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Os pregadores da resiliência

Muito curioso! Os Emirados Árabes Unidos, um pequeno país a leste da Península Arábica, acaba de criar o Ministério da Felicidade. Mais curioso ainda é que o governo nomeou uma jovem de apenas 22 anos para dirigir a autarquia. Ohood Bint Khalfan Al Roum é uma das oito mulheres entre 28 ministros. Seria de grande valia para o desempenho de seu importante cargo se ela lesse a entrevista recentemente concedida pelo psiquiatra francês Boris Cyrulnik, um dos papas da resiliência, “a volta à vida após um trauma psicológico” ou a arte de “retomar um novo desenvolvimento após uma agonia psíquica e traumática”. Para ele, a felicidade não é metafísica, mas um fazer contínuo: “O artesanato da felicidade cotidiana é feito dia a dia”.

 

Embora o substantivo “felicidade” apareça poucas vezes nas Escrituras Sagradas, o adjetivo “feliz” é frequente principalmente em Provérbios e no Sermão da Montanha. E o sentido da palavra nem sempre é metafísico, como diria Boris, mas algo que resulta de pequenas ou grandes ações diárias. Por exemplo: “Feliz é a pessoa que acha a sabedoria e consegue compreender as coisas” (Pv 3.13) e “Aquele que faz o bem aos pobres é feliz” (Pv 14.21).

 

Mas quem desvenda mesmo o segredo da felicidade é Jesus Cristo. Logo no início do famoso Sermão da Montanha, o Senhor usa dez vezes a palavra “feliz”, “bem-aventurado” ou “abençoado”. O que Jesus expõe é uma aberração para os que tentam relacionar a felicidade com a ausência de traumas, com a tecnologia, com a droga etc. Para ele, felizes são os que sabem que são espiritualmente pobres, os que choram, os humildes, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros, os que trabalham pela paz, os que fazem a vontade de Deus e até os perseguidos por causa da sua fé (Mt 5.1-12).

 

Não é só o psiquiatra francês que condena o adiamento da felicidade para depois da morte. Nas bem-aventuranças, Jesus não diz “felizes serão”, mas “felizes são”.

Há uma certa concordância entre o judeu do primeiro século e o judeu do século 21. Jesus diz: “No mundo vocês vão sofrer” (Jo 16.33). E Boris Cyrulnik repete: “Todo mundo, em maior ou menor medida, atravessa a vida recebendo golpes”.

 

Além do Corão, a ministra da felicidade precisa ler a Bíblia!

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