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Seções — Carta ao Leitor

O idoso na antessala da glória

Por que Paulo afirma com toda segurança: “Para mim o morrer é lucro” (Fp 1.21)? Por que Lutero na hora de sua morte repete várias vezes a mesma oração de Jesus: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23.46)? Por que Teresa de Ávila, a santa católica que nasceu seis anos depois de Calvino, diz com absoluta certeza: “Quero ver a Deus, e para vê-lo é preciso morrer”?

 

A resposta é muito simples: os idosos que ainda em vida uniram-se a Cristo pela fé muito certamente estão na antessala da glória. Quando eles morrerem, não vão deixar de existir nem vão cair em profundo sono até o dia da ressurreição. Também não vão reencarnar em outros corpos nem serão lançados em algum purgatório ou nas profundezas do inferno.

 

Na epístola aos Filipenses, Paulo afirma estar num dilema enorme: ele quer e não quer continuar a viver. Seria melhor continuar vivo para dar sequência ao seu ministério; seria melhor partir para estar “pessoalmente” com Cristo, “o que é bem melhor” (Fp 1.23). Já que o original requer uma expressão mais forte, outras versões usam o superlativo: estar com Cristo é “muitíssimo melhor”, ou “supremamente melhor”, ou “infinitamente melhor”.

 

Se a morte não é a porta de acesso “a um conhecimento mais pleno, a um serviço mais dedicado, a uma alegria mais exuberante, a uma adoração mais extasiante” (William Hendriksen), então Paulo é um louco ou um grande mentiroso.

 

Deus nos livre da apatia religiosa, da confusão religiosa e da incredulidade religiosa.

 

Porque aparentemente o idoso está mais próximo da morte, ele encontra-se privilegiadamente na antessala da glória. É por isso que, quando um de nós morre, os crentes acertadamente dizem: “Nosso irmão foi para a glória”!

 

O fato de eventualmente estarem mais próximos da glória não significa que estão dispensados de viver, aqui e agora. A promessa de que há bênçãos na longevidade, para si mesmos e para os outros, é realidade! Nas páginas 28 a 30 você encontrará depoimentos de seis idosos que dividem convicções, esperanças, memórias. Experiências como essas e as de outros idosos precisam ser conhecidas.

 

 

Ultimato faz um apelo às igrejas para que promovam a “intergeracionalidade” em suas comunidades: o encontro, a troca e a comunhão entre crianças, jovens, adultos e idosos. Isto é a UNIDADE.

 

 

Elben César e Klênia Fassoni

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