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Para não desembestar

Sócio e cofundador do Grupo ABC de Comunicação, holding que reúne dezoito empresas nas áreas de publicidade, marketing, conteúdo e entretenimento, e embaixador da Boa Vontade da Unesco, o publicitário Nizan Guanaes, 57 anos, não é ateu nem agnóstico. Em seu artigo na “Folha de São Paulo” de 22 de dezembro de 2015, ele dá um corajoso testemunho público de sua humanidade:

 

“Neste momento [de crise braba], é preciso pedir a sabedoria que o jovem Salomão pediu a Deus. A sabedoria que Davi, o estadista, pediu tanto a Deus.”

 

“Só mesmo Deus vai nos dar, por meio de seu Espírito Santo, as virtudes que não temos. No meu caso, por exemplo: paciência, sabedoria e parcimônia.”

 

“Tem uma besta no homem. E, se deixar a besta solta numa crise como essa, a besta desembesta.”

 

“Não rezo para ser santo. Rezo para ser homem, para ser humano. No sentido divino desta palavra: ser um líder humano, um profissional humano, um marido humano, um pai humano.”

 

“Quando você reza ou medita, você foca, concentra, reúne forças, toma o controle da sua vida. Você toma o controle da besta, como a inveja, a usura, o olho gordo, a pequenez, o medo e os instintos animais que existem em cada um de nós.”

 

“Sem a oração e a meditação a gente desembesta a fumar, a beber, a tomar Rivotril. Desembesta a sofrer e a passar as noites acordado. Desembesta a pensar com o fígado em vez de pensar com a cabeça, com o coração e com a alma.”

 

“Acreditar em Deus é bom inclusive porque evita que a gente se ache Deus. E evita que a gente seja movido pela besta que está no homem.”

 

“É por isso que, a cada manhã e a cada noite, eu rezo. Não para ser santo, como disse, mas para não ser besta. Para ser homem!”

 

Apesar de todas estas declarações, Nizan Guanaes é muito confuso em matéria de religião, como ele mesmo afirma: “Sou católico, apostólico, baiano. Sou devoto de Santo Antônio e de Nossa Senhora do Carmo. Entrei no candomblé, tardiamente, aos 20 e tantos anos” (“Folha de São Paulo”, Caderno Especial, 6/5/2007).

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