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Seções — Cartas

Cartas

Vocação e juventude

Quando lemos a história de José, sabemos seu começo e desfecho, mas, observando a narrativa, percebemos que ele não tinha noção da sua vocação e que simplesmente devotou sua vida a Deus, mesmo estando longe de casa (“José do Egito tinha consciência de sua vocação”, julho/agosto de 2015). Fazendo um paralelo entre a vida de José e a nossa, será que temos noção da nossa vocação?

João Paulo Delmondes, Cachoeira, BA

 

Em tempos de falta de vocação, a edição de julho/agosto de 2015 de Ultimato vem incentivar a juventude a encarar os desafios. Louvo a Deus por levantar pessoas comprometidas com o evangelho para publicar excelentes textos sobre vocação e juventude. Como pastor batista, vejo que precisamos urgentemente investir em nossos jovens, para que possamos ter adultos bem preparados amanhã.

Cleverson P. Valle, Artur Nogueira, SP

 

Se todos os que se dizem crentes em Cristo respondessem e vivessem a convocação divina proposta nas Escrituras e praticassem alegre e corajosamente sua vocação histórica, este mundo seria outro. O que está acontecendo conosco, os chamados crentes? Nos meus 50 anos ainda tento viver plenamente minha vocação. Que o Espírito Santo continue sendo derramado.

Nilson Artur, Governador Valadares, MG

 

Infográfico

Matéria excelente e muito bem sintetizada no infográfico (“Ultimatoonline”). Sugiro que, na revista física, infográficos como este apareçam com tamanho e destaque maiores.

 

Dawy

 

 

“Catito” e Dagmar

O artigo A midiotização da família, de Carlos “Catito” e Dagmar Grzybowski, descreve realmente o que está acontecendo. Infelizmente muitas pessoas não têm usado a tecnologia com sabedoria, e isso tem causado o distanciamento na família. Não há mais o diálogo em casa entre esposo e esposa, pais e filhos etc. Precisamos ter cuidado e usar com sabedoria a tecnologia em casa, para que nossos relacionamentos sejam verdadeiros, e não superficiais.

George R. Correa, Manaus, AM

 

 

Esperança

Fiquei muito surpreendido ao ver-me citado no artigo de abertura de Ultimato de julho/agosto de 2015: Os sofrimentos de hoje e a glória do porvir. A revista é um periódico autenticamente “evangélico”. Os que colaboram nele não se limitam a repetir chavões moralizantes, mas se esforçam, com lucidez e agilidade, em abordar os desafios atuais à luz das afirmações do Senhor, que disse: “Um só é vosso Mestre!”. Aprecio, também, o caráter esperançoso que impregna as páginas de Ultimato. A revista parece estar sempre atenta a uma afirmação de Jesus que não podemos esquecer, ainda mais na balbúrdia e frenesi que nos atordoam: “Sem mim nada podeis fazer”. Desejo-lhes saúde, disposição para o trabalho e uma convivência fraterna, à qual não falte jamais a companhia do irmão caçula da esperança: o humor.

Armindo Trevisan, Porto Alegre, RS

 

Não há como ler a revista Ultimato e não ter o coração cheio de esperança! Deus abençoe a equipe da editora.

Polyana Karynne, Jaboatão dos Guararapes, PE

 

A meu ver, essa alegria na esperança da glória do porvir (Os sofrimentos de hoje e a glória do porvir) tem sido substituída por uma teologia do medo, excessivamente escatológica, difundida entre alguns grupos cristãos. Há uma ênfase amedrontadora na proximidade da manifestação do anticristo, no derramamento das pragas do Apocalipse, inclusive sobre nós, os cristãos que estivermos vivos nestes últimos dias. Creio que há uma confusão teológica, o que nos remete a um clímax de terror. Aprendi que o Apocalipse é uma carta de amor e esperança para nós. É edificante ler artigos como este, para nos lembrarmos da essência de Deus, o amor que, no final de tudo, vai prevalecer (1Co 13.13).

Francisco José Defante, Rio de Janeiro, RJ

 

 

O público de Ultimato

Sou padre casado. Recebo Ultimato gratuitamente há muito tempo. Depois de lhes agradecer profundamente, se me permitem, quero lhes pedir com muito carinho que continuem insistindo na questão da espiritualidade. É isso que une todos os cristãos na mensagem de Jesus e na Trindade. As normas e as práticas dividem as igrejas, mas a espiritualidade as une. Construir o projeto de Jesus, de que “todos sejam um”, dá à igreja, a começar com a romana, o direito de falar em paz. Pois “só haverá paz no mundo quando houver paz entre as igrejas”. Depois de dois eventos graves de saúde, tive de alterar minha rotina e atividades. Por essa razão, a partir de agora, podem disponibilizar a revista para outra pessoa.

Dionísio Sfredo, Goiânia, GO

 

Gosto da revista Ultimato porque ela informa com qualidade e confiabilidade sem se desviar do foco, o cristianismo.

 

Solange Peixoto

 

A revista Ultimato tem, ao longo desses anos, tratado os temas bíblicos de maneira responsável e prudente.

 

Antônio Sérgio dos Santos

 

Parabéns à revista Ultimato! Cada edição ainda consegue me surpreender. Desde que a li pela primeira vez com 15 anos de idade e hoje com 23, vejo que não somente eu “evoluí”, mas a revista também. Obrigado por ser uma das poucas revistas que nos fazem pensar.

Adller M. Chaves, Itapetinga, BA

 

 

Estava para assinar Ultimato e vi a possibilidade de adotar um missionário. Porém, o que me fez repensar na ideia foi quando me deparei com a opção de adotar uma paróquia. Gostaria, antes de assinar a revista, de saber se vocês apresentam um conteúdo da cosmovisão bíblica reformada ou se há escritores com diversas cosmovisões cristãs (católicos, evangélicos etc.).

 

 

Tiago P. Ragazzi

 

- Todos os colaboradores são evangélicos. Isso não impede que eventualmente publiquemos algo de outros cristãos não evangélicos, desde que o conteúdo não fique nem aquém nem além das Escrituras Sagradas. Já fazemos isso na seção “Frases”.

 

 

- No momento de renovação da assinatura de Ultimato, os assinantes são convidados a contribuir com o ministério de envio da revista a missionários, paróquias católicas e presidiários.

 

 

 

 

 

René Padilla

Em seu precioso artigo Evangelização e sacrifício (Ultimato, julho/agosto de 2015), René Padilla escreveu: “A primeira condição para uma evangelização genuína é a crucificação do evangelista”. Esta oportuna observação me levou a reler o livro O Discípulo Radical, escrito pelo Rev. John Stott, principalmente o capítulo 8, sobre a morte. É interessante que ambos -- Padilla e Stott -- citam Douglas Webster, que também explicou a natureza da evangelização, assim: “Toda forma de missão leva a alguma forma de cruz. O próprio formato de missão é cruciforme. Só podemos entender missão nos termos da cruz”. É impressionante como a exposição de Stott sobre 2 Coríntios 4.10-12 tem a devida ressonância na conclusão de Padilla.

Eude Carvalho da Rocha, Sorocaba, SP

 

Do perigo de imitarmos a politização evangélica americana

Concordo com o artigo de Paul Freston (Ultimato, maio/junho de 2015). Mas penso que ele omite que os mesmos equívocos são cometidos pela “esquerda evangélica”. No caso do Brasil, esta politização do ministério ocorreu primeiro com a esquerda, havendo líderes que inclusive defenderam abertamente o apoio ao Partido dos Trabalhadores (PT) no seu nascimento. Não questiono a integridade de tal liderança, mas julgo esta abordagem como prejudicial para o ministério pastoral. Acredito que o que deveríamos fazer é uma reflexão sobre até que ponto, para o bem e unidade da igreja, os ministros religiosos não deveriam exercer uma neutralidade institucional respeitando a consciência e maturidade de cada membro da comunidade e aceitando a diversidade política como compreensível e até esperada.

Manoel G. Delgado Jr., Lucas Do Rio Verde, MT

 

Que lucidez, visão esclarecedora e advertência santa! Tudo isso no artigo de Paul Freston e Raphael Freston intitulado O perigo de imitarmos a politização evangélica americana (Ultimato, maio/junho de 2015). Os extremistas não devem ter espaço em nossas igrejas. Além disso, achei maravilhosa a entrevista com Antonia Leonora van der Meer. Foi a melhor porção da revista de julho/agosto.

Wilson de Oliveira Jr, Recife, PE

 

 

Ceará

Sugiro que Ultimato publique uma matéria sobre o jogador de futebol Ceará, lateral do Cruzeiro. O objetivo seria mostrar como um atleta, bem-sucedido na carreira, campeão da Libertadores, mundial de clubes no Japão e da Recopa, pelo Internacional, bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro e campeão da França, onde jogou por cinco anos pelo Paris Saint-Germain (PSG), consegue conciliar a vida de atleta com os púlpitos das igrejas evangélicas. Ceará é membro da igreja Batista Getsêmani, em Belo Horizonte, MG, e prega em várias igrejas, em diversas denominações no Brasil, testemunhando aquilo que Deus vem fazendo ao longo dos 22 anos de carreira no futebol. Muitas pessoas têm se convertido com seu testemunho e jeito simples de ser.

Josino Ribeiro, Belo Horizonte, MG

 

Gratidão!

Expressamos nossa gratidão à equipe Ultimato pela contribuição dada à 1ª Conferência Nova Geração. As revistas foram um sucesso. Deus usou Ultimato para encorajar e despertar líderes de uma forma inexplicável. Obrigada pela parceria.

Equipe Nova Geração

- Em parceria com algumas organizações, Ultimato envia exemplares da revista como cortesia para os participantes de eventos promovidos por elas. Para informações sobre esta ação, entre em contato com atendimento@ultimato.com.br.

 

Há 5 anos

Está difícil falar das maravilhas de Deus nestes últimos dias, mesmo que as palavras sejam boas para a edificação do Corpo de Cristo. Muitos religiosos sufocam a palavra pela fascinação das coisas deste mundo. Que saudade do tempo em que falar era ouro e calar, prata.

Alessandro L. Alves, Campina Grande, PB

Março de 2010

 

 

Portal Ultimato

Foi muito boa e apropriada a reflexão (Como se pode não falar de Deus depois de Auschwitz?) sobre os setenta anos desde que Auschwitz foi liberada, e deve nos tornar humildes diante de tamanha maldade praticada por seres humanos com boa formação, que se consideravam os melhores. Mas essa maldade ainda continua se manifestando hoje, não na mesma dimensão, mas na mesma crueldade e desrespeito pelo “outro” ser humano. Que Deus nos ensine a respeitar e amar o próximo e também a lutar contra semelhantes barbaridades.

Antonia Leonora van der Meer, Carambeí, PR

 

Belo o texto O que temos em comum?, de João Leonel! É bom ser lembrada de que Deus se importa. Racionalmente, sempre sabemos, mas a alma de vez em quando insiste em fazer prevalecer o sentimento de que o Senhor tem prazer no sofrimento humano.

Nathália Linhares, Lagoa Santa, MG

 

 

Livros Ultimato

John Stott é fantástico! Este renomado escritor de teologia agradável, biblista em potencial, além de ser um cristão admirável, é capaz de compreender (no livro Os Cristãos e os Desafios Contemporâneos) seu mundo e sobretudo o mundo pós-moderno, cheio de desafios para o cristão e a igreja que quer ser contemporânea, contextualizada, sem ser secularizada.

 

João dos Santos Neto

 

- Os Cristãos e os Desafios Contemporâneos ganhou no dia 12 de agosto de 2015 o Prêmio Areté como “livro do ano” da Associação Brasileira de Editores Cristãos (ASEC).

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