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O que a “Folha” pensa e o que os cristãos pensam

Os diretores da “Folha de São Paulo” pensam que “casamento civil entre pessoas do mesmo sexo deve ser colocado em pé de igualdade com relações heterossexuais” (“Folha de São Paulo”, 19/02/2014).

Entretanto, Jesus diz que “no começo, quando foram criadas todas as coisas, foi dito: ‘Deus os fez homem e mulher. Por isso o “homem” deixa o seu pai e a sua mãe para unir-se com a sua “mulher” e os dois se tornam uma só pessoa’” (Mc 10.6). A Bíblia não diz que o homem deixa o seu lar anterior para formar outro lar com outro homem, nem que a mulher deixa o seu lar anterior para formar outro lar com outra mulher.

A “Folha” diz isso e aquilo, mas o mais antigo código de comportamento diz que “nenhum homem deverá ter relações com outro homem” (Lv 18.22).

A “Folha” não vê diferença entre o casamento de homem com homem, ou de mulher com mulher, e o casamento de homem com mulher. Porém, o mais notável teólogo de todos os tempos afirma categoricamente que trocar as relações heterossexuais por relações homossexuais é uma prática vergonhosa (Rm 1.26-27).

A “Folha” tem liberdade para pensar e incentivar o que quiser, e alguns líderes outrora contrários à prática homossexual podem deixar-se influenciar por ela e vice-versa, mas a luta entre uma ideia e outra continua. O rabino Norman Lamm, presidente da Yeshiva University, por exemplo, defende a tese de que “a homossexualidade é um ato abominável, exatamente como afirma a Bíblia”. Para esse importante órgão de comunicação e para muitos pensadores de hoje, o “Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa” seria retrógrado quando define o casamento como o “ato solene de união entre pessoas, de sexos diferentes”.

Não nos assustemos em demasia. Como lembra o pastor Edmilson Mendes, da Igreja Adventista da Promessa, “os absurdos de hoje serão normais amanhã”. Poderíamos afirmar que os absurdos de ontem já são normais hoje.

O “Mensageiro da Paz”, órgão oficial das Assembleias de Deus, lembra que “as novelas fazem com que as pessoas comecem a aceitar atitudes e pensamentos que são absolutamente reprováveis, que não condizem com um cristão” (novembro de 2013). Esse fenômeno é abordado também pelo ator Gregório Duvivier no artigo “A família brasileira”, publicado na própria “Folha de São Paulo” (03/02/2014). Ele diz sarcasticamente que quatro décadas após o célebre beijo gay, na Rede Globo, uma personagem fará um aborto e sairá da clínica com um sorriso no rosto.

Tudo parece combinar com a visão apocalíptica de que, quanto mais próximos do fim, mais liberdade terá o pecado.

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