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Seções — Cartas

Cartas

Homofobia
É uma pena que uma revista tão séria como Ultimato tenha de cair, volta e meia, na homofobia e com isso semear ódio em vez de paz. Se partirmos do princípio de que Deus criou e continua a criar tudo, ele cria também os homossexuais, porque homossexualidade não é uma opção, é uma condição. Esta gente sofre muito quando percebe a si mesma como diferente da maioria. Apesar disso, eles conseguem, em regra, ser membros valiosos da sociedade; são gente honesta, bons profissionais, praticam a caridade, longe de fazer mal a alguém. Claro que há entre eles casos de promiscuidade; mas estes existem também -- e, proporcionalmente, talvez até em maior número -- entre os heterossexuais. E deve-se notar que em muitos dos casos em que jovens homossexuais caem na promiscuidade isto é devido à não aceitação destes filhos pelos pais. Deve-se notar também que muitos dos pais rejeitam os filhos homossexuais devido à pregação homofóbica de certos pastores evangélicos e padres católicos.
Irene Ortlieb G. Cacais, Brasília, DF

-- Por sua responsabilidade diante de Deus, diante das Escrituras, diante da Igreja de Jesus e diante da sociedade, Ultimato não aceita que a homossexualidade seja uma criação de Deus (afirmamos mais uma vez isso no penúltimo parágrafo da reportagem O Mineiro com Cara de Matuto vai à Cracolândia). No capítulo 16 do livro Os Cristãos e os Desafios Contemporâneos, intitulado “Relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo”, John Stott é suficientemente claro e polido sobre o assunto. Para ele “gênero” heterossexual é uma criação divina, “casamento” heterossexual é uma instituição divina e “fidelidade” heterossexual é a intenção divina.

Galofobia
Sou psicóloga clínica há alguns anos. Como estudante de graduação em teologia, resolvi assinar Ultimato, a qual conheço há muitos anos por causa dos meus pastores. Porém, um trecho da matéria de capa da edição de maio/junho chamou-me a atenção. Em primeiro lugar, o neologismo “galofobia” é interessante para despertar a atenção do leitor, mas poderia ter sido usado no artigo o nome correto da fobia em questão (ornitofobia), visto que é citada uma ciência como a psicologia. Em segundo lugar, quero pontuar que a frase “os psicólogos deveriam valer-se também de experiências religiosas sadias e equilibradas no tratamento de seus clientes” é incoerente, visto que os psicólogos levam em consideração todas as experiências e fenômenos vividos pelo paciente. Entretanto, não deve ser esperado que um paciente ouça de seu terapeuta frases como: “Acho que esse é um problema metafísico e você precisa resolvê-lo por via religiosa!”.
Cíntia Vilani, São Paulo, SP

Manassés
No artigo Idosos também precisam de restauração (maio/junho de 2014), diz-se que o rei que governou mais tempo o reino de Judá foi Uzias. Houve um engano: Manassés governou 55 anos, três a mais que Uzias (2Cr 33.1). Quanto ao mais, como assinante há vários anos, sempre sou edificado com a leitura da revista.
Fábio Garcia Sanches, Porciúncula, RJ

Da esquerda ou da direita
Em seu artigo na edição de maio/junho de 2014, Paul Freston deveria saber que o mundo jaz no Maligno. Tanto a esquerda como a direita, todos estão dominados pelo Maligno.
Miquéias C. Silva, Rio de Janeiro, RJ

O enigma da cruz
O “Ponto final” intitulado O enigma da cruz (maio/junho de 2014) falou profundamente ao meu coração e ao de minha esposa. Trocamos ideias sobre o texto e vimos quanto fomos ministrados por ele. Rubem Amorese acertou em cheio quando afirmou que a batalha consiste em manter o coração devoto a Deus. A reflexão levou-me ao famoso salmo “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”. Vou dedicar-me a essa luta neste dia que começa, calmo, sereno e tranquilo.
André Ricardo N. Martins, Brasília, DF

O evangelho anátema
Normalmente aprecio e recomendo a coluna de Ed René Kivitz. Porém, do artigo O evangelho anátema (“Reflexão”, maio/junho de 2014), não gostei nem um pouco. Segundo a Bíblia, e contrariando as afirmações de Ed René, a fé também é um recurso a ser usado para se superar obstáculos, vencer desafios e até mesmo em benefício próprio. Ela está cheia de exemplos disso: em Lucas vemos que Jesus não teve êxito nem fez muitos milagres em Nazaré por causa da pouca fé do povo. No caso da mulher do fluxo de sangue, que acreditava que se tocasse em Jesus seria curada -- fez uso da fé em benefício próprio e obteve êxito --, Jesus até mesmo admirou a fé dela. Em Atos vemos os discípulos fazendo as mesmas coisas que Jesus havia feito, conforme ele (Jesus) havia dito anteriormente (Jo 14). No livro “Heróis da Fé”, vi de forma literal a fé sustentando missionários tanto espiritualmente quanto materialmente. E, ainda hoje, vejo histórias da fé trazendo conquistas pessoais e comunitárias. Entendo que é um tempo difícil, em que muitas pessoas buscam a Deus somente pelo “pão” que ele pode dar, o famoso evangelho “self-service”. Esse evangelho tende a nos deixar muito críticos e de certa forma desvia a nossa visão de fatos e possibilidades legítimas da fé. Porém, Deus ainda é o Deus que cura, restaura e transforma. Não devemos impor nossas limitações de fé a outros; não devemos reduzir a mão de Deus.
Camila F. Sales, Nanuque, MG

Teologia da prosperidade
Sou cristão de banco há 32 anos. Aos 8 fui evangelizado e incluído num projeto da Visão Mundial. Só vim a entender o que era a Visão Mundial anos depois. Só ouvi falar em Lausanne depois dos 30 anos. Tenho certeza de que a maioria dos chamados evangélicos brasileiros nunca ouviu falar do assunto. A igreja cristã brasileira precisa despertar urgentemente. A imagem que a sociedade tem de nós -- e especialmente a que nós mesmos temos de nós -- está sendo distorcida dia a dia. Nossos cultos gradativamente estão perdendo a identidade. Nossa liturgia foi abandonada, como falou João Alexandre: “Antigamente o cantor e a música dele buscavam levar o homem a Deus; hoje o cantor e a sua música buscam levar Deus aos homens!”. Nosso culto é antropocêntrico! A teologia da prosperidade é uma das principais causas dessa situação. O que mais dói é enxergar que ela tem sido assimilada, em vez de combatida.
Vicente Andrade (comentário publicado no portal Ultimato)

A chamada teologia da prosperidade é falaciosa. É um engodo. Tenho ojeriza a ela. Que Deus use mais e mais tanto as pessoas do Movimento Lausanne quanto as da Aliança Evangélica.
Pr. Gustavo Luiz (comentário publicado no portal Ultimato)

Os incômodos
É incrível a matéria de capa da edição de março/abril de 2014, sobre os incômodos que recaem sobre a nossa vida. Qual dos leitores pode afirmar que nunca se viu diante de um ou mais dos incômodos citados? Agradeço porque, a cada edição Ultimato nos ensina, biblicamente, a reagir de modo correto e a obter a vitória oferecida pelo querido Senhor de nossas vidas. Despertemo-nos cada dia mais para a direção do Espírito Santo. Que ele, sim, nos incomode de forma maravilhosa.
Unilson Alves, Rio de Janeiro, RJ

Muito bom o texto O incômodo do espinho na carne (“Capa”, março/abril de 2014). Precisamos, em nossos dias, de líderes, pregadores, cantores etc. com mais humildade, para que em tudo o nome do Senhor -- e não o homem -- seja glorificado.
Edimar Fernandes, São Paulo, SP

Calvino e Francisco de mãos dadas
Comparar o reformador Calvino, do século 16, com o papa Francisco, do século 21, é, no mínimo, ingenuidade (“Mais do que notícias”, março/abril de 2014). Eles são distintos e distantes no conteúdo, na essência e no tempo.
Paulo Elias Menezes, Araraquara, SP

Aborto
O uso da palavra “aborto” em “Mais do que notícias” (março/abril de 2014) para ilustrar uma solução que corta o mal pela raiz a meu ver foi totalmente desnecessário. E não foi uma linguagem apenas figurada, uma vez que se fez o uso de um ventre com um feto dentro. Tenham o meu total repúdio a esse tipo de linguagem.
Daniela Nunes, São Paulo, SP

Reconciliação à vista
Sou designer e amante de logos, dos mais simples aos mais sofisticados. Porém, a logo da Editora Ultimato salta aos meus olhos! É a obra de Deus retratada em uma marca. Algo tão forte e tão simples como a mensagem de Deus por meio de Jesus, a mensagem da reconciliação. A missão de Jesus contada numa simples forma.
Francisco Avelardo, Itaperuçu, PR

A Igreja em escombros
A Igreja é comissionada para impactar o mundo, mas é o mundo que está impactando a Igreja. A Igreja não chora mais pelo pecado e por isso está se desfazendo aos poucos, está sendo minada aos poucos. Talvez ela não feche as portas por fora, mas as portas por dentro estão fechadas. Quando a liderança não reflete a santidade de Deus e não é fiel às Escrituras, quando ela não combate o pecado, quando ela não ora nem jejua, quando ela não se humilha diante de Deus -- essa Igreja pode ficar em escombros. Estou cansado de sermões sem preparo, sem vida, sem graça, sem glória, sem impacto. Se os leitores de Ultimato amam de fato a Igreja do Senhor, chorem comigo, como Neemias fez diante da situação de Jerusalém: “Tendo eu ouvido estas coisas, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus” (Ne 1.4).
Mailson Germano, Souza, PB

-- Há quase cem anos, o pastor Oswald Chambers escreveu: “Há pessoas que pedem aos pregadores: ‘Preguem-nos o evangelho simples, não mais digam que devemos ser santos. Isso produz em nós um sentimento de triste pobreza, e não é bom sentir-se pobre’” (“Tudo para Ele”, p. 127).

Comentários na web
A “missão integral” nem é tão integral assim! | Opinião | 26/05/2014
Eu acho muito interessante a iniciativa e a proposta da teologia da missão integral. Porém, não vejo nela nada que já tenha se tentado (e feito) na Reforma. O que penso é que os princípios reformados foram esquecidos e precisam ser resgatados. Contudo, algo que me incomoda (e muito) na teologia da missão integral é essa centralização do pobre. Parece-me que o pobre é o único ser humano que importa aos olhos de Deus. Não me entendam mal. Precisamos mesmo cuidar dos menos favorecidos. Concordo que o evangelho anunciado precisa oferecer (e já oferece) tudo o que é necessário para o indivíduo todo. Mas e os ricos? Não são eles financeiramente estáveis, mas espiritualmente miseráveis? No mais, gostei muito do artigo do Valdir. Bastante sóbrio. Que possamos realmente ter mais avaliadores dispostos a adaptações do que críticos dispostos a demolições.
Marcelo Batista Dias, Ipatinga, MG

Ano eleitoral: a arte de decifrar discursos | Fatos e Correlatos | 19/05/2014
Precisamos avançar para o voto eleitoral não obrigatório. Assim os políticos estarão mais ocupados em mostrar resultados concretos que possam nos convencer e motivar a votar neles. Deixarão, por conseguinte, de recitar as costumeiras promessas e balbuciar os mesmos discursos vazios que se repetem de quatro em quatro anos e que nunca se cumprem na realidade da grande parcela dos eleitores.
Carlos Frederico Geisler

-- A Aliança Evangélica lançou em maio a cartilha “Os Evangélicos e a Transformação Social: Cultura Cidadã e Democracia Participativa”. Faça o download gratuito da cartilha no link.

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