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Notícias — Conexões

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As crianças presas em Puerto Suarez

Elas são crianças e vivem encarceradas, mas nunca cometeram crime algum. O que parece um erro judicial acontece normalmente na Bolívia, porque a lei permite. Segundo o Unicef, no período de 2000 a 2008, as crianças que moraram em presídios com seus pais chegaram ao número de 1.168 (17% da população carcerária). As crianças representam mais de 42% (quase 4 milhões) da população boliviana.

 

O brasileiro Ricardo Silva, o “Ricco”, chegou a Puerto Suarez, fronteira com o Brasil, com a missão de fundar igrejas. Ele passaria um tempo específico para cumprimento do estágio transcultural do curso teológico que fazia. Ricco começou a visitar a população e um dia foi convidado a realizar um culto na cadeia da cidade. Chegando lá, ele viu crianças brincando e achou que era dia de visita familiar, e logo disse: “Eu volto outro dia; hoje é dia de visita”. Porém, o guarda respondeu: “Não, não é dia de visita”. Então Ricco entendeu que aquelas crianças não estavam visitando suas mães; elas moravam lá.

 

Ricco não abandonou seu chamado de fundar comunidades cristãs, mas entendeu que Deus havia dado a ele a missão de acolher crianças que não podiam exercer o direito básico de liberdade, porque suas mães estavam cumprindo pena. Ele então fundou a Casa Lar Redención. Começou assim: ele e sua família cuidavam dos pequenos durante o dia e os levavam de volta para a cadeia à noite. Hoje, as crianças moram lá, saíram definitivamente da cadeia e recebem todo o cuidado necessário. A estrutura é pequena, contudo é a única instituição num raio de trezentos quilômetros. O projeto, que hoje cuida de quatorze crianças, se tornou um poderoso testemunho do amor de Deus.

 

Ricco chegou com um plano -- fundar igrejas --, mas lá descobriu que já havia muitas igrejas. Por outro lado, ninguém enfrentava o problema das crianças na cadeia. Ricco entendeu que o plano seria outro; seria responder às necessidades dos pequeninos. Moral da história? Atualmente, nenhuma criança mora na cadeia de Puerto Suarez.

 

O oftalmologista que “viu”, “sentiu” e “agiu”
O oftalmologista Josué Mota, de 85 anos, viajou de Goiânia até uma comunidade às margens do rio Manacapuru, no interior do Amazonas, e lá conheceu a pequena Karol. Ela tinha um problema congênito nos olhos que afetava seriamente sua visão. Josué, acostumado a atender tanta gente, “viu”, “sentiu” eagiu” em favor de Karol. Com a ajuda dele e de Asas de Socorro, Karol viajou para Goiânia, foi submetida a uma cirurgia e vem recuperando sua capacidade de enxergar. Para ela, “foi um sonho realizado”.

 

Seguir a Jesus: ver, sentir e agir
Josué é um dos incontáveis discípulos de Jesus que seguem seus passos. Integralmente, eles “veem”, “sentem” e “agem” em favor do reino de Deus e a exemplo do Mestre. “Seguir a Jesus: ver, sentir e agir” é o tema do
10º Encontro Nacional da RENAS, que acontece de 24 a 26 de setembro em Araçariguama, SP. Lá, gente como o senhor Josué vai se encontrar para compartilhar histórias e celebrar a fidelidade do Bom Pastor. Organizações cristãs vão se unir para compartilhar metodologias e fortalecer suas ações em rede.

Sopa, sabão e salvação
Londres, 1865. Em plena Revolução Industrial, William e Catherine Booth formam um casal que luta para que os pobres sejam acolhidos e aceitos pelas igrejas locais. “Ninguém é abençoado enquanto passa frio” -- dizia ele. Seu compromisso firme com a evangelização e com a ação social deu resultado. Cento e cinquenta anos depois, a organização-igreja que o casal Booth fundou -- o Exército da Salvação -- é respeitada em todo o mundo. Ela está presente em 126 países, inclusive no Brasil. “Sopa, sabão e salvação” é o slogan mais conhecido do Exército da Salvação.

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