliás, a ignorância seja, talvez, o “sacramento” que mais salva). Todos os cristãos honram pessoas e até símbolos que pertencem à história da Igreja (independente da denominação religiosa). Por acaso, deveriam desonrar? Os evangélicos honram, entre outros, Martinho Lutero (com razão) e a cruz, sendo que ela é um instrumento de condenação. Mas não é a cruz que dignifica o Mestre, é o Mestre quem dignifica a cruz. Se honramos a cruz (que apenas suspendeu o corpo de Jesus), por que não honrar a mãe que aconchegou em seu seio a pessoa de Jesus? É claro que não foi a mãe quem dignificou o Filho Jesus, foi Jesus quem dignificou a sua mãe. Os cristãos, certamente, nunca terão uniformidade de pensamento, mas uma coisa terão que ter em comum para poderem ser chamados cristãos: a vivência do amor, pois só quem ama conhece a Deus (1Jo 4.7-8). E o nosso amor manifesta-se, principalmente, pelas obras (Mt 25.31-41) e não apenas pelas palavras e ideias. Há divergência de ideias entre os cristãos, o que é normal, mas não pode haver divergência nas ações, isto é: na vivência do amor.

Cândido A. Lorenzatto, Porto Alegre, RS

 

O caminho do coração

Excelente o artigo Desonestidade e autoengano (março/abril de 2016)! Quanto mais conhecemos a Jesus, mais reconhecemos quanto precisamos dele e quão miseráveis somos. Isaías afirma: “A este eu estimo: ao humilde e contrito de espírito, que treme diante da minha palavra”.

Marcela Cristina D. B. S. R. Camargo, Brasília, DF

 

Só Jesus permanece na capa e no trono

Em 1986 encontrei na casa pastoral da Igreja Presbiteriana Renovada de Pontes e Lacerda, MT, uma revista em preto e branco que trazia um título chamativo: Vamos evangelizar Asa Branca. Como eu era um dos que assistiam à novela da época, Roque Santeiro, interessei-me em ler tal revista. Havia encontrado Ultimato, e daí nasceu uma amizade duradoura. Sou assinante desde essa época. A revista evoluiu, o mundo também. Só a mensagem não mudou. O “Buscai ao Senhor” de então tornou-se hoje mais urgente. Acompanhei, com Ultimato, muitos acontecimentos. Novas tecnologias e teologias, a queda do muro de Berlim e do comunismo, a ascensão de muitos pastores, políticos e escritores, e, lamentavelmente, a queda de alguns. Só Jesus permanece na capa e no trono. Sem Ultimato, minha compreensão da vida teria sido diferente.

Hoje, com 56 anos, estou pronto para mais 30 anos de leitura, se o nosso Senhor assim o quiser (Tg 4.14). Sou da Igreja Luterana (IELB).

José Moacir P. de Melo, Pontes e Lacerda, MT

 

Meu reencontro com Ultimato

Conheci Ultimato há cerca de 34 anos, por delicadeza do falecido pastor Glaycon Contijo. Foi por meio dela que conheci um pouco da vida e cultura do mundo cristão da época. A revista me acompanhava por onde eu ia e me edificava muito. Depois de algum tempo fora do país, ao retornar no ano passado, não encontrei os exemplares que eu guardava na casa dos meus pais. Hoje tive a grata surpresa de encontrar Ultimato na minha caixa postal, o que veio reviver muitas memórias.

José Moreira Alves

 

Letras miúdas, margens grandes

Desde o início do ano, minha mãe vem pedindo para eu escrever a vocês informando que depois do novo layout da revista ela ficou muito difícil de ler. No dia em que recebeu a edição de maio/junho, me ligou e perguntou: “Você já escreveu e perguntou o porquê das letras tão pequenas e margens tão grandes?”. E fez o mesmo comentário do senhor Josias, de Campinas, SP (Cartas, maio/junho de 2016), sem ainda tê-lo lido. No dia seguinte me ligou novamente e disse: “Viu, eu não estou só quanto ao tamanho da letra”. Concordo com ambos, que são os mais velhos que leem a revista impressa, pois os jovens leem na mídia eletrônica.

Eliete N. Godói

 

Há 5 anos

Lamentavelmente, a maioria dos pregadores que está na mídia e nos holofotes não tem pregado o evangelho em sua pureza e inteireza. O tempo na televisão é mais ocupado com mensagens que giram em torno de curas, vitória financeira e a teologia da confissão positiva. Não se prega arrependimento, conversão, segurança de salvação e a volta do Senhor.

Eliamar Vidal, Nova Venécia, ES

Janeiro de 2011

 

Cartas da prisão

Eu tenho e leio a Bíblia. Mas ela já está sem capa e sem algumas páginas. Não porque eu seja desmazelado, mas porque a Bíblia que tenho e leio aqui no cárcere há muitos anos já passou por mãos de grandes criminosos, que não estão mais aqui na terra. Eles se converteram e agora estão no descanso de Cristo ou em Cristo. Graças ao fato de eu ter uma Bíblia, tive a oportunidade de ler todo o capítulo 53 de Isaías a um detento pouco antes de ele morrer. Ficarei muito grato a vocês se puderem me enviar uma Bíblia nova.

M. S., Sorocaba, SP

 

Tenho escrito alguns textos dando testemunho da ação do Espírito Santo aqui na prisão, mesmo que carente de assistência religiosa vinda de fora. Isso me abençoou muito, pois abriu as portas para eu ter uma entrevista com o diretor geral da penitenciária. Em consequência, fui autorizado a pesquisar e publicar algo sobre a vida religiosa em prisões. Tenho sete textos publicados no site direitoereligiao.com.br, mantido pelo escritor Antonio Carlos da Rosa Junior: “A assistência religiosa nas prisões e as disposições constitucionais no Brasil”; “A assistência religiosa nas prisões brasileiras no contexto dos tratados internacionais”; “Dos ensinamentos de religião na prisão à assistência religiosa prisional”; “Potencial jurídico da assistência religiosa prisional”; “O potencial social da assistência religiosa nas prisões”; “Potencial político do direito à assistência religiosa prisional” e “Os espiões e o Senhor dos Exércitos”.

S. G. A., Iaras, SP

 

Assim como os soldados sobreviventes das grandes guerras mundiais tinham dificuldade de narrar as atrocidades dos campos de batalha, eu também tenho dificuldade de fazer um retrato fiel do que acontece nos cárceres. Acabo de escrever um livrinho intitulado “Desejos Secretos”. O subtítulo é “Como a sabedoria da Bíblia nos torna sexualmente felizes”. Ele é resultado de dois anos de pesquisas internas. Aqui no cárcere nosso campo missionário – dezenas de reclusos já leram o livro. Dezesseis deles se converteram e três já foram ao batismo. Meu objetivo é ajudar milhares de homens e mulheres presos à compulsão sexual. Em meu trabalho, mantive contato com muitos doutores e psicanalistas, entre eles o doutor Carlos “Catito” Grzybowski, coordenador de Eirene e colunista de Ultimato. Aliás, Catito aceitou prefaciar o meu livro. Começo com o capítulo “A infelicidade sexual” e termino com “Sexualidade restaurada”.

R. M., Sorocaba, SP

– Para preservar a identidade dos presos cujas cartas são publicadas, Ultimato decidiu, desde a edição de maio/junho de 2016, utilizar apenas as iniciais do nome deles e a cidade e estado em que moram para identificá-los.

 

Portal Ultimato

Que assunto difícil e assustador trazido pelo artigo Evangélicos que abusam de crianças (“Opinião”, 18/5/2016). Vi recentemente o filme “Spotlight”, que trata com muita competência o que pode ser feito para minimizar os efeitos malditos desse mal. Em nosso meio, o assunto é pouco falado, precisamos ser mais responsáveis com nossas crianças. Que Deus tenha misericórdia dessas crianças indefesas e vulneráveis, e que seja justo e severo com os que se aproveitam delas.

Décio Carvalho

 

Livros Ultimato

Gerson Borges conseguiu colocar no livro Ser Evangélico sem Deixar de Ser Brasileiro todos os meus pensamentos sobre arte, cultura , música , cristianismo, evangelho e brasilidade; o livro é um grande bate-papo, cheio de referências no que se trata sobre arte e cultura cristã brasileira. O Brasil nunca quis se libertar dessa postura de colonizado, sempre valorizando o que vem de fora. Em relação à arte e cultura não seria diferente, principalmente dentro das igrejas brasileiras. Enfim, recomendo aos músicos, artistas cristãos ou não, pastores, padres, lerem esse livro. Com certeza vai enriquecê-los.

Mr. Pingo

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