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Seções — Cartas

Cartas

 

Todo mundo é tão humano quanto todo mundo 

 

Há edições de Ultimato que fazem diferença para o leitor atento e sedento da mensagem bíblica. Dentre elas, está a edição de novembro/dezembro de 2015, com um conteúdo digno de ser lido com reflexão e entesourado na mente. Destaco a matéria de capa, Todo mundo é tão humano quanto todo mundo. Oportuna para os arautos do perfeccionismo. Destaco também a reflexão de Bráulia Ribeiro, que foi iluminada ao abordar com muita propriedade a relevância da moral bíblica nesta geração que está desaprendendo a ser moral. Fico animado ao ler na seção Mais do que Notícias que os pastores estão entendendo que nada substitui o estudo da Bíblia.

João Antonio de Almeida, Tatuí, SP

 

É libertador saber que somos humanos, e não deuses. O nosso Deus se tornou humano e nós ainda desejamos ser deuses.

Rafael F. Veloso, Belo Horizonte, MG

 

Sou estudante de teologia e novo assinante da revista Ultimato. A edição com a matéria de capa Todo mundo é tão humano quanto todo mundo já é a quarta que recebo. A revista sempre traz conteúdo bíblico pertinente e de conexão com a realidade, algo importante para quem quer transmitir o evangelho no mundo atual.

Robson Kipert, Joinville, SC

 

 

Por que nossos líderes não sabem lidar com a sexualidade?

 

Artigo louvável o de “Catito” e Dagmar, publicado na edição de novembro/dezembro de 2015! Espalhemos isso pelas nossas igrejas para juntos resgatarmos o pudor dado por Deus, que o pecado tenazmente assedia para embolá-lo na corrupção das paixões mundanas.

Mauro Rubem S. Ferreira, Jenipapo dos Vieiras, MA

 

 

Salvação via arrependimento e fé

 

Os artigos de Bráulia Ribeiro, tanto o publicado em outubro na página eletrônica da revista quanto o da edição de Ultimato de novembro/dezembro de 2015, são excelentes. Bráulia aborda de maneira franca e aberta um mal em que o evangelicalismo brasileiro está incorrendo. Nas palavras de Tim Keller, o evangelho é pregado entre dois ladrões, assim como Jesus foi pregado entre dois ladrões: o do legalismo e o da licenciosidade. Infelizmente, a ressurreição do universalismo entre proeminentes líderes evangélicos e nas academias de formação pastoral (talvez uma boa sugestão de artigo) tem desfigurado a mensagem central do evangelho: a de que Jesus veio para nos salvar de nossos pecados, mas por meio do processo de arrependimento e fé, e não por meio de uma salvação imposta. Encorajo a revista a manter os canais de discussão abertos, ainda que os colunistas se contradigam.

Matheus Hetti, São Leopoldo, RS

 

 

Nunca houve tantos refugiados

 

O tema do refugiado em voga hoje (Ultimatoonline, setembro/outubro de 2015) é largamente divulgado, pouco explicado e pobremente compreendido, a despeito de toda a dor e angústia que tal evento traz. Não podemos deixar de enxergar neste episódio a grande cortina de fumaça levantada para esconder outro fato ainda mais grave: por que não se combatem os governantes das nações responsáveis por esse êxodo em grande escala? Onde estão as resoluções das Nações Unidas quanto a este episódio? O que dizer dos líderes em apreço dos países em que tal fato está acontecendo? São perguntas que exigem uma resposta, não eximindo destes episódios os responsáveis, que em sua grande maioria são ditadores.

Luzimar Neves

 

 

A voz de Cristo

 

Temo o fanatismo religioso, inclusive do cristianismo (Reflexão, setembro/outubro de 2015). Deixamos de pregar a verdade para pregar o terror, e, neste discurso de ódio, nada nos diferenciamos de terroristas. “Toda pessoa que odeia seu irmão é homicida, e sabeis que nenhum assassino tem a vida eterna em si mesmo” (1Jo 3.15).

Willian Rochadel

 

 

Paulo, Lutero, Calvino e Teresa de Ávila

 

Na Carta ao Leitor de Ultimato de setembro/outubro de 2015, o autor afirma que os idosos que ainda em vida unem-se a Cristo estão na antessala da glória e, quando morrerem, não serão lançados em algum purgatório. Deixa-me confuso o fato de o autor, no parágrafo anterior, ter colocado o nome de Teresa de Ávila, uma santa que crê no purgatório, junto com os nomes de Paulo, Lutero e Calvino.

Nilson S. Ferreira , Governador Valadares, MG

 

 

Me alegro muito com vocês!

 

Este novo papa parece abrir novas possibilidades ecumênicas, se sobreviver à politicagem da Cúria Romana. Tem 78 anos. Que cuide de sua sopa. Ultimato optou por uma linha editorial não católica, sem ser anticatólica. Dou graças a Deus por isto. Há bons e maus frutos em todas as igrejas. “Ecclesia semper reformanda” não serve só para o lado de lá. E a bancada evangélica no Congresso se sente muito bem juntando Bíblia com boi e banco. Parece que o crescimento evangélico/pentecostal na América Latina não traz mais justiça social. Com honoráveis exceções? Mais justiça social vem pelas esquerdas corruptas? Deus tem um senso de humor? Andando com Carlos Queiroz pelo Rio Grande do Norte anos atrás conheci uma cidade diferente, evangélica, limpa e arborizada. Um encanto. Quando o evangelho é real, funciona. Quando não... Que Ultimato continue sua significativa estratégia de evangelização nacional, “lato sensu”, sob a benção de Deus.

Manfred Grellert, Califórnia, EUA

 

 

Ultimato na evangelização

 

No ministério de evangelização da microrregião de Viçosa, do qual participo, várias pessoas têm testemunhado como a leitura de Ultimato tem abençoado suas vidas. É uma alegria quando entregamos as revistas para elas. Agradeço à equipe Ultimato por ser tão generosa conosco, doando as revistas para distribuição nessa região, e por dar-nos a oportunidade de evangelizar com ela.

Maurício D. Costa, Viçosa, MG

 

 

Apreciação

 

Leio Ultimato há quinze anos e receber cada revista é um renovo para o coração, a alma e a mente. Pensar no reino acima de todas as coisas é o que tenho visto ao longo destes anos nas publicações da revista. Missões, evangelismo (pessoal, em massa, urbano, transcultural), missão integral. Tenho aprendido a pensar a igreja, e Ultimato tem me ajudado muito com cada artigo.

Leandro Alves, Campinas, SP

 

Parabenizo a todos da Ultimato – revista, portal e editora – por todo o conteúdo tendo sempre Jesus como tema central à disposição de quem busca informação, conhecimento, crescimento e maturidade espiritual.

Wesley dos Santos, Araçatuba, SP

 

Saudosa lembrança que tenho de Ultimato. Tinha uma coleção até 2005, mas, por falta de espaço, doei-a a algumas pessoas e instituições. A revista é muito preciosa e me acompanhou em toda a juventude e em boa parte de meu ministério. É uma referência para leitores cristãos que desejam uma fé genuína do evangelho de Jesus.

Wanderley Gonçalves, Belo Horizonte, MG

 

Há oito anos conheço as publicações da Editora Ultimato, mas somente neste ano me tornei assinante da revista. Melhor coisa que fiz! Além do conteúdo cristão inteligente, atual e rico, o cuidado estético é admirável! Amo a revista.

Tathiana Oliveira, Belo Horizonte, MG

 

Ultimato tem feito uma grande diferença em nossa igreja.

Erivaldo Lima Ferreira

 

Ultimato é uma das revistas cristãs mais completas que conheço. Alimento espiritual atualizado e que mantém o crente ligado nos alvos de orações que devemos focar, incluindo nossa família, amigos e nação. Ideal para intercessores e para todos aqueles que precisam muitas vezes de algumas respostas para suas dúvidas cristãs.

Angel Castro

 

 

Há 35 anos

 

Quero que os irmãos saibam que Ultimato muito tem enriquecido o meu ministério, pois onde milito fica muito longe de qualquer outra cidade. Meu campo de ação é um pequeno povoado e uma pequena cidade. Fico completamente isolado do mundo lá fora. Por isso, é possível ter uma ideia de como esta revista é um manancial de informações para mim.

Maurício José Avelino Gomes, Igreja Batista de Posto da Mata e Nova Viçosa, Posto da Mata, BA

Março de 1981

 

 

Cartas da prisão

 

Mesmo privado de liberdade, recebo a revista Ultimato. Já terminei o tratamento de tuberculose que me acometeu e aprendi a tocar flauta. Agora comecei a aprender espanhol. Comecei e parei, mas vou reiniciar. Estou precisando de um livro sobre homilética ou sobre missões.

Vinícius F. Silva, Mirandópolis, SP

 

Tenho 28 anos e sou servo de Jesus há três anos. Por estar preso, não tenho condições para fazer uma assinatura dessa obra-prima inspirada pelo Espírito Santo que é a revista Ultimato. Por favor, considerem-me assinante dela. Só de mandar esta carta me sinto contente.

Willian S. Reis, Balbinos, SP

 

 

Portal Ultimato

 

O artigo de Ronaldo Lidório (Líderes esgotados), especialmente seus conselhos, me fizeram lembrar da Regra de Bento, escrita há cerca de 1.500 anos. No capítulo que trata do Celeireiro (uma espécie de mordomo geral do mosteiro), um dos líderes a serem escolhidos pela e para a comunidade monástica, Bento provê as seguintes orientações: “Seja escolhido para Celeireiro do mosteiro, dentre os membros da comunidade, um irmão sábio, maduro de caráter, sóbrio, que não coma muito, não seja orgulhoso, nem turbulento, nem injuriador, nem tardo, nem pródigo, mas temente a Deus; que seja como um pai para toda a comunidade” (RB 31,1s). Faríamos bem em formar cada vez mais “líderes-celeireiros” em nossas comunidades e ministérios!

Reinaldo Percinoto Junior, Viçosa, MG

 

Admiro Bráulia Ribeiro há muitos anos, desde quando li o livro

O Chamado Radical

. Tenho percebido nestes últimos anos o seu discurso mais ácido, um pouco mais impaciente. Pode ser uma percepção distorcida para quem lê o que ela escreve há mais de dez anos. Penso que ela pegou pesado com Francisco (O papa é pop e nada mais). Mas defendo que num estado democrático possamos defender nossas ideias livremente.
Carlos Henrique

 

Gostei bastante do texto Grupos Pequenos e Evangelização e de suas orientações, no blog Estudos Bíblicos. A mim foi confiada a liderança de um pequeno grupo de visitas no lar. A princípio fiquei um pouco preocupado de não atender às expectativas, mas, se for preciso, prefiro acertar errando do que não tentar. Quero fazer algo em nome do Senhor e com isso libertar alguns como um dia fui liberto, em nome do Senhor.

Edinaldo Siqueira

 

Que bonita reflexão propõe o artigo Agressividade, passividade ou assertividade?, de Gabriele Greggersen. Lúcia sempre me chamou atenção justamente por essa característica com que foi nomeada por Aslan – “a destemida” [referência à personagem do livro “Crônicas de Nárnia”, de C. S. Lewis]. Achei muito interessante a relação que a autora faz entre a coragem e a assertividade.

Ana Carla de Brito

 

 

Livros Ultimato

 

A Arte Moderna e a Morte de uma Cultura, de Hans Rookmaaker, vem ao nosso lado explicando um conjunto de temas diferentes que se cruzam e interagem uns com os outros. Arte, estética, cultura, teologia, filosofia, história do mundo – estas áreas diversas são colocadas em cima da mesa para discussão e depois são integradas num conjunto de modo que obtemos uma massa com liga forte. Rookmaaker escreve com grande habilidade e paixão. Ele não tenta impressioná-lo com palavras vazias ou com um vocabulário extremamente especializado de uma área privilegiada. Seu objetivo é edificar os cristãos e ajudá-los a entender e discernir o que veem na arte moderna.

Lucílio Esteves

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