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Os são-tomeenses precisam dar o mesmo pulo que São Tomé deu!

Segundo a lenda, o senhor de longas vestes brancas que, no final do século 18, apareceu a João Antão, um escravo fugitivo, numa caverna localizada no centro de São Thomé das Letras, teria sido Tomé, um dos doze apóstolos de Jesus (Mt 10.1-4).

 

Tomé é mais conhecido na história por sua incapacidade de crer na ressurreição de Jesus, apesar do impacto que a ressurreição causou nos soldados que vigiavam o túmulo (Mt 28.11-15), apesar do sepulcro aberto e vazio (Lc 24.2-3), apesar da declaração dos anjos de que o Senhor não estava ali por haver ressuscitado (Lc 24.6), apesar do testemunho das mulheres da Galileia (Lc 24.10) e dos homens que estavam a caminho de Emaús (Lc 24.30-33) e apesar do encontro pessoal de Jesus com os discípulos, durante o qual o Senhor fez questão de comer um pedaço de peixe para mostrar que aquela cena era real (Lc 24.36-49).

 

Além da incredulidade, Tomé foi arrogante: “Se eu não vir o sinal dos pregos nas mãos dele, e não tocar ali com o meu dedo, e também se não puser a minha mão no lado dele, não vou crer!” (Jo 20.25).

 

Todavia, uma semana depois, os discípulos de Jesus estavam outra vez reunidos com as portas trancadas, e Tomé estava com eles. Nesse ínterim, Jesus chegou, ficou no meio deles e se dirigiu a Tomé: “Veja as minhas mãos e ponha o seu dedo nelas. Estenda a mão e ponha no meu lado. Para de duvidar e creia!”. O apóstolo não teve outra saída senão exclamar: “Meu Senhor e meu Deus!”. E Jesus replicou: “Você creu porque me viu? Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram” (Jo 20.26-29).

 

Esse é o famoso pulo de São Tomé. De uma hora para outra, ele deixou de ser incrédulo para ser crente. De acordo com a tradição, o apóstolo tornou-se missionário e teria pregado o Jesus morto e ressuscitado na Pérsia e na Índia, e teria escrito o livro apócrifo intitulado “O Evangelho de Tomé”. Muitos anos depois, alguém teria colecionado “Os Atos de Tomé”. Ele teria sido martirizado na Índia. Se a lenda do “senhor de longas vestes brancas” fosse verdadeira, poderíamos acrescentar no currículo de São Tomé que ele foi missionário também no sul de Minas.

 

Três séculos depois do pulo de São Tomé, Agostinho, o grande pai da igreja, observou que “Tomé duvidou para que pudéssemos crer”.

 

O nome de São Tomé aparece na entrada de São Thomé das Letras. A igreja matriz chama-se Paróquia São Tomé e a maior de todas as grutas existentes no município chama-se Gruta de São Thomé.

 

O testemunho de São Tomé precisa ser conhecido e imitado pelos são-tomeenses e pelos turistas que visitam a cidade de São Thomé das Letras, a segunda mais esotérica do Brasil.

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