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Capa — Todo Mundo É Tão Humano Quanto Todo Mundo

Nesta matéria:

Lutero era igualzinho a nós e nós somos iguaizinhos a ele

Apesar de ser tão humano quanto nós, o homem Lutero (1483–1546) fez coisas extraordinárias:

 

- Traduziu o Novo Testamento do original grego em apenas onze meses;

 

- Traduziu o Antigo Testamento do original hebraico em menos de dez anos;

 

- Colocou a Bíblia nas mãos do povo (em 1535, um em cada setenta alemães possuía um Novo Testamento);

 

- Escreveu e espalhou as 95 teses contra o mercado das indulgências;

 

- Promoveu a maior reforma na história da igreja;

 

- Trouxe de volta os três “somentes” – o “sola Scriptura” (só as Escrituras e nada mais), o “sola gratia” (só a graça de Deus e nada mais) e o “sola fide” (só a fé e nada mais).

 

Segundo Yves Congar, “Lutero foi um dos maiores gênios religiosos da história, e, de certa forma, maior do que Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e Pascal. Lutero reexaminou o cristianismo inteiro. Foi um homem da Igreja”.

 

Segundo Philip Schaff, “com todas as suas falhas, Lutero foi o maior homem que a Alemanha produziu e um dos maiores vultos da história”.

 

Segundo John Stott, “o tema da vitória por meio da cruz foi perdido por alguns teólogos medievais, mas recuperado por Lutero”.

 

Segundo Joaquim Beato, “Lutero é um homem à frente do seu tempo. Um homem para todos os tempos. Um homem sustentado só pelas Escrituras, só pela fé, só pela graça de Deus em Cristo. Esse é o grande reformador”.

 

Para não termos a menor dúvida de que Lutero era tão humano quanto nós e teve de enfrentar, cinco séculos antes, nossos mesmos problemas, basta lermos seus depoimentos logo a seguir, quase todos retirados do seu devocionário Somente a Fé.

 

 

O problema do pecado

 

 

O pecado não acaba totalmente enquanto vive este corpo. Enquanto vivemos, também o pecado original vive, até o último suspiro. Ele pode ser abafado, mas jamais aniquilado por completo, senão pela morte física.

 

Nesta terra, ainda temos pecado e pessoas ímpias. Mesmo os cristãos continuam pecando.

 

Não é bom pensar que, depois da conversão, o pecado não precisa ser levado a sério. Pecado é sempre pecado, seja ele cometido antes ou depois de conhecer a Cristo.

 

Os cristãos têm os mesmos e tão grandes pecados quanto os dos não cristãos. Porém o pecado dos cristãos é perdoado.

 

Nós não somente pecamos, como também continuamos a pecar.

 

Devemos nos humilhar, para que o mal horrível, chamado pecado original, possa ser contido. Deus deseja nos livrar do pecado que está grudado em nós.

 

 

O problema da natureza humana

 

 

A nossa natureza humana gasta toda a sua energia procurando as coisas fugazes deste mundo, mas não aguarda as alegrias da vida eterna.

 

A natureza humana é corrupta.

 

Se olharmos para a nossa natureza pecaminosa, nada há de bom.

 

É muito vantajoso para os cristãos estar cientes de suas tendências corruptas decorrentes da sua natureza pecaminosa.

 

Se víssemos os nossos males maiores – aqueles que estão dentro de nós –, estaríamos arruinados e morreríamos num instante, entraríamos em desespero e teríamos uma mostra de como é o inferno. Deus esconde a nossa impiedade de nós mesmos. Ele deseja que a vejamos sempre por meio da fé.

 

Quando morremos, nós nos desfazemos completamente da natureza pecaminosa. Quando formos ressuscitados, teremos uma natureza pura, sem paixões ou ânsias pecaminosas.

 

 

O problema do mundo

 

 

O mundo está repleto de pessoas que têm se distanciado de Deus e nada sabem sobre ele.

 

Não espere favor e amabilidade vindos do mundo.

 

É inevitável que as pessoas do mundo odeiem a Deus e a Cristo. E, por odiarem a Cristo, também nos odiarão. Devido a essa oposição contínua, temos de saber como superá-la. Nós a superamos ao ignorar a arrogância do mundo.

 

Nós somos estrangeiros em um país estranho.

 

Este mundo é simplesmente um hotel.

 

O Maligno é extremamente arrogante e sua noiva, o mundo, também o é.

 

Nós estamos vivendo no território do Diabo. A nossa situação é semelhante a de viajantes que se hospedam em um hotel e descobrem que todos ali são ladrões.

 

O mundo é louco, tolo e selvagem. É repleto de todo tipo de mal – adultério, embriaguez, índole vingativa e outros pecados.

 

 

O problema da luxúria

 

 

[A castidade não é tão fácil] quanto calçar e descalçar os sapatos.

 

A luxúria é uma carga pesada. Você deve resistir a ela e lutar contra ela.

 

Quem não sente de vez em quando os impulsos furiosos da libido e da ira, por mais que se oponha e não queira? O furor deles é indômito.

 

Eu me inclino ao orgulho, à luxúria, ao ódio e à inveja.

 

Não tememos e amamos a Deus o suficiente. Somos conduzidos pela ira, inveja, impaciência, imoralidade sexual e outros impulsos malignos.

 

Leia mais na internet
O homem Lutero

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