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"Abraços simpáticos e totalmente frontais"

Um simples abraço é algo muito bonito. A Bíblia está repleta de abraços bonitos. Quatro deles estão em Gênesis: o abraço que Labão deu no seu sobrinho Jacó quando o viu pela primeira vez (29.13), o maravilhoso abraço dos gêmeos Esaú e Jacó depois de uma briga que durou vários anos (33.4), o terno abraço de José no seu irmão Benjamin (45.14) e o comovente abraço de Jacó nos netos que até então nem sequer conhecia (48.10).

 

Além desses, temos o abraço que o filho pródigo recebeu de seu pai ao voltar para casa (Lc 15.20), o abraço de Paulo no jovem Êutico quando ele estava estirado no chão como morto (At 20.10) e o abraço de despedida que os presbíteros de Éfeso deram em Paulo (At 20.37).

 

Mas temos de admitir que há abraços inconvenientes e outros: abraços privativos, abraços íntimos, abraços sensuais entre esposos que podem levar ao ato sexual. Como aquele que a esposa pede ao esposo, no Cântico dos Cânticos de Salomão: “O seu braço esquerdo esteja debaixo da minha cabeça, e o seu braço direito me abrace” (Ct 2.6, NVI). Fora do matrimônio, esse tipo de abraço pode despertar e alvoroçar a lascívia e abrir caminho para a fornicação. Vem a propósito a pergunta dos Provérbios de Salomão: “Por que, filho meu, andarias cego pela estranha [a mulher que não é sua esposa] e abraçarias o peito de outra?” (5.20). O autor do livro Sexo Não É Problema (Lascívia, Sim) chama esse tipo de abraço de “abraços simpáticos e totalmente frontais”.

 

Os abraços frontais não afetam apenas a lascívia masculina. O psicólogo Carlos “Catito”, responsável pela seção “Casamento e família”, de Ultimato, ao ser consultado, afirma: “Quando uma mulher sente os próprios seios pressionados contra o corpo de um homem, não acredito que a mulher fique alheia ao fato de que isso possa ter uma conotação sexual lasciva. Acredito antes que hoje muitas delas deliberada e provocativamente buscam tal tipo de excitação/despertamento em homens para se mostrarem tão dominadoras quanto aqueles no campo da sexualidade”.

 

Certamente nem todo abraço frontal tem origem na lascívia e quer promover lascívia mútua. O abraço apertado muitas vezes serve para mostrar admiração, gratidão, simpatia ou uma grande dose de verdadeiro afeto. Quando dois amigos se encontram depois de um longo período de ausência, o abraço apertado ou frontal é algo bastante natural.

 

A psicóloga Isabelle Ludovico lembra que “há abraços fraternos e outros sensuais. A diferença não está no abraço em si, mas na emoção e na intenção de quem abraça e quem é abraçado. Para muitas mulheres carentes, um abraço fraterno de um homem é terapêutico”.

 

Sem dúvida, para proteger a pureza, tanto Paulo quanto Pedro recomendavam o “ósculo santo”, também traduzido como “beijo sagrado”, “beijo de amor”, “beijo santo de amor”, “beijo fraterno” ou “beijo de irmão” (Rm 16.16; 1Co 16.20; 2Co 13.12; 1Ts 5.26; 1Pe 5.14). Os pastores de hoje precisam pregar o “abraço sagrado”, e não “os abraços simpáticos e totalmente frontais”.

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