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Assim como o rio Doce, o ser humano do pó retorna à vida!

Embora tenha recebido o volume de 25 mil piscinas olímpicas de lama e embora considerado morto, o rio Doce vai ressuscitar, segundo os especialistas que entendem do assunto.


E o ser humano -- que morre, é sepultado, começa a cheirar mal, é comido pelos vermes e vira pó -- vai ressuscitar? Por que não?


Fomos feitos do pó e ao pó retornaremos mais cedo ou mais tarde. A vida acaba quando, na linguagem poética de Eclesiastes, a lamparina de ouro cai e quebra, quando a corrente de prata se arrebenta, quando o pote de barro se despedaça, quando a corda do poço se parte, quando o corpo volta para o pó da terra de onde veio e o espírito volta para Deus, que o deu (Ec 12.6-7).


Mas, quando a última trombeta soar anunciando a volta do Senhor, os retornados ao pó ouvirão a sua voz e, num abrir e fechar de olhos, voltarão a viver e terão novo e glorioso corpo (1Co 15.51-52). Nós somos duplamente retornados. Na morte, retornamos ao pó; na ressurreição, retornamos à vida. É tudo muito simples. Tão simples quanto a ressurreição do rio Doce!

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