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O guarda-chuva da maravilhosa graça

Não há nada melhor do que estar sob a graça! É melhor do que estar sob o medo, sob a culpa, sob o juízo, sob a lei, sob a cara feia de Deus, sob a vara, sob o açoite.

Em seu livro “Maravilhosa Graça”, Philip Yancey confessa que é difícil definir a palavra graça em seu sentido religioso. Mas ele acaba dizendo, com grande acerto, que “graça significa que não há nada que possamos fazer para Deus nos amar mais -- nenhuma quantidade de renúncia, nenhuma quantidade de conhecimento recebida em seminários e faculdades de teologia, nenhuma quantidade de cruzadas em benefício de causas justas”. Ele vai mais além: “E a graça significa que não há nada que possamos fazer para Deus nos amar menos -- nenhuma quantidade de racismo ou orgulho, pornografia ou adultério, ou até mesmo homicídio”. A palavra final é: “A graça significa que Deus já nos ama tanto quanto é possível um Deus infinito nos amar” (p. 71).


É por essa razão que João afirma: “Deus é amor” (1Jo 4.8). É por essa razão que a passagem mais memorizada das Escrituras é “Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho, seu único Filho, pela seguinte razão: para que ninguém precise ser condenado; para que todos, crendo nele, possam ter vida plena e eterna” (Jo 3.16, AM). É por essa razão que “Deus demonstrou quanto nos ama ao oferecer seu Filho em sacrifício por nós quando ainda éramos tão ingratos e maus para com ele” (Rm 5.8, AM).

Só a maravilhosa graça poderia colocar Tamar, Raabe e Bate-Seba (mulheres de comportamento sexual duvidoso) junto com Maria na genealogia de Jesus (Mt 1.3-6).

Só a maravilhosa graça poderia escolher Salomão, aquele que foi concebido por um adúltero e gerado por uma adúltera, para subir ao trono de Israel, logo após o duplo escândalo dos pais, envolvendo crime de adultério e crime de assassinato (1Rs 1.29-30).

Só a maravilhosa graça poderia impedir que a mulher adúltera fosse apedrejada (Jo 8.11).

Só a maravilhosa graça poderia receber de volta com festa o filho rebelde que rompeu com o pai e desperdiçou todos os seus bens com os prazeres transitórios do pecado (Lc 15.22-24).

Só a maravilhosa graça poderia prometer o paraíso a um criminoso condenado à pena de morte, momentos antes de ele morrer (Lc 23.42-43).

Só a maravilhosa graça poderia livrar Pedro de uma possível “galofobia” e mantê-lo na posição de pastor dizendo à vista de todos: “Tome conta das minhas ovelhas!” (Jo 21.15-17).

Só a maravilhosa graça poderia permitir que uma pecadora pública se aproximasse de Jesus, lavasse os pés do Senhor com suas lágrimas, enxugasse-os com seus longos cabelos e os beijasse efusivamente, para, depois, ouvir à viva voz as inimagináveis palavras: “Eu perdoo os seus pecados” (Lc 7.36-50).

Só a maravilhosa graça poderia transformar Saulo, o implacável perseguidor dos cristãos, em Paulo, o mais notável de todos os missionários cristãos (At 9.15).

Todos os que estão debaixo do enorme guarda-chuva da graça não carregam mais o peso da culpa, nem o peso do remorso, nem o peso da vergonha, nem o peso da lembrança de qualquer dívida, já neste mundo e já nesta vida, como se pode ler em “O séquito do perdão” (p. 3).

Em seu livro “O Meu Cálice Transborda”, Glenio Fonseca Paranaguá afirma que “o princípio da graça é transformar débito em crédito, miséria em abundância, fraqueza em força, enfermidade em saúde, pecado em santidade, inferno em céu”!

Que guarda-chuva, ó meu Deus!

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